Na Suécia, num lar de idosos, nenhum membro do pessoal falava sueco. Chamaram uma ambulância mas não foram capazes de comunicar com o pessoal da ambulância nem com os idosos. Uma enfermeira de ambulância descreve num relatório de incidente como a comunicação foi quase impossível.
Foram ao lar de idosos para recolher um paciente com demência e suspeita de sépsis, mas não conseguiram comunicar com os funcionários, que não falavam sueco e falavam a sua própria língua entre si.
A nova esquerda neocolonialista pensa que ser obrigatório os imigrantes aprenderem a língua do país que os acolhe é racismo, serem educados nas leis e valores dos países que os acolhe, nomeadamente no que respeita ao comportamento com as mulheres, ao porte de armas brancas, aos crimes sexuais e de roubos, é tudo racismo. Controlar quem entra e impedir a entrada de pessoas com cadastro é racismo. Preferem esconder os factos, como na Inglaterra e na Suécia.
Uma pergunta: que mulher se sentiria segura, num lar ou numa enfermaria de um hospital, estando incapaz de se defender, se o pessoal fosse, homens islamitas, paquistaneses, afegãos e outros islamitas que seguem os ensinamentos do profeta do ódio, controlo e tortura das mulheres, gente para quem a violação das mulheres, sobretudo não-islâmicas, é algo positivo?
Outrage in Sweden after it was revealed that not a single member of the staff at a nursing home could speak Swedish.
— Visegrád 24 (@visegrad24) August 22, 2025
When ambulance personnel responded to a call at a nursing home in Västerås, they were met by staff who couldn’t speak Swedish.
A dementia patient with suspected… pic.twitter.com/XDFFesXbD9
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