August 28, 2026

August 27, 2026

🇺🇦💪💙

 

Os europeus ainda não processaram a ideia de que temos de ir para os colchões

 

Construir uma indústria de defesa independente dos EUA. Com a Ucrânia. Mesmo continuando paralelamente na NATO. Quanto mais se adia pior é e quanto mais tempo os terroristas do Kremlin tiverem oxigénio pior é. Merz, manda os Taurus.

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Visioner
@visionergeo

🇺🇸🇪🇺O Pentágono está a preparar várias opções para reestruturar ou reduzir a presença militar dos EUA na Europa, o que acrescenta mais uma camada de incerteza para a NATO num momento em que cresce a preocupação com as intenções da Rússia em relação ao flanco oriental da Aliança.

De acordo com a Reuters, a revisão da NATO pelo Pentágono irá apresentar ao Secretário da Defesa Pete Hegseth, até 6 de Novembro, pelo menos quatro opções para uma potencial redução ou reestruturação das forças americanas destacadas na Europa. Os aliados serão, alegadamente, avaliados de acordo com as suas despesas com a defesa, as contribuições para as forças da NATO, o acesso concedido às operações militares dos EUA e o apoio às prioridades mais amplas da defesa e da política externa americanas. 

Washington já começou a alterar a sua postura na Europa, incluindo a retirada de tropas da Alemanha e o cancelamento da rotação prevista de cerca de 4 000 soldados baseados nos EUA para a Polónia.

O momento é particularmente delicado para a NATO. Os governos europeus temem que Washington possa já estar a avançar para uma presença militar mais reduzida, precisamente quando a Rússia está a reconstruir as suas forças e os serviços de informações ocidentais estão cada vez mais focados na potencial pressão russa contra os membros orientais da NATO. 

A frustração de Trump com os aliados relativamente aos gastos com a defesa e à sua recusa em apoiar aspectos da guerra dos EUA contra o Irão intensificou ainda mais essas preocupações. Qualquer redução substancial da presença americana aceleraria, portanto, a pressão sobre a Europa para que assuma a responsabilidade por capacidades há muito financiadas pelos Estados Unidos


Hoje morreu Ratko Mladic, o Carniceiro da Bósnia’

 

"Friends should stand shoulder to shoulder"

 

Coisas que se fazem 'lá fora'

 

O tipo que está em 1º lugar é um rapaz fingindo ser mulher. A rapariga que ficou em 2º lugar nem sequer foi ao pódio. Olhe-se a cara e postura corporal das outras raparigas: revolta pela injustiça. Como é que um homem invadir-lhes o seu desporto e estragar a competição é inclusão para elas? Mas o narcísico trans está radiante: roubou mais um lugar a uma rapariga e levou uma medalha que nunca ganharia se concorresse com os do seus sexo. O prejuízo das raparigas validou os seus sentimentos misóginos narcísicos. Isto, na óptica da extrema-nova-esquerda é um grande progresso para a sociedade... dos misóginos.


Coisas que se fazem «lá fora»


Colin Wright
@SwipeWright

🚨 ÚLTIMA HORA: O nosso novo relatório do HHS — «Onde a clínica se encontra com o movimento: será que a ideologia de género alimenta a psicologia autoritária de esquerda?» — acaba de ser publicado!

Durante décadas, a investigação psicológica analisou a oposição à ideologia trans através da lente do preconceito e do autoritarismo de direita. Nós fizemos a pergunta inversa, que tem sido conspicuamente negligenciada:

Que traços psicológicos caracterizam aqueles que mais fortemente defendem normas de afirmação de género?

Num estudo pré-registado com 1208 adultos norte-americanos, desenvolvemos uma Escala de Afirmação Clínica de Género (CGAS), utilizando posições retiradas directamente das orientações emitidas pela APA, pela American Psychiatric Association, pela WPATH e pela American Academy of Pediatrics.

Os nossos resultados surpreenderam-nos.

A adesão aos princípios dominantes da «afirmação de género» estava fortemente associada ao autoritarismo de esquerda (LWA) e ao apoio à violência política.

Tanto o LWA como a adesão às normas clínicas de afirmação de género estavam associados a uma maior justificação do assassínio de Charlie Kirk, Donald Trump e Brian Thompson, bem como do incêndio criminoso de edifícios do ICE, da destruição da propriedade de pessoas ricas e da violência contra a polícia.

Estas relações permaneceram estatisticamente significativas mesmo depois de controlada a identidade política.

A aceitação da ideologia de género parece, assim, reforçar atitudes autoritárias e o apoio à violência política.

Do nosso relatório:
«Em conjunto, estes resultados apoiam a tese central do artigo: a ideologia de género pode funcionar como um “acelerador” ideológico, dizendo à psicologia autoritária de esquerda quem é o inimigo, porque é que a situação é urgente e — naqueles que já estão predispostos a recorrer à força — que a violência é legítima.»
Acreditamos que a ideologia de género institucionalizada pode funcionar como uma espécie de «pacote de conteúdos» ideológico para pessoas já predispostas ao autoritarismo de esquerda. 

Ajuda a identificar os opressores, cria um sentimento de urgência moral e fornece uma justificação para tomar medidas coercivas contra quem se opõe.

Este é apenas o primeiro de uma série de relatórios do HHS em que estamos a trabalhar, numa colaboração entre investigadores do Network Contagion Research Institute (NCRI), da Rutgers University e do Manhattan Institute.

Fiquem atentos para mais. Leiam o primeiro relatório do HHS na ligação abaixo:
🔗https://opa.hhs.gov/adolescent-health/gender-dysphoria/gender-ideology-and-left-wing-authoritarianism





Coisas que se fazem «lá fora»

 


«Mulheres indignadas com a presença de um orador que ajuda homens a produzir uma substância que passe por leite por “curiosidade, diversão ou satisfação sexual” numa conferência sobre amamentação financiada pelos contribuintes irlandeses. 
A conferência, destinada a consultores em amamentação, tem sido alvo de críticas por receber um homem especializado em ajudar homens a produzir 'leite' por “curiosidade, diversão ou satisfação sexual’. 
Jacob Engelsman, residente nos EUA, irá dar uma palestra sobre «apoio à lactação para famílias com diversidade de género» na conferência de Galway, que se realizará em outubro. 
Catherine Monaghan, activista irlandesa pelos direitos das mulheres e membro fundadora da Wicklow Women 4 Women, afirmou: 
«Certamente que a ALCI pode proporcionar apoio à lactação inclusivo e compassivo sem abdicar dos limites baseados no género nem aceitar a proposição de que a lactação masculina é equivalente ao processo normal de amamentação feminina? As mulheres têm direito a limites, e os bebés têm direito a que o seu bem-estar seja priorizado.» 
Daily Mail

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Fingir que se amamenta para satisfação sexual de sentir um bebé a chupá-lo é pedofilia.

Coisas que se fazem «lá fora»



Ms Terfy Teacher

@TerfSchool

Sou professora. Recebemos instruções do distrito escolar para manter em segredo a identidade de género das crianças.

Nas reuniões de pessoal e antes da emissão dos boletins escolares, temos sido lembrados de utilizar o sexo, o nome e os pronomes correctos de um aluno nos boletins, caso os pais tenham sido mantidos na ignorância sobre o segredo que toda a escola tem conspirado para manter. Como resultado, um pai ou mãe pode receber um boletim que indique o nome e o sexo correctos do seu filho, enquanto na escola essa mesma criança é referida e tratada como sendo do sexo oposto.
Toda a escola pode estar a chamar uma criança por um nome diferente, a utilizar pronomes do sexo oposto e a dar-lhe acesso a instalações do sexo oposto — tudo isto enquanto os pais não fazem ideia.







Isto é verdade mas...



“É mais eficaz ter mulheres a convencer outras mulheres a perderem direitos”

Lúcia Vicente traça o retrato de um universo que cresce à velocidade dos algoritmos e alerta que “também há mulheres que defendem um regresso aos papéis tradicionais de género”.
“É mais eficaz ter mulheres a convencer outras mulheres a perderem direitos.  
"Primeiro, temos de educar quem educa. Pais, mães, professores e avós precisam de conhecer esta linguagem, estes símbolos e estes movimentos. Só assim conseguirão reconhecer os sinais”, explica a escritora. 
Patrícia Reis, Paula Cosme Pinto e Tiago Orato (edição de som)

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O que dizem aqui é verdade mas falham em ver que na esquerda auto-denominada progressista também as mulheres reproduzem o mesmo discurso, apenas com outras roupagens: a liberdade das burkas, a crítica à violência masculina islâmica ser islamofobia, os homens que se dizem mulheres terem o direito de impor o silêncio e submissão às mulheres com o pretexto da aceitação, tolerância, empatia e inclusão e mais outros cem exemplos.
Usam outras referências diferentes da bíblia, mas com os mesmos fins. Defendem que temos de educar pais e professores para terem a linguagem certa e a ideologia certa, «para reconhecer os sinais»... quais sinais? Andarem de vestido e de tranças? E depois? Dizem aos professores para denunciarem as crianças que vêem com a marca do demónio? 

Não se vêem a si próprias?




Diz-me que tens uma mentalidade provinciana sem me dizeres


1 – O raspanete do alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos vale pouco pelos eventuais danos que causa a Portugal no cenário internacional – o mundo tem mais com que se preocupar. Mas vale imenso para a imagem de Portugal (...) O aviso que vem de Nova Iorque implica uma nova perspectiva dos outros sobre nós, o que obriga a uma revisão da ideia que alimentamos há décadas a partir da imagem que fomos sedimentando lá fora (...)

A imagem de um país humanista, aberto e tolerante, que soube encaixar à luz da vontade popular maioritária questões fracturantes como o aborto, o casamento gay ou a livre escolha na identidade de género.

O aviso que nos vem da ONU põe em risco essa imagem que projectámos para fora e assumimos perante nós mesmos. (...). O que está em causa na reversão da lei da identidade de género é por isso um atentado contra o progresso da sociedade em geral.

Manuel Carvalho, Público (excertos)

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Oh, meu Deus, o que vão pensar de nós lá fora? Estamos a ser diferentes do que se faz lá fora! Oh, meu Deus, o que vai ser de nós! A nossa imagem lá fora junto dos 'progressistas' da ONU, daquele tipo cobarde. O que vão dizer lá fora? Tinham-nos educado para seguir o que se faz lá fora e agora estamos a fazer leis pensando por nós mesmos sem seguir lá fora!

O indivíduo do costume com os seus artigos de fundo da caverna a usar o jornal para a propaganda de manipulação com medo que algum dia, algum bloquista, ou pior, um estrangeiro «de lá de fora» diga que não é progressista.

No meio destes chiliques afectados, engana: onde é que ele foi buscar a ideia de que a maioria da população está a favor de mutilarem crianças, usarem terapias de conversão para dizer a crianças que estão no corpo errado, encherem-nas de quimícos perigosos que lhes destroem a saúde, obrigarem toda a gente a aceitar que os sentimentos particulares de cada um sejam a lei para todos os outros? Onde? A lado algum. Aliás, atrevo-me a dizer que, se fizessem um inquérito independente e sério aos portugueses sobre estas maldades que se fazem às crianças e adolescentes menores a esmagadora maioria estaria contra.

E vou mais longe. Foi a defesa destas barbaridades do transfascismo, juntamente com a defesa dos imigrantes islâmicos mais as suas práticas de sharia que fez com os partidos do arco deste bacoco tenham agora 1 deputado, 4 deputados, e não representem ninguém. Foi o povo a dizer-lhes o que pensa da sua cobardia moral auto-apelidada de progresso, tolerância e inclusão.

"Nenhuma democracia foi alguma vez salva pela guilhotina" - Kasparov

 



2020: A responsabilização está desaparecida em combate

AOC, Fauci e «Woke 1»

Garry Kasparov


Nunca digas nunca: concordo com Alexandria Ocasio-Cortez numa coisa!

Numa entrevista à ABC, há um par de semanas, a congressista nova-iorquina declarou, com evidente satisfação, que «a Woke 1 era louca».

A «Woke 1», como se tornou moda chamar ao pânico moral do início da década, era de facto louca.

Os reconhecimentos de terras ancestrais eram loucos — tentem reconhecer todos os que alguma vez viveram num pedaço de terra em literalmente qualquer outra parte do mundo.

Os despedimentos. O exílio social sem esperança de recuperação. O policiamento da linguagem. Isso era mais do que loucura: era destrutivo à escala de toda a sociedade.

Muitos progressistas arranjaram desculpas para comportamentos ilegais no contexto de vários assassinatos de afro-americanos pela polícia que receberam enorme atenção pública. E alimentaram nos americanos o apetite por um tipo diferente de ilegalidade: a repressão que vemos agora agentes federais descontrolados levar a cabo. As pessoas sabem que o ICE é mau e que as forças da ordem têm uma história problemática neste país. No entanto, quando vêem políticos democratas eleitos tratar os motins com luvas de veludo, acabam por preferir uma direita autoritária ao espectro da anarquia e do caos.

Alguns poderão melindrar-se com a minha referência às manifestações desse período como motins, mas a própria AOC usou essa palavra em 2019, quando declarou que grupos que são marginalizados e marginalizados e marginalizados […] não têm outra escolha senão revoltar-se.

O que falta na conversa sobre 2020 — o trumpismo, a Woke 1, as origens do coronavírus, e assim por diante — é verdadeira responsabilização. A responsabilização foi o ingrediente em falta na Woke 1, onde a prioridade, ao lidar com alegados dissidentes do pensamento dominante, era sempre o cancelamento; a punição em vez da reabilitação — isto quando, de facto, o acusado sequer tinha feito algo de errado.

Por isso, não pretendo cancelar AOC, embora concorde com ela em quase nada. A sua carreira eleitoral cabe aos eleitores decidir. O que gostaria de ver da parte da congressista é responsabilização: não que simplesmente renuncie às suas más ideias, mas que examine seriamente o que tornava essas ideias más.

O mesmo se pode dizer do Dr. Anthony Fauci, que tem sido alvo de uma caça às bruxas conduzida pelos republicanos durante a maior parte da última década, mas que também foi um líder profundamente falível.

Antes de prosseguir, porque compreendo que criticar o Dr. Fauci é um tema explosivo em muitas conversas, deixem-me ser claro: oponho-me veementemente ao negacionismo vacinal ao estilo de RFK Jr. e à pseudo-ciência barata que o próprio presidente promoveu durante o seu primeiro mandato. Vacinei-me. Toda a minha família foi vacinada. O meu único arrependimento é que a minha mãe — que ainda estava em Moscovo — não tenha conseguido tomar a vacina; morreu no dia de Natal de 2020, antes de a vacina estar amplamente disponível. É possível perceber por que razão este tema é pessoal para mim.

Fauci encontrava-se numa posição impossível durante a pandemia, mas também era arrogante. Descartou com confiança teorias alternativas sobre a origem da pandemia, enquanto em privado considerava outras possibilidades. Falava em público com uma certeza absoluta que não tinha a portas fechadas. Partiu do princípio de que os americanos queriam falsas garantias, quando o que realmente queriam era honestidade.

Quem saía da linha enfrentava graves consequências profissionais e sociais. Meios de comunicação social de grande notoriedade construíram um espantalho profundamente desonesto de qualquer pessoa que questionasse a hipótese do mercado de animais vivos, chamando-lhe «racismo à moda antiga».

O jornalista Terry Moran afirma que a ABC censurou a sua reportagem sobre a teoria da fuga de laboratório depois de a submeter à apreciação de Fauci. E Moran, note-se, não é nenhum apoiante de Trump — foi despedido pela ABC por chamar, correctamente, «fanático» a Stephen Miller.

Luc Montagnier, o virologista francês que recebeu o Prémio Nobel da Medicina pelas suas descobertas revolucionárias sobre o VIH, foi transformado num pária por tentar demonstrar, através de análise científica, uma origem laboratorial. É claro que também tinha opiniões anti-vacinação — Newton interessava-se pela alquimia; ninguém é perfeito. Mas os vírus eram a especialidade de Montagnier e, no que respeita ao coronavírus, foi silenciado por se desviar da linha oficial. Pode-se concordar ou discordar dele, mas o seu sumário afastamento é contrário à livre troca de ideias.

Durante a pandemia, muitas carreiras e reputações foram destruídas. O espaço para uma investigação intelectual séria encolheu rapidamente em 2020.

Vale a pena confrontar Fauci com todos estes pontos no contexto de uma audiência no Congresso ponderada e bem fundamentada.

Mas os republicanos de hoje não são propriamente conhecidos pela ponderação e pelo raciocínio bem fundamentado e, por causa disso, pessoas como Rand Paul tornaram menos provável que alguma vez haja um verdadeiro ajuste de contas com Fauci pelos seus erros. Fauci está a invocar a Quinta Emenda vezes sem conta, porque ser franco agora expô-lo-ia a ainda mais abusos. Os republicanos transformaram a responsabilização num jogo de tudo ou nada: uma escolha entre uma detenção politizada ou fingir que nada correu mal.

Perante essas opções, a maioria das pessoas de orientação liberal escolheria a segunda, e não podemos censurá-las por isso, porque os erros de Fauci não são crimes e atirá-lo para a prisão seria um terrível erro judicial. Mas, do ponto de vista da verdade e da boa governação, esse continua a ser um resultado profundamente insatisfatório.

Ora, há figuras públicas cujas acções deveriam levá-las perante um juiz — consigo pensar em algumas na actual administração. AOC e Fauci não são dessas pessoas. O que precisamos, da parte dos defensores da Woke 1 ou daqueles que sufocaram o debate sobre a pandemia, é de responsabilização.

O problema é que a responsabilização é uma solução moderada. Os americanos, com o vosso espírito revolucionário, têm dificuldade com esse tipo de moderação; ela não proporciona nem o alívio da absolvição nem a satisfação de um castigo considerado justo. Mas aqueles que estão a afiar as lâminas deveriam lembrar-se de que nenhuma democracia foi alguma vez salva pela guilhotina.

August 26, 2026

Guterres versão cobarde

 


#transfascismo no seu pior - testemunhos

 

Estes médicos, psicólógos, educadores, comunicadores de Tv que divougam, aludem e praticam o abuso de crianças e adolescentes deviam estar todos na cadeia.


Colin M. Wright, "Por que razão existem exatamente dois sexos"

 

A biologia rigorosa distingue-se das questões relacionadas com a dignidade, os direitos e a forma como nos tratamos uns aos outros. As controvérsias políticas não devem ser resolvidas através da redefinição — ou da negação — das realidades reprodutivas que, em primeiro lugar, tornam o sexo um conceito científico útil. Quando as categorias são esbatidas por razões não científicas, estamos a convidar a ocorrência de danos a jusante: protocolos clínicos confusos, epidemiologia comprometida, proteções legais enfraquecidas e/ou contraditórias e uma diminuição da confiança do público na ciência.
Em todos os taxons anisogâmicos, os machos e as fêmeas são definidos pelo dimorfismo gamético. As propostas para redefinir o sexo em termos de cariótipos, características sexuais secundárias, comportamento ou outros correlatos são incoerentes e pressupõem invariavelmente este fundamento, uma vez que as categorias «macho» e «fêmea» só são compreensíveis por referência aos espermatozoides e aos óvulos.
Colin M. Wright, "Por que razão existem exatamente dois sexos" (excerto)

Acesso aberto - Download PDF

Publicado: 4 de novembro de 2025 - Volume 54, páginas 3941–3945 (2025)

https://link.springer.com/article/10.1007/s10508-025-03348-3

"Wolves in White Coats"


Gerald Posner

Este é o relatório sobre os «cuidados de afirmação de género» que deveria pôr fim a carreiras e dar início a investigações federais por fraude.

O HHS divulgou ontem Wolves in White Coats, um relatório detalhado de 64 páginas que documenta como mais de 225 hospitais e sistemas de saúde criaram programas pediátricos de género. 

O relatório expõe algumas das práticas de facturação que ajudaram a transformar intervenções médicas experimentais em menores numa indústria lucrativa.

Este é exactamente o tipo de investigação que aqueles de nós que passámos anos a reportar sobre este assunto temos vindo a exigir. Deveria servir de modelo para investigações criminais — e constituir fundamento para que as ordens dos médicos iniciem processos disciplinares contra os profissionais de saúde envolvidos.

Full report: https://hhs.gov/sites/default/files/hhs-wolves-in-white-coats.pdf 

Autoginefilia

Raparigas assediadas nas casas-de-banho por trans

 


A 'medicina' trans



Jonni S🦎
@JonniSkinner
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A minha mãe e eu ouvimos isto do meu primeiro endocrinologista quando eu tinha 13 anos, na primeira consulta com ele. Que o meu cérebro se tinha desenvolvido de forma feminina devido a um pico tardio de testosterona no útero. Estes médicos induziram em erro e prejudicaram tantos dos seus doentes de uma forma tão profunda que é quase indescritível. Merecemos justiça pelo que eles decidiram fazer-nos passar.

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Prisha Mosley🦎
@PrishaMosley
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Os meus médicos mentiram-me e disseram que eu tinha um cérebro masculino preso num corpo feminino devido a um desequilíbrio hormonal, enquanto a minha mãe estava grávida de mim. São profissionais que dizem isto. x.com/sappholives83/…

Gays Against Groomers