Dado que os nossos jornais estão inundados de artigos anti-semitas que normalizam o terrorismo do Hamas e a lei sharia, aqui vai uma perspectiva do outro lado.
Dado que os nossos jornais estão inundados de artigos anti-semitas que normalizam o terrorismo do Hamas e a lei sharia, aqui vai uma perspectiva do outro lado.
Andrew Boyd -Professor universitário / Professor assistente (2013–presente) - mora em Israel (2005-presente)
O que o mundo não percebe sobre Israel
Em vez de dobrar o joelho a terroristas e a pessoas que têm descarnado a ONU do seu poder de influência positiva por vassalagem a terroristas.
"Singapore will recognise the state of Palestine when it has an effective government that accepts Israel's right to exist. It must also categorically renounce terrorism."
— 𝐍𝐢𝐨𝐡 𝐁𝐞𝐫𝐠 ♛ ✡︎ (@NiohBerg) September 23, 2025
Unlike the West, Singapore seems to still have some common sense.
Don't reward terrorism. Simple. pic.twitter.com/CyBzhJQe2W
O Egipto acaba de confirmar que NÃO abrirá a sua fronteira com Gaza para permitir que crianças e mães palestinianas em Gaza escapem ao que o Egipto chama de «genocídio». O Egipto também acaba de confirmar que não permitirá que crianças palestinianas que precisam de comida caminhem com as suas mães até ao Egipto, onde há comida em abundância. A razão para essas restrições, segundo o Egipto, é que o deslocamento de crianças e mães palestinianas que vivem em tendas em Gaza seria desonroso. As crianças palestinianas devem continuar a sofrer pela «causa da Palestina», afirmou o Egipto. https://reuters.com/world/middle-east/
O muro de Trump, ao pé deste que impede palestinianos de poderem entrar no Egipto, é uma brincadeira.
Egypt has armed soldiers and multiple layers of electrified fences and walls preventing Gazans from crossing into Egypt from Gaza.
— Eyal Yakoby (@EYakoby) August 26, 2025
Not one media outlet has reported on this.
pic.twitter.com/CvWhYwnWAF
Os métodos que o Hamas usa para sacrificar as crianças de Gaza em nome da Jihad e para que a imprensa global culpe Israel e demonize os judeus, ou são excelentes ou é essa imprensa global e os políticos que são medíocres.
Israel foi atacado, declararam-lhe guerra. Israel avisa os palestinianos onde vai atacar e diz-lhes qual o sítio mais seguro para irem - estamos a falar de distâncias de 5km ou 7km. O Hamas bloqueia as estradas para os palestinianos não poderem fugir. Um líder do Hamas diz publicamente que serão precisos, pelos menos 40.000 mártires para pôr o mundo contra Israel e do lado deles. O Hamas dispara Rockets que matam palestinianos. Diz na imprensa que Israel disparou e matou meio milhar de palestinianos. Guterres vem a correr gritar contra Israel para a TV, a imprensa segue-o. No dia a seguir sabe-se a verdade. Ninguém se interessa pela verdade. O Hamas rouba os canos de água de Gaza para fazer armas e culpa Israel de não ter água. O Hamas diz publicamente que não quer saber dos palestinianos porque são refugiados e não têm nenhuma responsabilidade com refugiados, a ONU que trate delles. Israel é dado como culpado. O Hamas constrói uma rede de túneis mais extensa que o metro de Londres, sob hospitais, creches, escolas, etc. Depois diz a Israel que não pode atacá-los dado terem o povo todo como refém em cima dos túneis. É aí também que tem os reféns israelitas escondidos. Israel é declarado culpado do Hamas ter túneis para matar palestinianos e ganhar força na imprensa. Desde o início da guerra já entraram 92.000 mil camiões de ajuda humanitária em Gaza. O Hamas reclama ser o único distribuidor da ajuda, com a ONU. Quando aparecem outras organizações e até se atira a ajuda do ar, para que qualquer um a possa apanhar sem ter de ir aos pontos de distribuição, a ONU e o Hamas acusam Israel de querer matar palestinianos com ajuda humanitária. Entretanto, deixam as paletes apodrecer ao sol para culparem Israel e o mundo vai atrás e culpa Israel. Nenhum dos países que fazem fronteira com Gaza se dispõe a ajudar, seja na ajuda humanitária, seja a receber palestinianos. Israel também é culpado dos outros países não ajudarem. O Hamas reclama o direito a ser ajudado pelas pessoas a quem atacou e declarou guerra e de quem assassinou e raptou civis e ainda reclama o direitos de não libertar os reféns, e de o mundo aceitar que possam asfixiar os bebés raptados e violar diariamente as mulheres que mantêm presas, não só nos túneis mas em casas de pessoal da UNWRA, ou seja, da ONU. Toda a gente acha aceitável. Os líderes do Hamas, cada um a valer biliões, vivem em hotéis de luxo no Qatar e exigem que no cessar-fogo Israel se comprometa a não os matar e apenas matar palestinianos vulgares.
Podia ficar aqui o dia todos a enumerar os crimes do Hamas desde o 7 de Outubro e mesmo assim, a imprensa, liderada pelo Hamas e pela ONU (há alguma diferença...?) culparia Israel de todos eles. É a primeira vez na história que um país atacado é declarado responsável pela ajuda humanitária do atacante, sem que mais nenhum país vizinho tenha a iniciativa de receber refugiados ou deixar entrar comida pela sua fronteira.
De facto o Hamas e os seus maiores apoiantes, os iranianos e outros islamitas extremistas, tiveram a inteligência de se infiltrar nas instituições internacionais e nacionais de muitos países europeus e estão a ganhar essa guerra dos media.
Ontem li este artigo de um tal Luís Osório
Como podem os judeus fazer o que lhes fizeram?
O que agride mais em Gaza é a circunstância deste genocídio ser feito por filhos, netos e bisnetos de quem sofreu na pele a tentativa de genocídio nazi. O que choca é compararmos as imagens dos judeus famintos em 1945 com as crianças esfomeadas na Palestina, e percebermos que são a mesma face de uma alma humana em putrefação.
Sentimo-nos desiludidas por outras mulheres em todo o mundo. Se a norma é acreditar nos sobreviventes e nas testemunhas, não há desculpa para ficar calado. No entanto, neste caso, foi utilizada uma norma diferente e as vítimas perderam-se na politização. O facto de tantos terem mantido o silêncio ou mesmo negado o que aconteceu foi devastador e um grave fracasso dos direitos humanos internacionais.
A violência sexual nos conflitos tem a ver com a destruição e a desumanização de uma comunidade, pelo que a ideia de que é necessário encontrar um perpetrador específico que tenha feito mal a uma vítima específica é irrelevante. Dizer ‘Quando me juntei ao Hamas, só queria assassinar mulheres e crianças, mas sou contra a violação’ é ridículo. Tudo o que foi feito no âmbito do ataque é da sua responsabilidade.O relatório apela ao Secretário-Geral da ONU para que envie uma missão de apuramento dos factos à luz dos testemunhos e para que inclua o Hamas na lista negra do relatório anual da ONU sobre os designados por utilizarem a violência sexual como arma de guerra.
ONU: há 14 mil bebés em risco de morrer de fome em Gaza nas próximas 48 horas
O chefe da missão humanitária da ONU em Gaza apela à autorização de entrada de mais camiões com alimentos. Reino Unido, Canadá e França ameaçam Israel com sanções perante violência “desproporcionada”. (Público)
Um alto funcionário humanitário da ONU, Tom Fletcher, disse ontem à BBC que 14.000 bebés em Gaza poderiam morrer nas próximas 48 horas se não fosse permitida a entrada de ajuda mas, mais tarde, a ONU retratou-se das suas afirmações. (NYT)
As cidades arrasadas e mais de 50.000 palestinianos mortos configuram um massacre de população absolutamente inaceitável que nem sequer o argumento de sobrevivência de Israel justifica. Outros meios e outras acções haveria para atingir os mesmos fins. (A. Barreto in Público)
Acho que o MNE esteve muito bem, em tudo o que disse. Também me parece cedo para reconhecer o Estado da Palestina porque neste momento o que existe é o Estado dos terroristas do Hamas e enquanto os palestinianos não derem passos reais para se livrarem de terroristas e mostrarem que querem e podem construir um Estado de paz, têm que ser tutelados. Esta é a realidade.
⚠️BREAKING: Bill Clinton tells the truth about the Palestinians and how they rejected every peace offer from Israel.
— Vivid.🇮🇱 (@VividProwess) October 31, 2024
This is a must-watch and a must-listen.pic.twitter.com/ixc9Fgh7Zt
Eles transformaram-se em monstros
Na maioria dos relatos da guerra em Gaza, a guerra nom começa onde começou. A guerra nom começou em Gaza. A guerra começou em 7 de outubro, exatamente 50 anos depois que o Egito e a Síria invadiram Israel. Os terroristas palestinianos do HAMAS cometeram um massacre inimaginável em Israel. Eles filmaram-se como heróis e celebraram o seu banho de sangue. As celebrações da sua vitória continuaram em Gaza, onde os terroristas arrastaram reféns gravemente espancados e os apresentaram como espólios de guerra à exultante populaçom palestiniana. Esta alegria macabra estendeu-se a Berlim. No distrito de Neukölln houve danças de rua e a organizaçom palestiniana Samidoun distribuiu doces. A Internet fervilhava de comentários felizes.Mais de 1.200 pessoas morreram no massacre. Após torturas, mutilações e violações, 239 pessoas foram raptadas. Este massacre do HAMAS é um descarrilamento total da civilizaçom. Há um horror arcaico nesta sede de sangue que nom pensei mais ser possível nestes tempos. Este massacre tem o padrom de aniquilaçom através de pogroms, um padrom que é conhecido polos Judeus há séculos. É por isso que todo o país ficou traumatizado, porque a fundaçom do Estado de Israel pretendia proteger contra estes pogroms.A obsessom dos mulás e do HAMAS pola guerra é tão generalizada que -quando se trata do extermínio dos Judeus- transcende até mesmo a divisom religiosa entre xiitas e sunitas.
A populaçom nom tem quase nada além do martírio. Militares mais religiom como vigilância total. Em Gaza nom há literalmente lugar para opiniões divergentes na política palestiniana. O HAMAS expulsou todas as outras correntes políticas da Faixa de Gaza com umha brutalidade incrível. Após a retirada de Israel da Faixa de Gaza em 2005, membros da Fatah foram atirados dum edifício de quinze andares como medida de dissuasom.
Em vez dumha rede social para a populaçom, o HAMAS construiu umha rede de túneis sob os pés dos palestinianos. Mesmo em hospitais, escolas e creches financiados pola comunidade internacional. Gaza é um quartel militar único, um estado profundo de antissemitismo subterrâneo.
No Irão há um ditado: Israel precisa das suas armas para proteger o seu povo. E o HAMAS precisa que o seu povo proteja as suas armas.
"Ganz normale Männer"
Desde 7 de outubro, penso continuamente num livro sobre a era nazista, o livro "Ganz normale Männer", de Christopher R. Browning. Descreve a aniquilaçom de aldeias judaicas na Polónia polo 110º Batalhom da Polícia de Reserva, quando as grandes câmaras de gás e crematórios de Auschwitz ainda nom existiam. Foi como a sede de sangue dos terroristas do HAMAS no festival de música e nos kibutzim. Num único dia de julho de 1942, os 1.500 habitantes Judeus da cidade de Józefów foram massacrados. Crianças e bebés foram baleados na rua em frente às suas casas, idosos e doentes nas suas camas. Todos os outros foram levados para a floresta, onde tiveram que se despir e rastejar no chão. Eles foram ridicularizados e torturados, depois baleados e deixados na floresta sangrenta. O assassinato tornou-se maligno.
O livro é intitulado "Ganz normale Männer" (Homens bastante normais) porque este batalhom policial de reserva nom era composto por homens da SS ou soldados da Wehrmacht, mas por civis que nom eram mais considerados aptos para o serviço militar por serem muito velhos.
E há outra cousa que me vem à mente e que me lembra os nazistas: o triângulo vermelho na bandeira palestiniana. Nos campos de concentraçom era o símbolo dos prisioneiros comunistas. E hoje? Hoje pode ser visto novamente em vídeos do HAMAS e nas fachadas de edifícios em Berlim. Nos vídeos é usado como um chamado para matar. Nas fachadas marca objetivos que devem ser atacados. Um grande triângulo vermelho paira sobre a entrada do clube de techno "About Blank". Durante anos, refugiados sírios e gays israelitas dançaram aqui normalmente. Mas agora nada é mais normal. Agora o triângulo vermelho grita na entrada.Também me pergunto se os estudantes de muitas universidades americanas sabem o que estão a fazer quando gritam nas manifestações: "Nós somos o HAMAS" ou mesmo "Querido Hamas, bombardeie Telavive!" ou "Vamos voltar a 1948."Estou horrorizada que os mesmos manifestantes demonstrem hoje solidariedade para com o HAMAS. Parece-me que já nom compreendem a contradiçom abismal do conteúdo. E pergunto-me porque é que eles nom se importam com o facto de o HAMAS nom permitir a menor manifestaçom polos direitos das mulheres. E que no dia 7 de outubro as mulheres violadas foram expostas como espólios de guerra.
No campus da Universidade de Washington, os manifestantes jogam o jogo coletivo "Tribunal Popular" para se divertir. Os representantes das universidades são julgados por diversom. Entom chegam os vereditos e todos gritam em coro: “Para a forca” ou “para a guilhotina”. Há aplausos e risadas, e eles chamam o seu acampamento de “Lugar dos Mártires”. Na forma de acontecimentos, celebram a sua própria estupidez coletiva com a consciência tranquila. É de se perguntar o que é ensinado nas universidades hoje.Lars Henrik Gass afirma, com razom, que estamos atualmente a viver umha regressom no debate político. Em vez do pensamento
No romance "Doktor Faustus", de Thomas Mann, diz-se que o nacional-socialismo "tornou tudo o que era alemão insuportável para o mundo". Tenho a impressom de que a estratégia do HAMAS e dos seus apoiantes é tornar tudo o que é israelita e, portanto, tudo o que é judeu, insuportável para o mundo. O HAMAS quer manter o antissemitismo como um clima global permanente. É por isso que ele também quer reinterpretar a Shoah. Ele também quer questionar a perseguiçom nazista e a fugida de resgate para a Palestina. E, em última análise, o direito de Israel existir. Esta manipulaçom chega ao ponto de afirmar que a memória alemã do Holocausto serve apenas como umha arma cultural para legitimar o “projeto de colonizaçom” branco-ocidental de Israel. Estas inversões a-históricas e cínicas da relaçom autor-vítima pretendem impedir qualquer diferenciaçom entre a Shoah e o colonialismo. Com todas estas construções acumuladas, Israel já nom é visto como a única democracia no Próximo Oriente, mas como um Estado modelo colonialista. E como um eterno agressor, contra quem se justifica o ódio cego. E até o desejo de sua destruiçom.
político, prevalece umha compreensom esotérica da política. Por trás disso está o desejo de consistência e a pressom para se conformar. Também no cenário artístico tornou-se impossível diferenciar entre defender o direito de existência de Israel e, ao mesmo tempo, criticar o seu governo.
É por isso que nem sequer se considera se a indignaçom global face às numerosas mortes e sofrimento em Gaza nom faz parte da estratégia do HAMAS. Ele está surdo e cego ao sofrimento do seu povo. Porque outro motivo ele atiraria na fronteira de Kerem Shalom, onde chega a maior parte dos suprimentos de ajuda? Ou porque dispararia contra os estaleiros de construçom dum porto temporário, onde a ajuda chegará em breve? Nom ouvimos umha única palavra de simpatia polo povo de Gaza por parte do Sr. Sinwar e do Sr. Haniye. E em vez dum desejo de paz, apenas exigências máximas que eles sabem que Israel nom pode cumprir. O HAMAS aposta numha guerra permanente com Israel. Seria a melhor garantia da sua continuidade. O HAMAS também espera isolar Israel internacionalmente, custe o que custar.A autora leu este texto no Fórum de 7 de outubro sobre “Cultura Judaica na Suécia”, realizado em Estocolmo em 25 de maio.
Marcelo Rebelo de Sousa começou por notar que "Portugal defende desde há muito tempo, na linha das Nações Unidas, a existência de dois povos e dois Estados" e tem dado vários passos nesse sentido.
Marcelo lembrou que "Portugal deu em determinado momento um passo quando entendeu que a Palestina devia ser associado, em termos de estatuto, no quadro do regime jurídico das Nações Unidas" e "deu agora outro passo, quando entendeu que [a Palestina] devia passar a membro de pleno direito nas Nações Unidas", numa votação a 10 de maio na Assembleia Geral da ONU, que foi, aliás, "esmagadora", notou.
"Perguntam-me: «e o passo do reconhecimento como Estado?» A posição de Portugal, e que não é a posição do Governo, ou do Parlamento, ou do Presidente, é a posição de Portugal como um todo, é a de entender que, dados estes passos nos momentos em que foram dados, não é este o momento adequado para dar esse passo. Quando for adequado, será adequado", disse o chefe de Estado, que se encontra numa visita de dois dias a Itália.
DN