O Hamas começa uma guerra terrorista contra Israel e em condições que tornam impossível Israel atacar o inimigo sem fazer baixas e o mundo exige que Israel se defenda sem tocar num cabelo dos palestinianos - tal como têm exigido à Ucrânia: defende-te mas sem atacar a Rússia, com o resultado da Rússia ter arrasado cidades inteiras, raptado e morto milhares de civis, propositadamente. Tal como fazem os palestinianos, os iranianos, os houtis, os do hezbollah que só visam alvos civis. Ah, mas os islamitas do Hamas podem queimar bebés em frente dos pais, matar os pais em frente dos filhos, raptar bebés e estrafegá-los, violar todas as raparigas, passeá-las como troféus, etc. Afinal, não são brancos e estão a defender-se de brancos colonialistas (os israelitas não são brancos. Uns são, outros não). Vão olhar para o mapa dos países colonizados por muçulmanos e o que fizeram às culturas locais. Porém, tudo se lhes desculpa, ao ponto de defenderem assassinos e esclavagistas confessos. Porque é que tudo se lhes desculpa? Acaso são moralmente inferiores aos brancos de modo que a fasquia no que lhes respeita está rente ao chão? São intelectualmente inferiores e não percebem o que fazem? É exactamente isso que pensa o neocolonialista racista da esquerda.
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— John Spencer (@SpencerGuard) August 25, 2025
«O Hamas levou-nos de ambulância para o Hospital Nasser, onde havia três salas onde os reféns eram mantidos, cada uma com 10 a 12 reféns.
As salas eram pequenas, por isso não havia muito espaço. Dormíamos em almofadas ensopadas de sangue e, para ir à casa de banho, tínhamos de esperar horas.»
O Hospital Nasser não é um hospital.Testemunho da ex-refém Sharon Aloni Cunio, que foi mantida em cativeiro no Hospital Nasser.
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