March 04, 2026

O islamofascismo do Irão

 


Mulheres marchando contra a lei do hijab obrigatório imposta pela tomada do poder pela República Islâmica no Irão, em 1979. Não serviu de nada. Por essa altura já era tarde demais porque os islamitas já tinham tomado o poder. Ninguém ajudou as mulheres. Pelo contrário. O mundo aplaudiu o islamofascismo dos Khamenei. A França foi quem o pôs lá e ainda hoje a esquerda o apoia com a sua aprovação implícita.




O islão explica-se a si mesmo

 

@SamanthaTaghoy


Coisas que são legais no Afeganistão:

> 𝙉𝙀𝙒: 𝘿𝙤𝙢𝙚𝙨𝙩𝙞𝙘 𝙫𝙞𝙤𝙡𝙚𝙣𝙘𝙚

> Escravatura

> Casamento infantil

> Casamento entre primos

> Matar «infiéis»

> Violência sexual contra crianças

> Bacha bazi

> Espancar crianças

> Poligamia

> Assassinatos por honra


Coisas que são ilegais:


> Xadrez

> Mulheres serem visíveis das janelas

> Mulheres mostrarem o rosto, as mãos, os pés, os olhos, as pernas, a boca ou qualquer outra parte do corpo

> «Locais de imoralidade», incluindo barbearias e salões de beleza

> Mulheres falarem

> Mulheres terem um emprego

> Mulheres frequentarem a escola ou a universidade

> Mulheres cantarem

> Mulheres saírem de casa sem um acompanhante masculino

> Mulheres conduzirem

> Abandonarem o Islão (prisão perpétua para mulheres se forem apanhadas)

> Mulheres que frequentam locais públicos, incluindo parques, ginásios, parques de diversões e salões de beleza

> Mulheres que fazem exercício ao ar livre

> Mulheres que lêem em voz alta

> Mulheres que acedem a cuidados de saúde sem a aprovação e o controlo de um homem

> Homossexualidade

> Tocar ou ouvir música em público

> Dançar

> Fotografar ou filmar quaisquer «seres vivos»

> Quaisquer representações de seres vivos, incluindo pessoas e animais

> Todos os feriados não islâmicos

> Conversão do Islão

> Partilha de qualquer material não islâmico

> Protestos e quaisquer formas de ativismo

> Fotografar funcionários do governo ou militares, edifícios, postos de controlo, etc.

> Carne de porco

> Álcool

> Mulheres que utilizam transportes públicos

> Mulheres que viajam longas distâncias ou voam sem um guardião masculino

> Sexo antes do casamento (aplicado apenas às mulheres)

> Mulheres que aparecem nos meios de comunicação social

> Ensino de disciplinas como democracia, direitos humanos ou estudos femininos

> Livros escritos por mulheres

> Transmissões políticas ao vivo e meios de comunicação social não aprovados pelo Estado

> Poesia romântica

> Críticas ao Talibã ou aos líderes do governo islâmico


Eles dizem ao que vêm mas todos fingem que não os ouvem

 

As mulheres do Irão

 

A lei da sharia

 

O Islão explica-se a si mesmo

 

O Islão explica-se a si mesmo

 


O islão explica-se a si mesmo


Do manual de lei islâmica do aiatolá Khomeini, o Tahrir al-Wasilah. Página 229, Volume 3: «Não é permitido ter relações sexuais com uma mulher a menos que ela tenha atingido a idade de nove anos, independentemente de o casamento ser permanente ou temporário. No entanto, não há objecção a outros prazeres sexuais, como tocar lascivamente, abraçar e esfregar as coxas, mesmo com uma criança ainda a amamentar.»

 

O impacto da imigração em massa nas mulheres, na Europa

 

Em vez de descer com o alastramento da educação, os números de violações subiram brutalmente e onde se vêem as subidas mais dramáticas é nos países que deixaram entrar mais islamitas. Se olharmos para os países que não os deixam entrar, como a Polónia -que recebeu mais de 1 milhão de ucranianos- vemos que o número de violações desceu. Factos que este números põem a nu.

Infográfico deste dia


Barris de petróleo bruto e produtos petrolíferos transportados por dia, através de vários pontos de estrangulamento em 2023 (CRS/ASP/JINSA/CFR)
u/joshtaco



March 03, 2026

O ataque dos EUA e de Israel visto por dentro, por uma iraniana

 


A experiência da Ucrânia com drones é a mais avançada do mundo

 


Os governos de esquerda acreditam no islamismo como os de direita acreditam na religião


 

A religião faz vir ao de cima toda a irracionalidade das pessoas que a seguem e o islamismo fez da esquerda um grupo de drogados mentais - não há outra maneira de descrever as inanidades que fazem em completa perversão do que é a tolerância e o respeito pelos direitos humanos.

Pensam que os valores são o que um homem quiser e defendem dogmaticamente (ao ponto de soltarem os violadores e prenderem as vítimas) que não há certezas valorativas e que matar pode ser bom e que ser pedófilo pode ser bom e que todas as mentalidades culturais são igualmente válidas. 

É assim que em Inglaterra lutam no palco internacional para ficar com um terrorista que pôs uma bomba no Parlamento e agora concorre para mayor, é assim que expulsam idosos de suas casas de Verão para dá-las a paquistaneses e afegãos (que vão violar as suas netas que andam na escola mais próxima), é assim que escondem milhares de violadores organizados em gangs e prendem as suas vítimas crianças e adolescentes com medo de serem islamofóbicos e é assim que a Austrália vai dar direitos de cidadania a um terrorista do Daesch porque, 'coitados dos terroristas, afinal são seres humanos como nós e eles é que são vítimas porque são burrinhos e não sabem fazer melhor'.


Precisavas de um pontapé no traseiro que te enviasse de volta para o deserto para o teu camelo

 

“We have to talk about Ukraine. Ukraine has to preserve its territory and its security interests"

 

Argumentar com Trump é um exercício inútil porque a cabeça dele é um cata-vento.

🎯

 

Os cavalos-marinhos do estuário do Sado, Setúbal

 

Merz tem razão e põe o problema do Irão na perspectiva correcta



Independentemente do que levou Trump a atacar o Irão (afastar de si os ficheiros Epstein ou o impulsivismo de cowboy individualista que sonha com a glória militar) não é esta a altura de dar lições aos EUA e a Israel.

Não depois de vermos o terrorismo do Irão (e da Rússia) subir durante décadas a níveis de desumanidade obscena no maior desprezo pelo Direito Internacional e pela Carta das Nações Unidas. 

Os comentários de Merz, (...) representaram um afastamento dos seus predecessores alemães do pós-guerra, que viam o direito internacional como sagrado. Isto não é verdade. Aliás, é exactamente o oposto. Merz tem em mente que o Direito Internacional tem como fim impedir que novos Estados nazis desencadeiem guerras devastadoras e destabilizadoras da Ordem Internacional, que é o que o Irão e a Rússia estão a fazer e o que ele -e todos nós- constatamos é que as instituições que deviam ter reagido eficazmente a estes países predadores há dezenas de anos (as atrocidades do Irão e da Rússia não começaram este ano) evitando as catástrofes humanitárias que causam e o caos em que querem lançar o mundo, foram e são totalmente ineficazes.

Por conseguinte, apesar deste ataque ser mais um gesto duvidosos de Trump, temos aqui que escolher entre dois males, o mal menor e, neste caso, o mal menor é impedir o Irão de espalhar o caos e a barbárie - como já se devia ter feito à Rússia.

E aqueles que, como Sanchez, vêm criticar a violação do Direito Internacional por parte dos EUA, que expliquem antes como o seu silêncio relativamente às violações grosseiras do Direito Internacional e dos mais básicos direitos humanos por parte do Irão islâmico, cujas práticas fariam corar Béria, respeitam o Direito Internacional.

Merz ainda tem razão quando diz que Israel -e a Ucrânia- estão a fazer o trabalho sujo que nos cabia a nós todos fazer: acabar com o terrorismo islâmico (sendo o Irão o seu maior incentivador) que está a devastar, dividir e destruir a coesão social da Europa e com o terrorismo russo que está a destruir directamente a Ucrânia e indirectamente a Europa - terrorismo esse que também leva a marca do Irão, o grande fornecedor de mísseis à Rússia.

Parece-me claro que entre os dois males: os EUA e Israel tentarem acabar com o terrorismo internacional de um regime islâmico bárbaro e totalmente incivilizado ou deixar tudo andar como até aqui e ver esse regime (e o russo) destruirem o mundo, o primeiro é infinitamente menos mau que o segundo.

A situação da impotência do Direito Internacional tem remédio? Tem, mas isso fica para outro post.

Merz: O Irão não deve ser protegido pelo direito internacional

Numa intervenção, o chanceler alemão manifestou receios de que as regras do Direito Internacional estejam a tornar-se redundantes num mundo em que Estados pária as violam impunemente e os aliados não as fazem cumprir. (...) Acrescentou que “agora não é o momento” para os europeus “darem lições” aos Estados Unidos e a Israel sobre legalidade.

Os comentários de Merz, posicionaram-no como o aliado mais próximo de Donald Trump na Europa e representaram um afastamento dos seus predecessores alemães do pós-guerra, que viam o direito internacional como sagrado.

“Apelos da Europa, incluindo da Alemanha, e condenações das violações iranianas do direito internacional, bem como extensas sanções, alcançaram pouco ao longo dos anos e das décadas”, afirmou o chanceler, atribuindo em parte à fraqueza europeia a falha em confrontar Teerão.

Disse que o governo alemão concluiu que, no que respeita ao Irão, “as avaliações jurídicas internacionais terão relativamente pouco efeito. Isto é tanto mais verdade se permanecerem em grande medida sem consequências… portanto, agora não é o momento de dar lições aos nossos parceiros e aliados”.

O seu discurso levou a especulações na Alemanha de que o chanceler vê o direito internacional como um resquício do século XX. O Süddeutsche Zeitung, diário alemão de centro-esquerda, caracterizou as suas declarações como uma “longa despedida do direito internacional”.

“A implicação é que, se [confrontar o Irão]… não puder ser feito em conformidade com o direito internacional, então terá de ser feito sem ele”, escreveu Wolfgang Janisch, colunista do jornal.

Stefan Kornelius, porta-voz de Merz, declarou na segunda-feira: “A Alemanha não questiona o direito internacional. Quero deixar isso absolutamente claro. Mas existe também um interesse de segurança que não é abrangido pelo direito internacional.

No seu discurso, Merz também repreendeu alemães e governos europeus, como o de Espanha, que criticaram a guerra. “Apesar das nossas dúvidas, partilhamos muitos dos seus objectivos, embora não sejamos capazes de os alcançar por nós próprios”, afirmou.

Merz deu voz ao que muitos líderes europeus temem há anos: que a ordem internacional baseada em regras, construída a partir das cinzas da Segunda Guerra Mundial, está a desmoronar-se.

Citou também a invasão em grande escala da Ucrânia como exemplo dessa desintegração: “O ataque de Moscovo a um vizinho pacífico é tão injustificável quanto a guerra de terror que Teerão tem travado contra Israel há anos”, afirmou.

O chanceler disse que a fraqueza e a relutância da Europa em enfrentar aqueles que violam o direito internacional se revelaram parte central do problema. Argumentou que isso significa que, quando outros Estados, como Israel, se levantam e agem contra o Irão, não devem ser recebidos com “lições” por parte dos seus aliados.

No domingo, Abbas Araghchi, ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, escreveu numa carta às Nações Unidas que a morte de Khamenei constituiu “uma violação grave e sem precedentes das normas mais fundamentais que regem as relações entre Estados”.

“Sem regras de empenhamento estúpidas, sem atoleiros de construção nacional, sem exercícios de construção da democracia, sem guerras politicamente corretas. Lutamos para vencer e não desperdiçamos tempo nem vidas”, declarou  Hegseth no Pentágono.

Trump, que se referiu à operação como uma “guerra” numa declaração em vídeo no sábado, disse ao The Telegraph estar “muito desapontado” com o Reino Unido e com Sir Keir Starmer por terem impedido as forças armadas norte-americanas de utilizar Diego Garcia para realizar ataques contra o Irão. Afirmou que a recusa inicial do primeiro-ministro em permitir o uso da base nas Ilhas Chagos era algo que nunca tinha “acontecido antes entre os nossos países”.

“Israel está a fazer o trabalho sujo por todos nós”, disse Merz sobre a guerra de 12 dias com o Irão em 2025, afastando perguntas de um entrevistador televisivo alemão sobre a escala da destruição nas cidades iranianas.

A Alemanha é também uma das vozes mais firmes na Europa contra as acusações de que Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza em retaliação pelos ataques do Hamas a 7 de outubro.

Na segunda-feira, o governo alemão esclareceu que não tinha intenção de se juntar à guerra contra o Irão, apesar de Merz lhe ter dado uma aprovação genérica – ainda que com algumas dúvidas quanto aos objetivos de longo prazo do Presidente Trump.

Johann Wadephul, ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, admitiu que, em qualquer caso, o exército do país carecia dos “recursos militares” para entrar em guerra com o Irão. 

James Rothwell in https://www.telegraph.co.uk/world

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Zelensky - A perspectiva de quem está em situação de defesa há 4 anos

 

Esta mulher tem conhecimentos, coragem e cabeça (teria sido uma presidente respeitada)