Hahah, watch his brain freeze in real time as he realizes how logically inconsistent the modern left is.
— Jeffery Mead (@the_jefferymead) July 1, 2026
“Ha, got eem!”😂 pic.twitter.com/FnltLFSv5T
O transgenerismo é uma experiência descontrolada, à escala da sociedade, sobre conformidade e obediência: um teste para ver até que ponto é possível levar as pessoas a repetir absurdos, a infligir crueldades, a conviver com irrealidades e a excluir e punir outras pessoas por coisas em que elas próprias não acreditam.
É um teste para verificar se as auto-humilhações morais e as traições rotineiras que ocorreram no Bloco Soviético — com a sua polícia secreta, prisões políticas e exércitos de informadores — poderiam ser replicadas em sociedades liberais, democráticas e pluralistas que careciam desse aparelho formal de repressão: se pequenas recompensas e castigos poderiam forçar as pessoas a punir outras por afirmarem a mais evidente de todas as verdades e inspirá-las a aplaudir a castração química e o desmembramento dos seus próprios filhos.
É um teste em que a maior parte do mundo ocidental está a falhar.
A AI já foi uma organização que lutava pelos direitos das mulheres: amnesty.org/en/latest/news/2016/01/female-refugees-assault-exploitation-and-sexual-harassment. Nessa altura relatava o perigo das mulheres que vinham para a Europa estarem em campos de refugiados sem espaços próprios para si e em número minoritário, rodeadas de homens. Agora nega que os homens ataquem as mulheres.


