June 22, 2026

Peter Thiel, um angariador, um elemento de 'liaison'?

 

Negócio do sexo e chantagem como Epstein? 

Bilionários e trilionários são compatíveis com as democracias? Bilionários com as mãos sujas de crimes dominam os EUA e desmantelaram e corromperam as instituições, um bilionário ganhou agora as eleições na Colombia; um bilionário corrompeu o sistema político da Georgia, bilionários dominam a Rússia, dominam a Argentina - Peter Thiel mudou-se para Buenos Aires. Bilionários dominam os países do Médio Oriente. E sabe-se lá quantos mais países.


O Círculo de Imbecis de Peter Thiel

PETER THIEL. O bilionário que reúne elites de todo o mundo para falar sobre seitas de culto e sexo. 

Desde 2006, o financiador do movimento MAGA, magnata da tecnologia e excêntrico por excelência Peter Thiel tem vindo a organizar retiros para um grupo selecto de bilionários do sector tecnológico e de responsáveis políticos americanos e estrangeiros, denominados «Dialog», para conversarem sobre tudo e mais alguma coisa «em off». 

Sobre o que conversam? De acordo com uma agenda que vazou de um desses retiros, os temas incluem «Traga de Volta o Nuclear», «Crie uma Seita» e «Como Está a Sua Vida Sexual?». Assustador, para dizer o mínimo.

Mas o que é ainda mais preocupante é quem está a participar nestes eventos «off the record». Os documentos que vazaram revelam também que entre os participantes se encontram vários responsáveis da Administração Trump e outros membros de alto escalão do governo, incluindo o deputado Jim Himes, que por acaso supervisiona as agências com as quais a Palantir (da qual Thiel é cofundador) tem contratos. 

E como nenhuma festa MAGA estaria completa sem ele, os registos mostram que o mais repugnante de todos, Jeffrey Epstein, recebeu um convite em 2014, seis anos após a sua primeira condenação como agressor sexual. Diz-me que estás a tramar algo sem me dizeres que estás a tramar algo.

"O problema da máfia em Itália tem um novo rosto, e não é italiano "

 

Problemas que decorrem da imigração ilegal e desregrada.


O problema da máfia em Itália tem um novo rosto, e não é italiano

Novos grupos criminosos estão a entrar no ensolarado submundo do crime do país

Alessia Peretti, Euractiv

MILÃO – Um homicídio na Calábria revelou como as redes criminosas paquistanesas estão, discretamente, a assumir o controlo de um dos sistemas de exploração laboral mais enraizados da Itália.

Na noite de 1 de junho, quatro trabalhadores agrícolas migrantes foram trancados dentro de uma carrinha num posto de abastecimento em Amendolara, uma pequena localidade no sul da Calábria. Os suspeitos deitaram um líquido inflamável no veículo, atearam-lhe fogo e bloquearam as portas para impedir a fuga.

Três homens afegãos e um paquistanês morreram queimados. O único sobrevivente contou aos investigadores que as vítimas tinham estado a trabalhar em campos de morangos sem receber qualquer salário e que o ataque foi levado a cabo pelos seus próprios capatazes, depois de os trabalhadores terem exigido o pagamento. Ambos os homens detidos eram cidadãos paquistaneses.

A primeira-ministra Giorgia Meloni afirmou que os homicídios «chocaram» a nação, mas para quem está atento ao submundo agrícola italiano, o que aconteceu em Amendolara foi menos um choque do que uma confirmação.

Um sistema com raízes profundas
O «caporalato», termo italiano para designar o sistema de caporais, é uma das formas mais persistentes de exploração laboral do sul da Europa.
Intermediários criminosos, conhecidos como caporali, recrutam migrantes vulneráveis e colocam-nos a trabalhar em campos, armazéns ou estaleiros de construção por salários que podem ser inferiores a dois ou três euros por hora, sem contratos, sem proteções e sem qualquer recurso. Os trabalhadores são normalmente alojados em acampamentos improvisados e mantidos na linha através de dívidas, ameaças e isolamento.

Durante décadas, o sistema esteve associado aos grupos de crime organizado endémicos da Itália – a Camorra, a ’Ndrangheta e a Sacra Corona Unita. Algo mudou. O sobrevivente descreveu os seus agressores como membros de uma «grande máfia paquistanesa» que opera na região.

Os especialistas afirmam que o caso não é isolado e reflete uma transformação mais ampla do próprio sistema do caporalato.

O modelo criminoso paquistanês
«O crime organizado paquistanês opera principalmente através de grupos criminosos fluidos, mas muito agressivos, baseados em laços familiares, ligações clânicas e afiliações étnico-religiosas», afirmou Vincenzo Musacchio, professor de estratégias de combate ao crime organizado transnacional na Universidade Rutgers, em Newark, ao Euractiv.

O que torna estas redes difíceis de desmantelar é o seu alcance transnacional. O controlo começa frequentemente nas aldeias paquistanesas, onde as famílias contraem dívidas para garantir vistos ou autorizações de trabalho, muitas vezes através do regime italiano do decreto flussi, que os intermediários criminosos exploram prontamente. 

Uma vez em Itália, os migrantes vêem-se presos em empregos mal remunerados, com os familiares no país de origem a servirem de pressão contra qualquer resistência.

Fundamentalmente, não se trata de uma história de substituição, mas sim de divisão de tarefas: as máfias italianas mantêm o controlo do território e das finanças, enquanto as redes paquistanesas fornecem a força operacional.

«Para o crime organizado italiano, é particularmente conveniente delegar o trabalho sujo a redes estrangeiras», afirma Musacchio, acrescentando que as barreiras linguísticas e culturais criam um silêncio funcional que protege toda a cadeia de comando.

Como consequência, estas redes expandiram-se muito para além dos campos de morangos do sul, estendendo-se à logística, ao embalamento, à construção naval e à indústria gráfica no norte de Itália.

O seu veículo preferido é a cadeia de sub-contratação: grandes empresas italianas sub-contratam mão-de-obra a cooperativas de fachada que evadem impostos, privam os trabalhadores de todos os direitos e se dissolvem antes da chegada dos inspectores, apenas para reaparecerem com um novo nome.

«Isto é escravatura moderna», afirmou Musacchio ao Euractiv. «O controlo do capataz sobre a pessoa é total, ao ponto de determinar a sua própria existência. Na maioria dos casos, a vítima não tem alternativas reais: ou aceita a exploração, ou enfrenta consequências que podem ser fatais.»

Resposta limitada
Na sequência do caso Amendolara, a ministra do Trabalho, Marina Calderone, anunciou uma campanha abrangente de inspeções extraordinárias em todo o sector agrícola italiano, que se prolongará ao longo do Verão.

A Inspecção Nacional do Trabalho italiana já registou irregularidades em 74% de todas as inspeções realizadas em 2025, um número que parece menos uma prova de uma acção eficaz e mais um retrato de um sistema em que o trabalho ilegal é a norma.

A legislação italiana permite que os procuradores visem não só os capatazes, mas também as empresas italianas que lucram com os seus serviços. No entanto, Musacchio argumenta que, enquanto os canais de migração se mantiverem rígidos e facilmente contornáveis, as redes transnacionais manterão a sua vantagem estrutural.

Nível da UE
A natureza sistémica do problema, argumenta Musacchio, exige uma resposta que vá além de Roma. Como a UE assenta no princípio das competências atribuídas, o direito penal permanece nas mãos dos tribunais nacionais: Bruxelas não pode processar um único «caporale», mas pode, nas suas palavras, «asfixiar economicamente» o sistema.

As explorações agrícolas que recebem subsídios agrícolas da UE estão sujeitas a regras de «condicionalidade social» que exigem o cumprimento dos direitos laborais e das normas de segurança; quem for apanhado a explorar trabalhadores pode perder totalmente os fundos, o que, para muitas grandes empresas agrícolas, significaria a falência.

Bruxelas também tem influência mais a montante na cadeia de abastecimento, onde se encontram, de facto, as raízes do caporalato.

Os grandes retalhistas compram produtos agrícolas a preços extremamente baixos, reduzindo as margens dos pequenos produtores, que, por sua vez, transferem essa pressão para os trabalhadores nos seus campos. A negociação decorre frequentemente numa zona cinzenta de práticas comerciais desleais. 

Antes do final do ano, espera-se que a Comissão apresente uma revisão da directiva sobre esta matéria.

A Directiva da UE relativa à devida diligência em matéria de sustentabilidade empresarial exige que as grandes empresas monitorizem as suas cadeias de abastecimento quanto a violações dos direitos laborais, com multas indexadas ao volume de negócios global.

Uma diretiva separada sobre sanções aos empregadores obriga os Estados a punir as empresas que contratam trabalhadores em situação irregular, através da exclusão de contratos públicos e do encerramento de instalações.

«A UE tem o poder de agir sobre o perfil financeiro e as regras de mercado, tornando a exploração laboral um risco económico que as empresas já não podem suportar», concluiu Musacchio.

June 21, 2026

São todos grande faróis morais

 

E defensores dos direitos humanos. Entretanto,  Begoña Gómez, a mulher do PM espanhol de extrema-esquerda, Pedro Sánchez, está acusada de crimes graves:

- Tráfico de influência, corrupção económica, apropriação indevida e desvio de fundos públicos.

É claro que Sánchez não sabia de nada. É um puro. Ele nem sabia que a Begoña Gómez era sua mulher. Descobriu agora no jornal. Foi uma surpresa total.

Está sempre a falar contra a corrupção de Trump e nos jornais portugueses aparece como o grande farol moral com coragem de opôr-se a Trump.

O que gostava de saber é quem o financia. Que país ou colectivo, como agora se diz.

Uma opinião muito pessoal

 

As mulheres da extrema-esquerda do nosso país, que começa numa ala do PS, continua pelo Livre, PCP, BE e por aí fora, se vivessem no Irão, estavam nas fileiras da polícia dos costumes, vestidas de corvos da cabeça aos pés a perseguir raparigas e mulheres na rua, na escola e em todo o lado que andassem sem o pano na cabeça. Isto é uma impressão que tenho baseada nas suas posições favoráveis -ou pelo menos, não desfavoráveis e de grande tolerância- a estes regimes.


Deixa ver se percebi bem



Os imigrantes exigem que Portugal os receba, que lhes dê crédito, casa e que os ponham na FP e começam logo por chamar-nos xenófobos e fascistas. Isto é lá maneira de se dirigir a um país para onde se quer imigrar?

Deixa ver se percebi bem. A extrema-esquerda, como não conseguiu aprovar a lei de mandar censurar, multar e prender todos os que têm uma ideia diferente da sua quanto à imigração de grupos extremistas que por toda a Europa semeiam a fractura, os crimes de violação, de terrorismo e o ataque aos valores democráticos, veio para a rua gritar. 

Os imigrantes desta notícia exigem ter casa e crédito (pois, os portugueses também gostavam de ter), exigem um canal para chamar xenófobos e fascistas aos portugueses (como se vê aqui nos cartazes) e exigem entrar para a função pública... querem chegar, infiltrar-se e mudar as nossas leis, como fizeram em França e Inglaterra os extremistas da IM que entraram nos serviços públicos de controlo de imigração e no MAI desses países, na ordem das centenas de milhar e depois fizeram entrar os seus correligionários também na ordem de centenas de milhar e influenciaram as políticas sociais dos países.

Agora esses países estão no estado em que os vemos, com cidades inteiras como enclaves de outros países e culturas que lutam pela destruição do país que os acolheu: exigem a imposição da sharia, eliminar os cães, só ter comida halal, eliminar a cave de porco das cantinas e restaurantes, casamentos infantis, exigem leis de blasfémia, exigem que os professores não firam a sensibilidade islamita, exigem a deportação de judeus, etc.

Os imigrantes podiam ter-se juntado e pensado em maneiras de se integrar na nossa sociedade e contribuir para o seu desenvolvimento, mas não. Querem crédito, querem entrar na função pública e querem poder chamar fascistas e xenófobos aos portugueses e enfiá-los na cadeia, como fazem em França e Inglaterra. Chamam a isso, cumprir, de facto, as leis contra a discriminação. 

Se e quando são discriminados, façam como os outros todos: levem o caso a tribunal. De certeza que têm advogados que os ajudam na causa. Somos uma democracia de leis. As mulheres todos os dias são alvo de discriminação e no entanto, não exigem, em assembleias, casa, crédito e entrada na função pública. E não exigem a prisão de todos os que as discriminam.

Portugal já é conhecido por ser a porta de entrada da droga e do tráfico de pessoas na Europa desde a lei do senhor Costa e em vez de racionalidade e regulação de maneira a saber-se quem entra e aos que se concede entrada apoiá-los devidamente (exigindo rigoroso cumprimento das nossas leis seculares) estas 'assembleias', calculo que instrumentalizadas pela extrema-esquerda, querem o caos e a desregulação para poderem continuar com os seus negócios.

É preciso muito cuidado em não deixar entrar no país extremistas políticos, fanáticos religiosos como a IM e afins e grupos criminosos, como os grupos Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), traficantes de pessoas, traficantes sexuais e de droga. E muito menos deixá-los entrar na função pública ou nas polícias, o que seria um suicídio colectivo.


Imigrantes juntam-se em assembleia para pedir melhorias no sistema migratório português

Público



Lusa

Assembleia defendeu acesso ao crédito à habitação e a criação de uma plataforma de informações para cidadãos imigrantes, que permita denunciar abusos, por exemplo, no arrendamento e descriminação

Na leitura das conclusões, grupos de eleitos da assembleia defenderam o acesso ao crédito à habitação para a população imigrante, considerando o histórico bancário dos países de origem, ou a criação de uma plataforma de informações para cidadãos imigrantes, que permita denunciar abusos, em matérias como arrendamento ou discriminação.

"Os imigrantes não querem ser uma categoria ou um quadradinho num formulário, querem fazer parte do todo, querem fazer parte do país", afirmou uma das eleitas, na leitura das conclusões, que pediram também a "abertura de vagas nos serviços públicos" para imigrantes e que a justiça faça "cumprir, de facto, as leis contra a discriminação.

"A soberania não é um discurso, é a capacidade de se defender a si próprio"



O mito do poder ilimitado.
Durante décadas, o mundo viveu sob dois mitos opostos. Um deles era que a Rússia possuía uma máquina militar quase imparável. O outro era que o poder americano era praticamente ilimitado.
A realidade tem sido cruel para com os mitos.
A Rússia passou anos a projectar a imagem do segundo maior exército do mundo, mas quando avançou na Ucrânia, o mundo descobriu que a propaganda, a corrupção e as ameaças nucleares tinham ocultado profundas fraquezas.
Muito do que parecia ser um poder avassalador revelou-se uma ilusão.
Agora, está a emergir outra realidade incómoda.O presidente Zelensky revelou que os Estados Unidos produzem apenas cerca de 60 a 65 mísseis antibalísticos PAC-3 por mês. Durante o primeiro dia do conflito no Médio Oriente, o equivalente a cerca de dois anos de produção foi consumido em apenas 24 horas.
Isto não significa que a América seja fraca.
Significa que mesmo a potência militar-industrial mais forte do mundo tem limites. As fábricas têm limites. Os stocks têm limites. As cadeias de abastecimento têm limites.
A lição não é que os Estados Unidos estejam em declínio, tal como a lição da Ucrânia nunca foi que a Rússia fosse impotente. A lição é que a própria dependência é uma vulnerabilidade.
A Europa não pode construir a sua segurança partindo do pressuposto de que os Estados Unidos terão sempre mísseis, fábricas, vontade política ou atenção suficientes para combater múltiplas crises em simultâneo.

Precisamos do nosso próprio sistema europeu, independente e forte. E vamos construí-lo. Porque a soberania não é apenas um discurso, é a capacidade de se defender a si próprio.

 

 

E... russos continuam caindo de janelas...

 

Russos descobrindo os custos do imperialismo

 


❗⛽ ❗ Moscovo está a ficar sem petróleo

 

Quando não houver petróleo não há bombas.


Crimea a river

 



A partir das 9h00 de hoje, não há mais gasolina na Crimeia — para ninguém!!!
Aksenov, o governador da ocupação, declarou oficialmente: «Não há vendas a dinheiro nem com cartão, nem cupões, nem entregas a pessoas coletivas.» Apenas os serviços estatais continuarão a ser abastecidos. Razvozhayev, em Sebastopol, ainda tinha falado de «atrasos» esta manhã. 


Traduzido com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com

 

O Portugal dos pequeninos vê-se nas redes sociais

 

Aqui no rectângulo os partidos políticos são um espelho dos clubes de futebol com os seus fanáticos e as suas claques agressivas. 

A presidente da Câmara de Setúbal já tinha estado no cargo há uns anos. Nessa altura foi eleita pelo PCP. Era a encarnação viva do deus Marx, a última batata frita do pacote, ai de alguém que a criticasse, era logo malhado. Agora foi eleita como independente apoiada pelo PSD. 

Chamam-lhe, 'a dita independente', a laca, a loura. Na primeira página do jornal do sítio desta semana um tipo do PS diz em grandes letras que não tem capacidade para estar à frente do cargo. São os progressistas da esquerda que não aguentam ver uma mulher num cargo de poder. Desmaiam logo.

Nas redes sociais chamam-lhe tudo. Este ano houve derrocadas nas encostas da Arrábida por causa das chuvas. Ela mandou arranjar isso e tirou os carros da estradas para as praias. Todos os anos havia acidentes, queixas infindas porque todos levavam os carros para as praias e estacionavam no meio da estrada de tal modo que nem os autocarros nem as ambulâncias passavam. Ela proibiu a circulação de carros, aumentou os autocarros e quem quer ir vai de autocarro. 

Pois os sites das redes sociais criados para dizer mal dela põem fotografias das praias desertas -tiradas às 7 da manhã, talvez- a dizer que ela roubou as praias aos setubalenses a mando do capitalismo. Os mesmos comunistas que tinham antes votado nela dizem agora que não percebem como alguém votou nela.

Os comentários vão desde chamar-lhe vendida ao capitalismo até sugerirem pôr fogo à Herdade da Comenda (aquela que tem um pedido em tribunal para ficar com 5 praias) para acabar com o capitalismo. Os partidários do fogo são muitos.

No meio de centenas de comentários ordináros e agressivos lá aparecem alguns a dizer que é mentira, que todos os dias vão à praia, que os autocarros estão sempre a chegar cheios de gente e que só está vazia a zona  dos chapéus da área concessionada porque pedem 25€ por dia.

Enfim, é o Portugal dos pequeninos, com as suas claques de bater em alguém e pegar fogo porque não são do seu partido.


Montenegro devia considerar que a estratégia de juntar a oposição ao Chega foi um prego no caixão de Costa

 


Ministros atiram aos “empatas” e ao “chego-socialismo”, mas há um desalinhado


Isto assusta-me

 

O efeito dos smarphones no desenvolvimento humano e no direito à privacidade já é mau com imensos problemas, mas podemos sempre desactivar notificações guardá-lo num sítio qualquer onde não nos interrompa constantemente a vida não-digital, agora estes óculos significam ter o smartphone colado à cara com os predadores das Big Tech a verem o que estamos a ver, o que temos ao nosso redor e connosco, o que estamos a fazer, como e com quem e a poderem subverter a realidade projectando nos óculos-ecrã uma realidade qualquer que lhes interessa. É como estarem dentro do nosso cérebro a comandar a construção da realidade em nosso lugar. Isto é o sonho de qualquer Estaline. É assustador e espero que regulem esta nova ferramenta de ditadura do pensamento. Quais são as vantagens destes óculos para a vida das pessoas e para o desenvolvimento humano - ou as vantagens são inteiramente para os trilionários que destroem o mundo com a sua ganância, nas suas reuniões onde juntam políticos, investidores e reguladores que deviam proteger-nos dos abusadores como eles? Isso é que é preciso ver.


A nova vaga de óculos inteligentes

O lançamento de chips da Qualcomm específicos para óculos de realidade virtual e aumentada é mais um sinal de que podemos estar a chegar à era “pós-smartphone”.

Os óculos inteligentes deixaram de ser apenas um ecrã usado na cara. Começam a ser computadores de IA capazes de perceber o espaço em redor.

Isto é grave

 


O MAI, ex-chefe da PJ, não percebeu que um grupo terrorista ter uma lista de indesejáveis [a abater] onde constava o PM, políticos, jornalistas, a própria AR, etc., que seriam alvo de um ataque era um assunto de Estado que tinha de comunicar imediatamente ao PM? Agora desvaloriza dizendo apenas que houve uma falha e que não faz sentido o PM saber isto pelos jornais? Das duas uma: ou há aqui uma justificação do género, sabiam que alguém próximo do PM ia estragar a operação de desmantelamento do grupo ou, não sendo o caso, se eu fosse o PM perdia imediatamente confiança na capacidade deste senhor ajuízar situações.


Ameaça terrorista: Luís Neves diz que “houve uma falha” ao não avisar o gabinete do primeiro-ministro

Gina Pereira, Público

O ministro da Administração Interna, Luís Neves — que era director-nacional da Polícia Judiciária quando os seis elementos do grupo Movimento Armilar Lusitano foram detidos, em Junho do ano passado — admite que "houve uma falha" por parte das autoridades ao não avisarem o gabinete do primeiro-ministro quando se soube que aquele grupo admitia fazer um ataque com uma granada ao apartamento da família de Luís Montenegro em Lisboa.
(...)
Segundo Luís Neves, quando a operação Desarme 3D foi levada a cabo pela Polícia Judiciária, "aquilo que eram ameaças que eram latentes naquele momento foram transmitidas a quem tinham de ser transmitidas".

Contudo, o responsável admite que na parte final da investigação, após a análise de oito terabytes de prova digital, "houve outros elementos que vieram [ao conhecimento das autoridades] por força das perícias informáticas" levadas a cabo ao vasto material apreendido. 

Um dos cabecilhas do grupo era chefe da PSP e estava ao serviço da Polícia Municipal de Lisboa, o que lhe permitiria ter acesso a informação privilegiada.

O agora ministro da Administração Interna admite que, a partir do momento em que as autoridades tiveram conhecimento que o grupo tinha uma "lista de indesejáveis" — que incluía mais de 150 personalidades entre políticos, jornalistas, comentadores e activistas, bem como várias organizações e partidos políticos — e em que se soube que os suspeitos ponderavam um ataque com granada à casa do primeiro-ministro, além de uma invasão do Parlamento, o assunto deveria ter sido tratado "de outra forma".

"De facto, a comunicação poderia e deveria ter sido diferente, porque em matérias de Estado não faz sentido as pessoas serem informadas através da comunicação social. Há uma falha de comunicação", disse o ministro à RTP, garantindo que "sempre que houve ameaças latentes, essas comunicações existiram". Não se sabe até ao momento se o Corpo de Segurança Pessoal da PSP, que é responsável pela segurança do primeiro-ministro, tinha sido informado desta ameaça.

Questionado sobre se tomou alguma iniciativa após ter sido tornada pública esta situação, Luís Neves lembrou que, neste momento, já não tem a tutela da investigação criminal e considerou que a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, "fez o que tinha a fazer".

Na sexta-feira, a ministra da Justiça disse que já falou com os responsáveis do Ministério Público e da Polícia Judiciária, sobre o facto de o primeiro-ministro não sido informado das ameaças deste grupo de extrema-direita, o que deixou Luís Montenegro manifestamente incomodado.

A 17 de Junho de 2025, numa operação intitulada Desarme 3D, a Polícia Judiciária deteve seis pessoas ligadas ao grupo de extrema-direita e neonazi MAL, que era descrito como se fosse uma milícia armada e suspeito de actividades terroristas, discriminação e incitamento ao ódio e à violência. Esta semana, o Ministério Público acusou nove membros do MAL de terrorismo, sendo que o núcleo duro deste grupo era constituído por cinco elementos.

Na operação da Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT) da PJ foram apreendidos explosivos, armas brancas e armas de fogo. Foram ainda encontradas armas desenhadas em impressoras 3D com capacidade para disparar, algo inédito em Portugal, segundo afirmou então a directora da UNCT, Manuela Santos. Foram apreendidas quatro impressoras e material estimado em milhares de euros.


June 20, 2026

Se os ucranianos se enfiassem numa fila de tanques a caminho de Moscovo guardados por drones

 

Os russos ficavam a olhar e Putin fugia.


Well, well, well

 

Espanha: juiz decide que mulher do primeiro-ministro espanhol, Begoña Gómez, terá de ser julgada por acusações de corrupção.

Por Reuters

Foi-lhe proibido sair do país e tem de comparecer em tribunal a cada quinze dias até ao início do julgamento. 
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Os grandes faróis que aqui no burgo citam constante como exemplo superioridade moral...

Porque não se prendem os pedófilos, os violadores, etc.?

 

Porque estão nos governos, nas autarquias, nas instituições e em todo o lado. Ontem li que a Lolita Island de Epstein tinha reservas astronómicas de ácido súlfurico e que se pensa que serviam para dissolver os corpos das raparigas depois de se servirem delas até à morte. Tiravam-lhes os dentes para não poderem ser identificadas e dissolviam tudo em ácido súlfurico e atiravam para o mar. Um dia que tudo se saiba nem se vai acreditar no que fizeram esses homens todos. Excepto Epstein, nem um único foi acusado. O mundo ao contrário...


França: livrarias muçulmanas por todo o lado com livros a apelar à pedofilia, à escravatura sexual, à violência contra gays e a chamar prostitutas às europeias

 

Ninguém os incomoda porque seria islamofobia. Onde estão as feministas? Caladinhas e obedientes a estes machos cujo nome não se pode dizer. Até quando?


De onde vem o anti-semitismo?

 




Lidar com os factos

 

Em França todos os dias há 10 igrejas vandalizadas, algumas incendiadas até ao chão. Destroem as esculturas dos santos. Em Inglaterra e no Canadá e outros países do Norte da Europa não sei quantas são mas sei que há muitas porque aparecem constantemente nas notícias e nas redes socais. Quem vandaliza sistematicamente igrejas de culto diferente do seu são os islamitas radicais. Entraram no Afeganistão e destruíram os Budas de Bamiã, estátuas milenares. Entraram no Iraque, na Síria e destruíram os templos antigos - Palmira, Nínive... em seis anos destruíram tudo, desde templos, sítios arqueológicos e artefactos, decapitaram arqueólogos e outros defensores da cultura. Entraram agora na Europa e destroem igrejas e artefactos. A religião do livro do ódio manda destruir tudo o que não serve a Alá. É a jihad com os seus fachos de caos e morte. É preciso lidar com os factos.