March 24, 2026

Os números da religião mais intolerante do planeta

 


O casos dos outros muçulmanos que não são terroristas

 

Este vídeo diz tudo. Aqui está um belga com raízes turcas que vigia e assedia a própria mulher e quando a juíza lhe pede explicações ele responde, 'na minha cultura é permitido os homens vigiarem as mulheres e as pessoas com quem contactam e impedirem-nas de sair' e tal. A juíza pergunta-lhe, 'de onde é o senhor?' ao que ele responde que é belga. 'Então, diz ela, a sua cultura é esta'. Ele responde que é um belga turco e que na sua cultura é permitido. A juíza responde-lhe, 'a sua cultura não é turca porque o senhor escolheu a Bélgica, escolheu ficar aqui'. Essa cultura é incompatível com a cultura da Bélgica e a questão é que o senhor escolheu ficar aqui nesta cultura. 

Os outros muçulmanos que não são terroristas calam-se quanto ao terrorismo porque querem viver nas sociedades ocidentais, querem os seus benefícios em termos de liberdade e de respeitarem os seus direitos humanos mas sem terem de cumprir os deveres de eles mesmo respeitarem essa liberdade e direitos humanos dos outros.

Era bom que todos os juízes fossem como esta juíza: ou escolhes ficar na Bélgica e tens de cumprir os deveres desta sociedade ou se não queres a responsabilidade de respeitares esta cultura, voltas para aquela que queres praticar. Agora, estar aqui e exigir a tolerância de poder obedecer à sharia de outra cultura é que não.

As nossas ruas agora estão cheias de predadores

 

🎯 "O hijab é o farol muçulmano da luta contra a democracia e os valores ocidentais"

 


Os países muçulmanos que aboliram a obrigação do hijab foram os que tiveram líderes que compreenderam que a submissão das mulheres era um travão ao seu desenvolvimento: Ataturk, Nasser e outros, que puseram os países a crescer e a evoluir antes da revolução islâmica de 1979, revolução essa que obrigou à regressão a uma mentalidade anti-democrática, teocrática e anti-ocidental. Alguém que explique isto à esquerda europeia.



A Inglaterra está perdida

 


A europa agora é isto



Uma escola de Berlim ocultou a violação coletiva de uma rapariga de 16 anos por nove rapazes árabes para evitar «estigmatizar» os muçulmanos.

É assim que está a Europa hoje em dia, com a esquerda a querer importar o islamofascimo.

O islão explica-se a si mesmo

 

A esquerda quer importá-lo para a Europa.


Jornais prostitutos ou só de gente burrinha?

 

Derrota de Meloni: italianos rejeitam reforma da justiça em referendo

DN/Lusa

“Os italianos decidiram. E nós respeitamos essa decisão. Vamos seguir em frente, como sempre fizemos, com responsabilidade, determinação e respeito pelo povo italiano e pela Itália”, escreveu Meloni nas redes sociais, admitindo a derrota.

O resultado, que já está a ser celebrado pelos partidos da oposição, de centro-esquerda, representa uma dura derrota para o governo da direita radical, uma coligação (pós-fascista, encabeçado por Meloni), Liga (extrema-direita) e Força Itália (direita), a primeira desde que assumiu o poder, em outubro de 2022.

A reforma preconizada pelo governo previa a separação das carreiras de juízes e procuradores, para que não possam mais trocar de funções, criava um tribunal superior para disciplinar os membros do sistema judicial, dividia o órgão de autogestão do sistema judicial em dois, e alterava a forma como os juízes deste são eleitos, utilizando um processo de sorteio
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Aqui está um jornal a noticiar que Meloni sofreu uma derrota num referendo sobre a Justiça. Queria fazer reformas na Justiça, planeou-as de forma transparente, pôs a sua reforma em referendo popular, uma forma de democracia directa e aceitou democraticamente os resultados. O jornal chama-lhe fascista. Será o caso de serem prostitutos a pagamento da esquerda ou são só burrinhos? Tanto faz... são uma miséria.
Por cá temos o PS a querer ter uma larga maioria de juízes no TC como se estivesse nos tempos de Costa, há uma guerra estúpida e anti-democrática à conta disto; fazem-se reformas da justiça às escondidas; ninguém põe nada a referendo. Mas Meloni é que fascista. Porcaria de jornalismo. 

Promover as explicações porque as condições da escola pública são miseráveis




Esta notícia é mais um sintoma do abandono da escola pública pelo governo. É um tragédia. Faz-se a apologia, não do investimento numa escola de qualidade, mas em explicações de qualidade. "Um professor para cada três alunos"; "aqui não há barulho". Professores que podiam estar nas escolas, preferem dar explicações: poucos alunos, salários altos, quem não quer aprender e não se interessa pelos estudos não tem lugar. Os serviços públicos vão sendo destruídos para dar lugar a uma sociedade autoritária de favorecidos e... outros. É evidente que os que sobram nos serviços públicos vão desistindo porque não é possível ter 7 turmas de 30 alunos, fora o resto do trabalho e fazer um bom trabalho, como se se tivesse 3 alunos aqui e mais 3 ali.

Os “miúdos invisíveis” quando têm explicações dão nas vistas

Centros de Estudo Gulbenkian arrancaram este ano em modo projecto-piloto em três bairros para levar explicações personalizadas a alunos que não as poderiam pagar. 

Um professor para cada três alunos. Português, Matemática, Inglês. Nalguns casos, mais do que isso. São quatro horas e meia por semana de apoio personalizado, depois da escola. 
Aqui "não há barulho, há calma", descreve Afonso, 11 anos — neste "centro de explicações", localizado num dos maiores bairros de realojamento social da Grande Lisboa, são muitos os que se queixam de que na escola há demasiado ruído nas salas de aulas, turmas muito grandes e às vezes "porrada" no intervalo, o que não é grande ambiente para se estudar.

 

Bom dia

 


Nigel Thomson "On the Way Home from School" (1980)



March 23, 2026

Bom dia :)

 


March 22, 2026

The little coward man in the bunker

 

🇺🇦 Great news!

 

Qual é o problema desta nova versão de Wuthering Heights?

 

Em primeiro lugar faltam partes do livro importantes para perceber como Heathcliff se transforma naquele ser imensamente cruel, nomeadamente a maldade do irmão de Cathy. Aliás, a própria crueldade de Heathcliff só aparece no filme, na relação com Isabella, a irmã de Linton. Por causa disto ele nunca aparece como perigoso, repleta de rancor e ódio, mas no livro, desde que regressa, sentimos o seu perigo o tempo todo.

Em segundo lugar, e quanto a mim isso é mais importante, entre os dois actores que representam Heathcliff e Cathy não há nenhuma tensão sexual. Ora, essa dinâmica é o que os caracteriza. Eles têm uma relação extremamente obsessiva e física: ele é um homem intenso e violento nas paixões e quere-a, sempre a quis e ela não consegue não querê-lo porque é igual a ele nos sentimentos, apesar de não o querer para marido e pai dos filhos, dada a sua ambição e atracção pela riqueza. Ela quando está com ele anseia pela vida de conforto e quando está com o marido no conforto anseia pela verdade crua dele na liberdade ventosa e agreste da charneca. Ele quase que fica destruído quando a ouve dizer que ficar com ele seria degradar-se e ela fica igualmente destruída quando ele desaparece sem mais nem ontem. 

Quando se reencontram a relação deles torna-se uma tensão emocional e sexual permanente e intensa. Há entre eles uma atracção e um afastamento de orgulho simultâneos. Ao mesmo tempo que se agridem por orgulho, corroem-se mutuamente. Essa tensão não se vê no filme a não ser quando estão separados, de maneira que as cenas deles em conjunto, sem essa violência subterrânea é só melosa. Sozinhos nas cenas que têm com outras personagens eles são bons mas juntos parecem ter só um affair como tantos outros. Há mais sentimento e tensão entre eles nas entrevistas que deram para promover o filme que no próprio filme.

Em terceiro lugar a actriz não é a melhor escolha para o papel porque a Cathy de Brontë é morena e tem aquele tipo de beleza selvagem que se transforma muito quando se arranja e se move em salões mas que projecta sempre uma vontade agreste, um olhar forte. Ora a actriz que a representa é loura e tem uma cara de diva hollyodesca. No mínino tinham-lhe pintado o cabelo de escuro. A maneira como filmam a boca dela numa cena na charneca, parece um anúncio de batom.

Gostei muito da música que imita os uivos do vento da charneca.



Color blast from the past

 


Quem ainda se lembra do mundo cheio de cores vibrantes? Só quem tem mais de uma certa idade. Outro dia falava com um colega acerca disso. Os alunos vêm todos vestidos de jeans da mesma cor com t-shirts escuras ou brancas e mochilas escuras - pretas ou cinzentas. 

Desde os carros, às roupas e aos objectos (mochilas, recheios de casas, etc), tudo se diluiu em tons de preto, cinzento, azul escuro, beges e brancos. Onde estão os vermelhos vivos, os verdes eléctricos, os azuis fortes, os amarelos? Quando éramos miúdos o mundo era extremamente colorido. Agora, para vermos cores temos de ir ao mundo digital com as suas cores artificiais. 

Não sei porque é que a cor foi desaparecendo do mundo mas desconfio que tem que ver com reduzir custos. Eficiência económica. Entregar mais lucros aos accionistas. 

Os economistas e os tipos das finanças que agora querem também tirar a cor aos alunos e fazê-los todos cinzentos, todos inclinados para a ideologia da economia, tiraram a cor ao mundo e com ela foi-se também a inspiração, a imaginação, a inovação nas artes. 

Onde mais se vê a uniformidade e o totalitarismo da cor única é na religião islamita, que obriga à morte de tudo o que nos faz humanos.

O mundo actual é um continuo remake do que já foi.




Os partidos políticos tâm que saber viver em democracia

 

A confusão e boatos em torno da nomeação dos 3 elementos do TC dá uma ideia de irresponsabilidade dos partidos. Temos nesse momento 3 partidos a dividir entre si os votos dos portugueses. Os portugueses em geral mostram nas várias eleições querer equilíbrio de poder. Os partidos representam o povo. A opção democrática é cada partido indicar um dos elementos em falta. Há alguma razão democrática para que não o façam e mantenham o país sem funcionar, também nesse campo? Isto leva ao desrespeito pelas instituições.


Uma pergunta

 

Esta proposta inclui o abate halal ou a Inês e o PAN continuam com essa excepção para não beliscar as ideologias teocráticas que servem ideologicamente?

É neste contexto que a proposta do PAN tem um impacto real: criminalizar os maus-tratos de todos os animais, bem como aumentar a pena já prevista. O que está em causa é um passo que outros países europeus já deram, um passo civilizacional à frente.

Inês de Sousa Real in https://www.publico.pt/

March 21, 2026

Do Not Be So Open-Minded That Your Brains Fall Out

 

A Inglaterra nas mãos de islamitas


Neste excerto de uma entrevista da Sky News a Masih Alinejad em que ela questiona o jornalista acerca de ministros representantes do governo inglês, deputados e jornalistas, inclusive da Sky News, terem ido à embaixada do Irão celebrar o aniversário da implementação do Regime Islâmico, o jornalista, cobardemente, a única coisa que diz é que a estação de TV não toma partes. Em que planeta se pode ir celebrar um regime terrorista no próprio covil dos bandidos sem que isso signifique estarem a escolher um lado?


O islão é isto e a esquerda quer obrigar-nos a aceitá-lo