February 20, 2026

A violência da direita é o mal radical, mas a de esquerda é catita e recomenda-se



Isabel do Carmo (parte 1): “No combate à ditadura tive medo. Mas se não resistisse, morreria aos meus olhos. Perderia a dignidade”

Isabel do Carmo é uma das mulheres que ajudaram a deitar abaixo o antigo regime. Participou nas revoltas estudantis de 62, fundou as Brigadas Revolucionárias, viveu na clandestinidade, esteve presa duas vezes e, na fase do PREC, esteve 4 anos em prisão preventiva, o que a levou a fazer uma longa greve de fome. Em 2004 recebeu de Jorge Sampaio o grau de grande oficial da Ordem da Liberdade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça. expresso
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Isabel do Carmo perdia a dignidade se não fosse membro de um grupo que se dedicava a roubar bancos e a assassinar pessoas. É isso... essa é a definição de dignidade humana.
E veja-se como o Expresso a apresenta, "Participou nas revoltas estudantis de 62, fundou as Brigadas Revolucionárias", como se os protestos de estudantes fossem equivalentes a congeminar uma organização terrorista de roubos e assassinatos.
Salazar mandava prender pessoas e até mandou matar um ou outro opositor e isso é o mal radical, mas Isabel do Carmo e seus correligionários terroristas, roubavam bancos e assassinavam os opositores, e isso é catita e até levou uma medalha do presidente alcoólico que um dia advogou a escravidão dos professores (trabalhar 10 horas por dia na escola e depois ir para casa e ficar ao serviço online de alunos e pais).
E o Expresso, o jornal do irmão, promove estas merdas como grandes marcos da democracia e aconselha a ouvir o podcast com a fulana - o que é o mesmo que aconselhar ouvir um podcast com um qualquer bandido russo que anda a roubar e bombardear civis.
Isto é a esquerda portuguesa que manda no país desde o 25 de Abril. Glorificam a violência, desde que seja dos amigos de esquerda. É outro tipo de pocilga.

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