May 30, 2025

1973 - Golda Meir em entrevista

 

Os israelitas aceitaram a solução de dois Estados na partição de 1947. Os Árabes, que estão em países formados muito recentemente, a maioria dessa época entre guerras, é que nunca aceitaram. Quando se fala nos direitos do povo palestiniano, está a falar-se da história muito recente porque o que existia na Palestina (que já foi o reino de Israel muito antes de Cristo) eram hebreus, árabes e outros. 

O facto de se chamar Palestina não quer dizer que lá houvesse um povo palestiniano (o que hoje é Portugal também já se chamou Hispânia mas nunca houve aqui espanhóis). De há umas décadas para cá é que começaram a chamar-lhe palestinianos como se fossem um povo à parte com uma origem e língua próprias - mas não, são árabes e falam o árabe. 

Isso não lhes retira o direito de terem uma terra sua, mas a questão é que eles ( mais todos os outros árabes à volta) não aceitam que os israelitas vivam numa parte da terra. E desde a época da partição, de vez em quando juntam-se todos e fazem guerra aos judeus. E usam mártires, que é uma estratégia que faz parte da sua cultura islâmica. E de cada vez os judeus ganham a guerra e é isso que eles não engolem. 


Quando olhamos para o mapa da expansão do islão (enquanto os europeus fazem mea culpa pela colonização os islamitas estão em plena cruzada demolidora), percebemos que os árabes não querem ali ao seu lado um povo de religião diferente, a viver em democracia, com eleições, onde as mulheres têm direitos, têm uma profissão, estão na política, no exército, não são obrigadas a casar, não podem ser vendidas como escravas sexuais... São como os russos que não querem ali à volta deles democracias para o povo não ter ideias. E a ONU tem sido cúmplice disto.


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