June 21, 2026

Deixa ver se percebi bem



Os imigrantes exigem que Portugal os receba, que lhes dê crédito, casa e que os ponham na FP e começam logo por chamar-nos xenófobos e fascistas. Isto é lá maneira de se dirigir a um país para onde se quer imigrar?

Deixa ver se percebi bem. A extrema-esquerda, como não conseguiu aprovar a lei de mandar censurar, multar e prender todos os que têm uma ideia diferente da sua quanto à imigração de grupos extremistas que por toda a Europa semeiam a fractura, os crimes de violação, de terrorismo e o ataque aos valores democráticos, veio para a rua gritar. 

Os imigrantes desta notícia exigem ter casa e crédito (pois, os portugueses também gostavam de ter), exigem um canal para chamar xenófobos e fascistas aos portugueses (como se vê aqui nos cartazes) e exigem entrar para a função pública... querem chegar, infiltrar-se e mudar as nossas leis, como fizeram em França e Inglaterra os extremistas da IM que entraram nos serviços públicos de controlo de imigração e no MAI desses países, na ordem das centenas de milhar e depois fizeram entrar os seus correligionários também na ordem de centenas de milhar e influenciaram as políticas sociais dos países.

Agora esses países estão no estado em que os vemos, com cidades inteiras como enclaves de outros países e culturas que lutam pela destruição do país que os acolheu: exigem a imposição da sharia, eliminar os cães, só ter comida halal, eliminar a cave de porco das cantinas e restaurantes, casamentos infantis, exigem leis de blasfémia, exigem que os professores não firam a sensibilidade islamita, exigem a deportação de judeus, etc.

Os imigrantes podiam ter-se juntado e pensado em maneiras de se integrar na nossa sociedade e contribuir para o seu desenvolvimento, mas não. Querem crédito, querem entrar na função pública e querem poder chamar fascistas e xenófobos aos portugueses e enfiá-los na cadeia, como fazem em França e Inglaterra. Chamam a isso, cumprir, de facto, as leis contra a discriminação. 

Se e quando são discriminados, façam como os outros todos: levem o caso a tribunal. De certeza que têm advogados que os ajudam na causa. Somos uma democracia de leis. As mulheres todos os dias são alvo de discriminação e no entanto, não exigem, em assembleias, casa, crédito e entrada na função pública. E não exigem a prisão de todos os que as discriminam.

Portugal já é conhecido por ser a porta de entrada da droga e do tráfico de pessoas na Europa desde a lei do senhor Costa e em vez de racionalidade e regulação de maneira a saber-se quem entra e aos que se concede entrada apoiá-los devidamente (exigindo rigoroso cumprimento das nossas leis seculares) estas 'assembleias', calculo que instrumentalizadas pela extrema-esquerda, querem o caos e a desregulação para poderem continuar com os seus negócios.

É preciso muito cuidado em não deixar entrar no país extremistas políticos, fanáticos religiosos como a IM e afins e grupos criminosos, como os grupos Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), traficantes de pessoas, traficantes sexuais e de droga. E muito menos deixá-los entrar na função pública ou nas polícias, o que seria um suicídio colectivo.


Imigrantes juntam-se em assembleia para pedir melhorias no sistema migratório português

Público



Lusa

Assembleia defendeu acesso ao crédito à habitação e a criação de uma plataforma de informações para cidadãos imigrantes, que permita denunciar abusos, por exemplo, no arrendamento e descriminação

Na leitura das conclusões, grupos de eleitos da assembleia defenderam o acesso ao crédito à habitação para a população imigrante, considerando o histórico bancário dos países de origem, ou a criação de uma plataforma de informações para cidadãos imigrantes, que permita denunciar abusos, em matérias como arrendamento ou discriminação.

"Os imigrantes não querem ser uma categoria ou um quadradinho num formulário, querem fazer parte do todo, querem fazer parte do país", afirmou uma das eleitas, na leitura das conclusões, que pediram também a "abertura de vagas nos serviços públicos" para imigrantes e que a justiça faça "cumprir, de facto, as leis contra a discriminação.

No comments:

Post a Comment