July 23, 2020

Citação deste dia



"As feministas são o único grupo que se torna mais radical à medida que vão avançando na idade e isso acontece porque se tornam mais conscientes dos prejuízos que lhes causaram os preconceitos e discriminação que fazem delas cidadãs de 2ª categoria, sem os mesmo direitos e oportunidades que os homens."

ouvido agora mesmo numa entrevista à BBC a propósito do caso Epstein, da acusação a Ghislaine Maxwell e do envolvimento do príncipe André de Inglaterra, por Women’s rights attorney Gloria Allred, a heroine to many women, also has been called an opportunist, a media hound and more.

Livros - uma trilogia para as férias



Acabado de chegar.



Do not live half a life



“Do not love half lovers
Do not entertain half friends
Do not indulge in works of the half talented
Do not live half a life
and do not die a half death
If you choose silence, then be silent
When you speak, do so until you are finished
Do not silence yourself to say something
And do not speak to be silent”

― Half A Life by Khalil Gibran



Para os amantes do barroco - Jeanine De Bique canta Händel




July 22, 2020

Ice and fire



Incredible Cloud over the Glacier Lagoon in Iceland.


Communication is the key




Covid-19 - pôr as coisas em perspectiva



De facto, o perigo está em os ingleses virem para cá... dito isto, face a estes dados, o governo ter deixado que se criasse a impressão que a doença está descontrolada no país foi uma enorme falha política. Grande mesmo.




Acerca do chumbos dos dois miúdos



A senhora Julie engana-se em vários aspectos e o senhor secretário de Estado que diz não ter tido responsabilidade no chumbo das crianças não fala verdade.

A senhora Julie engana-se quando diz que os pais é quem escolhe o que os alunos aprendem e que as escolas só ajudam os pais a educar. A disciplina de Cidadania é obrigatória, como o é o Português e a Matemática e é por isso que os alunos em questão não podiam ter decidido não ir às aulas pois, por essa ordem de ideias, cada aluno escolhe a disciplina que lhe apetece ter ou não ter, o que obviamente não pode ser sob pena de não haver educação pública. Então assuma-se isso e cada família que contrate os seus professores para as disciplinas que entender. Agora, enquanto houver uma educação pública haverá sempre disciplinas obrigatórias.

Também se engana a senhora Julie quando diz em Portugal, ao contrário do que se faz nos EUA os alunos são obrigados e endoutrinados nas disciplina de religião e filosofia. Nenhum aluno é obrigado e ter aulas de religião (basta dizer que não querem no acto da matrícula) e a disciplina de filosofia tem um programa que é o oposto de endoutrinar. Não são os professores ou a escola que endoutrinam: este secretário de Estado é que se pensa o grande mentor do povo e não sabe governar sem endoutrinar e desvirtuar os processos da escola pública.

Outra questão é o comportamento do secretário de Estado que diz não ter responsabilidade no chumbo dos alunos por isso ser da responsabilidade do conselho de turma. Ora, como todos sabemos, este secretário de Estado não é forte em cumprir a legislação - no ano da greve de professores, quando defendia que devia ser proibido os professores fazerem greve, mandou que os directores se sobrepusessem às decisões dos conselhos de turma, o que, de facto, desobedece à lei e, com isso,  criou um precedente segundo o qual um diretor de uma escola pode, sem dar explicações a ninguém, mudar notas do conselho de turma, o que é ilegal, mas já foi feito às suas ordens.

Este comportamento do secretário de Estado é um péssimo exemplo de cidadania, a tal disciplina no centro da polémica, mas o senhor em questão é um autoritário -já o demonstrou várias vezes no passado- que se assumiu o papel de endoutrinador e pastor do povo escolar, sem respeito, nem por professores, nem pela lei, nem por pontos de vista diferentes do seu, como é o caso dos destes pais.

Por outro lado, não me parece prudente o que os pais fizeram de mandar os filhos faltar às aulas, nem me parece um bom exemplo pedagógico. Se estão em desacordo com a disciplina e os seus conteúdos, em vez de barrarem os conteúdos aos filhos, numa atitude de 'burka mental', seria melhor que tivessem mostrado aos filhos a sua perspectiva a partir de uma crítica daquela que aprendem na escola. Em alternativa podiam ter desencadeado iniciativas para tornar esta disciplina opcional. Isto a senhora Julie não percebeu: são os pais que estão a endoutrinar os filhos ao impedi-los de ouvir perspectivas diferentes das suas. 

Dito isto, é evidente que o secretário de Estado não devia ter mandado chumbar os miúdos que são bons alunos, ainda por cima, mas devia ter dado um exemplo de boa cidadania encontrando um compromisso com os pais, o que era muito fácil: os alunos passavam de ano mas teriam de ir assistir a umas aulas de cidadania no ano seguinte. O certo é que a sua 'solução' de vingança dos pais, por serem contra a sua disciplina coqueluche, prejudica os alunos, em primeiro lugar. Ora, a escola deve atender, em primeiro lugar, ao interesse dos alunos e não aos seus, só por ser uma pessoa com poder. 

O senhor secretário de Estado abusou do seu poder de uma maneira que não lhe fica bem, pois hoje em dia um aluno, por sua vontade, passa com todas as disciplinas negativas, se for preciso, mas depois chumba por não ter ido às aulas de cidadania? Esse furúnculo que ele mandou despoticamente que se introduzisse na escola sem nenhuma vantagem pedagógica?

A questão é que ninguém levanta um dedo quando os políticos do ME aparecem com as suas reformazinhas, mesmo que estraguem ou prejudiquem o que se fazia bem. Este senhor mais o triste do ministro que anda a reboque dele, andam a estragar os currículos escolares há anos, com as aprendizagens essenciais e com estas disciplinas que servem para nada. Ninguém diz nada. E isso é que está mal.

Há uma 'escola' que defende que os pais não deviam ser tidos nem achados na educação dos filhos porque ignoram o que é ensinar, como se ensina e que o que deve ser ensinado. Isto é, vê os alunos como 'filhos do país' a serem educados para servir o país, o que faz lembrar certas doutrinas socialistas e nacionais-socialistas. O secretário, certamente, faz parte dessa escola. Tenho colegas que defendem esta perspectiva, que me parece duma enorme arrogância. Depois há a oposta que defende exactamente o contrário: que os pais é que educam e escolhem o que os filhos devem aprender, como se os filhos fossem sua propriedade privada, o que me parece de uma enorme cegueira provinciana. Uns e outros são endoutrinadores sem respeito pela individualidade das crianças e jovens e pelo seu direito à auto-determinação.


Alunos de Quadro de Honra chumbados

Julie Machado

Por que razão dois alunos naturais de Famalicão, ambos com média de 5 valores, foram chumbados não um, mas dois anos escolares? Por um despacho assinado pelo secretário de Estado da Educação.

Então por que razão dois alunos naturais de Famalicão, no Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, no 9º e 7º anos, foram chumbados não um, mas dois anos escolares? Por que é que, se são ambos alunos com média de 5 valores, do Quadro de Honra e participantes vencedores de múltiplas Olimpíadas educativas, são obrigados a repetir toda a matéria, são colocados em turmas com alunos dois anos mais novos e terão de ficar com este chumbo de dois anos no seu currículo escolar?

Simplesmente porque não frequentaram uma disciplina, recentemente criada (ano lectivo 2018/2019) chamada Cidadania e Desenvolvimento (CD), pois os seus pais usaram um direito garantido na Constituição, que é a objeção de consciência.

O Ministério de Educação emitiu um despacho assinado pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, onde anula a decisão de os terem passado o ano passado, e os retêm neste ano escolar. Sendo assim, os dois alunos deveriam repetir dois anos escolares, desta vez, claro, frequentando a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

Quem, afinal, tem mais poder de decisão na educação das crianças: os pais ou o Estado? É uma pergunta que se tem repetido ao longo dos tempos e que continua a dividir a esfera política.

Citou o Artigo 36 da Constituição Portuguesa que diz que “os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos.” Alguns dos tópicos da disciplina Cidadania e Desenvolvimento são igualdade de género, interculturalidade, sexualidade e media e estes pertencem mais à responsabilidade educativa da família e não do Estado, especialmente se a ideologia do Estado não está em sintonia com a da família. Aliás, a escola está para ajudar a família no que for preciso para a educação (procura da Verdade) das crianças, e não para ultrapassar os seus limites e coagir pelo medo à frequência duma disciplina que vai contra a consciência dos pais. A Constituição determina que incumbe ao Estado, para proteção da família, cooperar com os pais na educação dos seus filhos (Artigo 67 da Constituição Portuguesa).

Neste contexto, gostaria de referir que frequentei a escola pública desde a primária até ao 12º ano na Califórnia, nos Estados Unidos da América. Recordo-me perfeitamente não de um, mas de muitíssimos alunos que não frequentavam as aulas que continham conteúdos semelhantes aos lecionados nesta disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. Eram alunos que provinham de ascendências diversas e religiões diversas, embora a maioria fosse cristã. Nem os alunos nem os pais eram ostracizados. Eram respeitados na sua diferença. Era um procedimento simples: os pais assinavam um formulário e os alunos não frequentavam a aula. Não se iniciava uma guerra fria pior do que a do século passado contra os pais. Até nas outras disciplinas, como ciência ou filosofia, o professor tinha cuidado para não interferir com a liberdade de pensamento individual dos alunos e respetivas famílias. 

Em Portugal, a situação é diferente. Artur Mesquita Guimarães é dos poucos pais (ou único?), que usa um direito imprescindível e essencial para a liberdade de todos que é a objeção de consciência. Artur Mesquita Guimarães é dos poucos que escreve cartas ao secretário de Estado, ao Primeiro Ministro e ao Presidente da Republica a denunciar a sua situação e a dos seus filhos perante a escola, ao usar este direito.

Este é um repto a todos os pais, para que estejam a par do que é lecionado nas disciplinas obrigatórias dos seus filhos e para que exerçam os seus direitos como educadores primários.


Deambulações - da nostalgia a Rothko, passando pelo 'metal' e a descoberta de um pintor




Um tema que anda a ocupar em permanência uma das windows abertas na minha mente é o da nostalgia, mais propriamente, como se pode ter nostalgia de sítios, tempos, realidades, situações que nunca tivemos, isto pressupondo -embora sem certezas, aliás com muitas interrogações- que a nostalgia é diferente da saudade, em que esta é a falta do que já se teve e a nostalgia é a falta do que nunca se teve ou terá, como aparece bem retratado nas pinturas chamadas, muitas vezes, 'ruínas antecipadas' de, Lorrain, Church, Hubert Robert ou Panini, por exemplo.

Hoje de manhã fui dar com um artigo acerca deste tema, mas que o aborda de um ponto de vista político, quer dizer, como os políticos se usam das distorções da memória nostálgica (o querer voltar a um tempo em que a realidade era melhor, supostamente) para fazer propaganda populista. Embora interessante, em si mesmo, não é o aspecto que a mim me interessa. Interessa-me o aspecto psicológico e filosófico do assunto.

Andava aqui a ler umas fontes que deixei abertas no computador (neste momento tenho 32 janelas abertas no pc - metade são artigos sobre este assunto - se os guardo nos marcadores nunca mais os leio) quando fui dar com esta pintura que faz lembrar as pinturas de  'ruínas antecipadas', por causa do arco mas com um elemento apocalíptico por causa do contexto diluviano:


Fui pesquisar o nome do autor e dei com a pintura seguinte, ainda mais impressionante:




Descobri que o autor é um polaco de 59 anos e se chama Mariusz Lewandowski. Esta pintura chama-se, Essence of Freedom e nota-se que o autor dá importância à questão do sentido da existência e que é sensível à herança da cultura greco-cristã. As suas pinturas têm todas este tom entre o apocalíptico, por causa da grandeza das cenas em contextos despojados e agrestes e o mítico, por causa das figuras humanas que evocam o drama da existência e da morte. Algumas das pinturas são ilustrações de albuns de música metal. É o caso desta última, capa do álbum, Mirror Reaper de uma banda chamada, Bell Witch, de que nunca tinha ouvido falar.

Fiquei com curiosidade em ouvir a música do dito álbum. Faz bastante tempo que deixei de estar a par do que se faz nesse género de música e só ouço, e pouco, bandas que já passaram o seu tempo, por assim dizer. Bem, fui dar com o álbum destes indivíduos, muito diferente do que costuma ser a música metal. 

O disco tem cerca de uma hora e meia com duas partes, 00:00As Above  e  48:03So Below. Começa com o som de sinos e um tom de beat profundo que lhe dá a atmosfera apocalíptica, mas depois evolui para uma espécie de coro a evocar a religiosidade de monges e uma atmosfera nostálgica.

O álbum é muito longo e a evolução é tão lenta que em vez de despertar emoções, desperta um estado de consciência meditativa, tal como as pinturas de Rothko, onde parece que nada se passa. Aliás, quando penso que são pessoas que estão a tocar a música, parece-me que devem estar num estado de consciência alterada para a tocarem desta maneira etérea.

Enfim, afastei-me do tema da nostalgia (hei-de lá voltar) mas descobri um pintor e uma banda que é uma espécie de Rothko musical. Muito bons.

Piadas Covid 😀




Alegoria de nostalgia



O Vento dobrou o deserto em pregas de uma saia plissada erguida como uma muralha a proteger as dunas quentes e cremosas, mesmo na orla do Oceano, para que não se dissolvam nas de seu oposto -as vagas- e desapareçam, submersas, indiferenciadas.

Meob.Bay-.Coastline of Namibia

Leituras pela manhã - acerca do papel da imaginação na extinção de memórias ameaçadoras



... que espoletam comportamentos desadaptados de medo e ansiedade.

Attenuating Neural Threat Expression with Imagination

The current study bridges the gap between the clinic and the laboratory and, in doing so, demonstrates that a scientific interrogation of imagination’s role in fear regulation may provide novel insight into how threat memories are represented, accessed, and modified by mental action.

Drawing across this wide range of evidence, we propose the following mechanism: imagination of the conditioned threat stimulus will activate stimulus-specific perceptual representations that will, in turn, engage the neurocircuitry that underlies threat acquisition: the vmPFC, hippocampus, amygdala, and NAc. In the absence of any danger, repeated imaginings will have the same effect as actual exposures—neural and physiological responses to the conditioned threat stimulus will diminish.
(...)
Nothing in the real world can be perfectly represented by the brain, but a “good enough” approximation allows one to predict and navigate their environment. Imagination is a process by which information about one’s environment can be simulated and reorganized in order to improve predictions and learn under reduced risk. Imagination, when reduced to this basic functionality, is not unique to humans. Animals demonstrate deliberation when making choices, and this deliberation is thought to be analogous to imagined simulations of possible outcomes (Redish, 2016). Moser and Moser (2011) demonstrate that the resting mouse will both “replay” past actions and “preplay” future ones in a maze task. Furthermore, 
Takahashi et al. (2013) show that rats imagine outcomes when inferring paths through a mechanism that requires the integration of reinforcement histories of environmental cues via the orbitofrontal cortex. The human brain, however, may use imagination to draw upon richer experiences and cognitive frameworks in order to influence memory, learning, emotion, decision making, expectations, and beliefs. In this way, imagination is a process that can inform the study of cognition and behavior in both human and non-human animals.

This investigation has strong implications for the treatment of anxiety and threat-related disorders. While the integration of imagination with exposure therapy is not new, our approach to threat simulation is. Clinical applications of imagination are not pure exposure tools: patients have expectations of recovery, they sometimes are trained to control their breath, and imagination may be combined with cognitive restructuring techniques, or other talk-based therapies (Craske et al., 2014). In this experiment, the only difference between the real and imagined extinction procedure is the existence of the external stimulus. This allowed us to directly test whether stimulus re-exposure is critical to extinction learning, or whether it can be internally simulated. We conclude that an internal simulation of a real-world experience can alter the way one responds to that situation in the future. Indeed, imagined exposures to threatening stimuli are effective in the reduction of learned threat responses and evoke a network of brain activation similar to real extinction. These novel findings bridge a long-standing gap between clinical practice and cognitive neuroscience. Once a topic reserved only for poets and philosophers, imagination is now being regarded by psychologists as an important cognitive tool for both decision-making and emotion regulation.

July 21, 2020

Flying swiftly



Alex.Colville

Nocturna






Não, ontem não, nem antes de ontem, nem no dia anterior



... mas já aconteceu, sim. Mas é raro.


— Wislawa Szymborska, in: Um Amor Feliz. (Companhia das Letras, 2016, pág. 255)











Metamorfoses surrealistas?




ahah Acho que esta é a Criação mais bizarra que já vi



The Creation of Eve. c.1480-c. 1493
Maestro Bartolomé (Spanish)
Oil on panel
The University of Arizona Museum of Art

Original commission by Cathedral of Ciudad Rodrigo, Spain.

Uma pintura diz muito da mentalidade, das crenças, das esperanças e dos medos de quem a fez.


Acho que nunca tinha visto uma 'Criação de Eva' tão... estranha.
Adão está a dormir ferrado depois do almoço (barriguinha cheia), Deus (a ostentar riqueza) e com ar de quem vai vomitar, abre-lhe uma cratera nas costelas que lhe deve ter levado o baço e mais qualquer coisa e faz sair de lá a Eva que, ou é da minha vista ou tem um dos peitos a sair directamente do pescoço. Vem já com um ar miserável, sabendo o que a espera no mundo dos homens da fé. Uma das pernas de Adão tem lá dentro um pão alentejano. Entretanto, uma vaca (os cornos da vaca têm muito que se lhe diga), um cavalo, um carneiro e um galo, estão demasiado interessados no buraco de Adão. Um leão com ar de demónio e um pássaro gigante de uma só perna gritam (o leão ruge). Lá atrás, uns corvos com ar ameaçador atacam-se uns aos outros. Se isto é o paraíso, vou ali e já venho. 
Esta obra foi uma encomenda, o que significa que alguém a viu e deu o ok a esta visão bizarra da Criação de Eva enquanto Adão cochila com um pão alentejano na perna :))) 
Esta pintura faz-me lembrar aquela música popular açoriana que começa assim:

Eu nasci à Sexta-Feira
de barbas e cabeleira
mais parecia o Anti-Cristo
até o senhor padre cura
que é homem de sabedura
nunca tal houvera visto.

Fantásticamente bizarro e revelador. Agora ando a namorar um livro de preço proibitivo, mesmo tendo em conta as 800 páginas ilustradas e os textos excelentes:


- a maneira como um período de um milénio e qualquer coisa imaginou o paraíso e o inferno com os seus anjos e demónios explica muito dos percursos da construção humana.


Angelus & Diabolus


Life options


















Filosofia...

Shattered



... but with life inside, hence, hopeful.

photo-by-Joao-Freitas-Valle

Já começou



Ainda o dinheiro não chegou e já fogem de prestar contas. Vai uma vez a cada dois meses para não se incomodar com essa chatice da democracia e depois, há partidos que só têm 3 minutos para fazer perguntas... enfim... o PSD já se está a ver com a mão no saco do dinheiro porque 7 anos é muito tempo... uma pessoa queria muito ter respeito pelos políticos do país mas é difícil...


"Bloco central" aprova fim dos debates quinzenais. Primeiro-ministro no Parlamento só uma vez a cada dois meses /premium

Votação ainda vai ser confirmada esta tarde, e ratificada em plenário na quinta. Certo é que a partir de setembro, o PM deixa de ir ao Parlamento a cada 15 dias. "Bloco central" uniu-se contra todos.