da Papua Nova Guiné.
da Papua Nova Guiné.
Some melodies are so beautiful that they make you think of heaven. Ennio Morricone wrote one such melody for “Once Upon a Time in the West.” Through Patricia Janečková’s voice, the music becomes even more moving. pic.twitter.com/kAPPUfG6jF
— 𝗖𝗹𝗮𝘀𝘀𝗶𝗰𝗮𝗹 𝗠𝗲𝗹𝗼𝗱𝗶𝗲𝘀 (@Old_But_Gold50s) September 20, 2026
Dolly Parton, de férias na Irlanda, entra num pub no condado de Kerry e pedem-lhe para cantar uma canção. O tipo que toca guitarra é o Steve Cooney, a canção é Coat of Many Colors. Acho que foi em 1990.
Etérea, celestial. Se calhar a harmonia das esferas funciona ao contrário: em vez do movimento dos corpos celestes criar uma harmonia sonora baseada em proporções numéricas, é a música que cria a harmonia do movimento das esferas.
Este rapazinho que se apresenta com o nome (artístico?) de Ransom Riffs tem 4 anos e compôs uma série de músicas sobre cores, como verde garrafa ou céu cinza - que é esta. Toca com virtuosismo peças complexas. É tão inacreditável que quando vi pensei que fosse uma criação de IA e fui pesquisar. Pois, antes de mim, todos os outros que o descobriram pensaram o mesmo. Os pais têm vídeos no seu website e página de Instagram a interagir com ele para provar que ele é um humano de carne e osso, se bem que muito diferente dos outros miúdos vulgares. Um prodígio. Um Mozart actual?
Morreu ontem Ileana Cotrubaş, uma grande soprano operática, nascida na Roménia. Conhecida pela sua voz doce, muito pura e expressiva e pela sua sensibilidade dramática.
Ms. Cotrubas in 1981 in her costume as Violetta in Verdi’s “La Traviata,” the role for which she was best known. Credit...Jack Mitchell/Getty Images (do NYT)
Essa cultura milenar que o islamofascismo tenta destruir com perseguições, assassinatos, tortura, barbarismo e violações e não consegue.
Freddie Mercury es inmortal para muestra un botón 😍❤️ pic.twitter.com/2FsXnUal7w
— Nostalgia82 (@Nostalgia822) July 5, 2026
Aqui fica uma música para lembrar que a Europa é um conjunto de países, cada um com a sua maluqueira mas que no conjunto funciona, quando se une.
Com uma diva, o guitarrista Pablo Sainz-Villegas. Depois de tocar o Concerto e antes de um encore entrou no palco, sentou-se, tirou uma lima do bolso e pôs-se a limar as unhas... 'nunca tal houvera visto' como diz a música popular. Enfim, gostei. Achei a afinação da guitarra num tom muito baixo e fazia umas pausas demasiado grandes em certas passagens - para o meu gosto claro - mas foi bom, evidentemente e teve momentos muito emocionantes. O que ele tocou de um modo extraordinário foi o encore: a 'Jota Aragonesa'. Absolutamente extraordinário. Há uma altura em que faz um efeito a dedilhar as cordas que parece o rufar de tambores. Muito bom. O concerto foi filmado pela RTP e passou em directo no site da Gulbenkian.
Fica aqui a Gran Jota de Tárrega. A Jota é uma música popular que existe em todas as regiões de Espanha, sendo a Jota Aragonesa a mais conhecida e famosa. É cantada em zarzuelas. E na praça de touros de Valência, ao quinto touro, toda a gente a canta.
John Fogerty dos Creedence Clearwater Revival, a cantar uma música que compôs e é por demais conhecida.
No rehearsals, no warm ups, 74 year old and still sound amazing. That's talent at its best.
— Rock'n Roll of All (@rocknrollofall) February 23, 2026
Music is the closest thing we have to a time machine. pic.twitter.com/tKESjEez24
Esta voz é de Clare Torry, uma vocalista e música que improvisou esta performance emocional sobre a impressão da morte, arrancada às suas entranhas, a pedido da banda, durante a gravação desta música, The Great Gig In The Sky, no famoso estúdio de Abbey Road.
| Em latim | Em português |
| O Fortuna, | Ó Sorte, |
| Velut Luna | És como a Lua |
| Statu variabilis, | Mutável, |
| Semper crescis | Sempre aumentas |
| Aut decrescis; | Ou diminuis; |
| Vita detestabilis | A detestável vida |
| Nunc obdurat | Ora oprime |
| Et tunc curat | E ora cura |
| Ludo mentis aciem, | Para brincar com a mente; |
| Egestatem, | Miséria, |
| Potestatem | Poder, |
| Dissolvit ut glaciem. | Ela os funde como gelo. |
| Sors immanis | Sorte imensa |
| Et inanis, | E vazia, |
| Rota tu volubilis | Tu, roda volúvel |
| Status malus, | És má, |
| Vana salus | Vã é a felicidade |
| Semper dissolubilis, | Sempre dissolúvel, |
| Obumbrata | Nebulosa |
| Et velata | E velada |
| Michi quoque niteris; | Também a mim contagias; |
| Nunc per ludum | Agora por brincadeira |
| Dorsum nudum | O dorso nu |
| Fero tui sceleris. | Entrego à tua perversidade. |
| Sors salutis | A sorte na saúde |
| Et virtutis | E virtude |
| Michi nunc contraria | Agora me é contrária. |
| Est affectus | Dá |
| Et defectus | E tira |
| Semper in angaria. | Mantendo sempre escravizado |
| Hac in hora | Nesta hora |
| Sine mora | Sem demora |
| Corde pulsum tangite; | Tange a corda vibrante; |
| Quod per sortem | Porque a sorte |
| Sternit fortem, | Abate o forte, |
| Mecum omnes plangite! | Chorai todos comigo! |
O Concierto de Aranjuez para guitarra é uma experiência da vida do maestro Rodrigo. Joaquín Rodrigo ficou cego aos três anos de idade. Estudou música e conheceu em Paris a sua futura mulher, Victoria Kamhi, uma pianista. Perderam o filho à nascença e a sua mulher ficou muito doente. Nessa altura, numa inspiração sublime pergunta (com a sua guitarra) a Deus (a orquestra) porque é que o filho morreu, porquê tanta dor. A orquestra responde-lhe. O concerto é um diálogo entre um homem e o seu Deus.
Martha Argerich fez 84 anos há uns dias.