Entre isto:
🔥🔥🔥This is the brave and articulate @LJDetrans searing into the captured Elk Grove Unified school board trustees at last night’s hearing on the “Transgender Day of Visibility Resolution.”
— Beth Bourne (@bourne_beth2345) March 4, 2026
Layla Jane was socially-transitioned (gr**med) in school, began testosterone at 12, and… https://t.co/ADjtwB7NFy pic.twitter.com/qsqpuQanzD
Num encontro de mulheres os homens biológicos trans foram lá invadir o encontro e atacar as mulheres.
Hello @ZackPolanski @MothinAli @rachelmillward … please do comment. This is important.
— Jean Hatchet (@JeanHatchet) May 11, 2026
Here is footage taken at ‘Let Women Speak’ in Sheffield. A large group of men had to be held back from attacking women assembled to speak and listen to each other. One man was arrested for… pic.twitter.com/LgjDwpJ3Iw
E a endoutrinação começa logo aos 4 anos de idade. Porque é que a esquerda woke, quando fala do mal que se faz às crianças e adolescentes com as terapias de conversão numa fala nestas terapias de conversão de extremismo trans? Ou consideram as terapias de conversão aceitáveis se forem de esquerda?
This creepy dad is selling “tucking” bikini bottoms for boys aged 4-15...designed to compress and conceal their genitals so they can “feel like girls”...🤔
— Jonny Bell (@Jonnywsbell) May 12, 2026
He uses his son called “Ruby” to model them...😒
This is a disturbing violation of childhood boundaries... pic.twitter.com/gpU23S0GGh
“O que mais aprendi com estes dissidentes foi permitir-me ficar perturbado, deixar permanecer a náusea moral que estes dilemas provocam e não tentar suprimi-la. Há sacrifícios e compromissos. Tenho de os pesar e depois agir. O essencial é não abdicar desse poder.”
Estas empresas imperialistas são o Putin do comércio. Canibalizam os outros, se são pequenos. Se são grandes, olham para o lado.
We need to listen to this man. pic.twitter.com/n2gjOoE2qt
— The Disrespected Trucker (@DisrespectedThe) May 11, 2026
Tramp e Hegeth fazem lembrar estes discursos lunáticos embora num modo ainda insipiente.
“Berlin will burn!” “We will kill you all.”
— UNITED24 Media (@United24media) May 11, 2026
Russian state media has long fueled anti-West hate and normalized nuclear threats, not just targeting Ukraine. pic.twitter.com/09UMcniuN1
E quando lhe perguntam a que casa-de-banho vai como não sabe responder sem dizer que é uma mulher ou um homem diz que eles não têm nada a ver com isso. Pois, não. Nem com isso nem com a estupidez dos pronomes. Que têm os miúdos que ver com as suas identificações? E dizer aos alunos que é assim que o mundo funciona é só mentir em cima da estupidez. Isto é o que agora ensinam nas faculdades. Dantes ensinavam matemática ou línguas ou filosofia, agora ensinam a ser estúpidos.
Kids are waking up, and that last line says it all:
— Jessica Rojas 🇺🇸💪 (@VoicesUnheard) May 11, 2026
“I didn’t ask to be taught this.”
Enough already.
This isn’t education. It’s emotional validation for adults at the expense of children’s minds, and it only creates more confusion and division.
Parents want schools teaching… pic.twitter.com/DmUqC8BJmX
Ukraine: German Defense Minister Boris Pistorius made a surprise visit to Kyiv and signed a joint-production agreement for manufacture of long-range drones with a range of 1,500km. pic.twitter.com/Mk6YYbilui
— Igor Sushko (@igorsushko) May 11, 2026
No domingo, Luís Montenegro defendeu que o país precisa de "sindicalistas com arrojo” e criticou as “estruturas que funcionam com os enquadramentos do século XX" para resolver os problemas do século XXI. -Público
Vladimir Bernhardt — um soldado russo, desertor, que abandonou a Rússia.
«Nós, os descendentes, não temos o direito de celebrar o Dia da Vitória, porque nós próprios nos tornámos fascistas. A Rússia está contaminada pelo fascismo. É uma vergonha apoiar o atual regime de Putin.»
Acima de tudo, o que não perdoam é que os ex-colonizados da URSS não reconheçam a Rússia como o grande império que ainda pensam ser.
😳 A Russian veteran said he “wouldn’t mind Kyiv being struck”
— NEXTA (@nexta_tv) May 11, 2026
The reason turned out to be unexpectedly bizarre — the English language.
During a TV broadcast, the man complained that both Zelenskyy and the Armenian prime minister speak English.
💬 “It’s absolutely monstrous!” pic.twitter.com/F7C3WI3b0z
Por causa da lei da nacionalidade. Comparam os números totais de atribuição de nacionalidade entre Portugal, Alemanha e Espanha. Não a porcentagem, mas o número total, como se a Espanha com 50 milhões e a Alemanha com 84 milhões de pessoas fossem comparáveis aos nossos 11 milhões. E dão a entender que é tudo inconstitucional e vergonhoso. Ninguém se lembra de dizer que a Constituição tem leis de imigração de um tempo em que os imigrantes eram três gatos pingados que não vinham para cá para violar mulheres ou usar Portugal para tráfico de seres humanos.
Organizações internacionais ligadas à saúde e aos direitos humanos desacreditam e rejeitam a terapia de conversão.
Embora os primeiros passos tenham sido dados na década de 1970, apenas nos anos 80 a homossexualidade foi definitivamente retirada da lista de classificações de doenças mentais do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM), pela Associação Americana de Psiquiatria (APA).
Volvidas mais de cinco décadas, o persistente estigma à volta da comunidade LGBTQIA+ reflete-se na petição entregue na Assembleia da República em abril do presente ano que visa revogar a lei que proíbe as terapias de conversão da orientação sexual.
Em paralelo, considerando que as terapias de conversão apenas reforçam um estigma social e causam dano emocional nos seus visados, urge investir na educação e na sensibilização da sociedade, promovendo o respeito pela diversidade da orientação sexual e da identidade de género. Ao fazê-lo, contribuímos para reduzir a discriminação, para prevenir situações de exclusão e para garantir que crianças e jovens crescem em ambientes seguros e inclusivos.Vera Ramalho, Público
urge investir na educação e na sensibilização da sociedade, promovendo o respeito pela diversidade da orientação sexual e da identidade de género, para prevenir situações de exclusão e para garantir que crianças e jovens crescem em ambientes seguros e inclusivos.Ou seja, usar a escola para endoutrinar as crianças desde pequenas a pensar que ser mulher é o que cada homem quiser e que as raparigas têm o dever de calar os seus danos físicos e emocionais para acomodar os fetiches dos homens que querem poder invadir os espaços das mulheres. Os transgéneros já têm os direitos humanos assegurados, como todos os outros seres humanos, o que está certo. Não têm que exigir a destruição dos direitos dos outros.
En Pakistán si una nuera disgusta al suegro, el asunto puede resolverse con una paliza.
— Jomaca (@Jomaca18) May 10, 2026
Enternece ver cómo los nietos intentan infructuosamente defender a su madre. ¡Qué impotencia😡🤬!
A cualquier cosa lo llaman "cultura" y "civilización" pic.twitter.com/OLrpuuaEP3
Lo que estamos viendo es un mercado.
— ARTUROTE8 🇪🇦🙋♂️🧢 (@arturote8) May 10, 2026
No de ganado, no. En pleno siglo 21 están vendiendo mujeres los hijos de la gran puta.
Donde están las feministas de Caviar, os lo digo yo, calladas como putas.
A la Mujer en el #Islam la tratan como a un animal. #FelizDiaOsQuiero 🤗🤗😍😍 pic.twitter.com/3enmTzUjGf
Sim, precisamos de imigrantes e muitos com baixas qualificações, mas não se pode defender a imigração indiferenciada, onde o único critério que conta é o económico. Na Suécia, por exemplo, há uma 'epidemia' de violações de mulheres com mais de 60 anos, tantos as que vivem sozinhas e têm cuidadores a ir a casa como as que estão em lares de acolhimento. As violações são dos seus cuidadores, não por acaso, imigrantes islamitas de baixas qualificações. Quem paga o preço da desonestidade desta narrativa é o povo, não os subvencionados da bolha. Imigração sim, mas não qualquer imigração a qualquer preço. Melhor seria não deixar os portugueses sair para outros países do que deixá-los ir e contratar gente que traz experiências de vida do século VII ou IX de que não abdica.
A ilusão da substituição: o que acontece quando escasseiam trabalhadores migrantes pouco qualificados