October 18, 2026

Hoje há manifestações em todas as grandes cidades americanas, contra Trump e seus oligarcas

 

Não deixemos que estes protestos contra o Trump e os seus tecnocratas desapareçam nas profundezas da Internet.
Trump pediu a Zuckerberg que fechasse a conta na Meta No Kings, onde se publicavam todas as manifestações e protestos que hoje acontecem em todas as grandes cidades americanas, organizadas por eles, para as pessoas não as verem.

Os EUA ameaçam a Europa?

 

Segundo consta, o embaixador dos EUA junto da UE estará a ameaçar com retaliações «devastadoras» a Europa, caso impeça a SpaceX de aceder a partes do seu mercado.🇪🇺🛰️
Os EUA pensam que os europeus são seus vassalos. É preciso desenganá-los.
Vai doer, como já doeu com a Rússia e continua a doer a Laus países como a Alemanha, mas temos que nos tornar independentes dos EUA e da China porque o preço a pagar pela dependência é muito grande.



A maior operação ucraniana contra São Petersburgo

 

A operação ucraniana contra São Petersburgo, na Rússia, foi a maior desta guerra contra esta cidade russa. Três alvos principais foram atingidos durante esta operação:

- O terminal petrolífero local e, respectivamente, as unidades de armazenamento de petróleo
- O centro de dados da VKontakte
- O centro logístico local da Ozon

É importante referir que nem o Starlink nem o Starshield podem ser utilizados nesta operação pelas forças armadas ucranianas, uma vez que esses serviços sempre estiveram fora do alcance das forças ucranianas. São utilizados apenas produtos finais ucranianos.


E a Ucrânia ainda arranja tempo para ajudar as democracias

 

Pessoas atacadas em sua casa com martelos pelos 'estudantes angustiados', como lhes chama Macron

 

Macron fez um discurso cobarde

 

E com ele passou uma esponja sobre a violência e as causas da violência e do terror destes últimos dias. Houve pessoas atacadas pela turba, incendiadas. Nem uma palavra. Nem sequer declarou o estado de emergência. As pilhagens continuam, não acabaram. Le Pen estará contente.


⚡️A Hungria sendo governada por pessoas decentes

 

The Kyiv Independent

⚡️A Hungria está disposta a permitir o trânsito de cereais ucranianos para a Europa Ocidental, afirma o primeiro-ministro.

«Se for apenas uma passagem pelo país, então, obviamente, não há qualquer obstáculo», afirmou o primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar.

 

Um russo sem medo diz a verdade

 

Libertar a Ucrânia dos terroristas do Kremlin é a única hipótese dos russos decentes poderem, um dia, fazer daquele esgoto moral um país decente.

Zelenskyy's update

 

"A paz que transforma homens livres em escravos não é paz. É tirania" - Zelenskyy

 

Em Marselha só as lojas dos judeus foram destruídas

 

As dos muçulmanos não. Se isto é verdade, lá temos aqui a mão da multinacional islâmica que prepara as manifestações com indicações do que destruir, células de 'inteligência' (onde é que já ouvi isto?), etc.

Quem são os tais ostentadores de riqueza que os activistas atacam em busca de justiça?

 

Idosos no meio da rua, lojistas que vivem das suas lojas, bombeiros, polícias, professores. Enquanto isso, os orquestradores destas células de violência espalhadas pela Europa vivem nos seus palácios de ouro no Qatar ou na Arábia Saudita a oferecer aviões a Trump. 



Entretanto, há uma hora e pouco chegaram à zona do Louvre. 

Islamofilia versus islamofobia

 

Votar na nova-esquerda e esquerda extremista é votar na islamofilia: amor desmedido e defesa absurda e incoerente de uma ideologia misógina, violadora de todos os direitos humanos, violenta e incivilizada, por razões de ódio aos judeus e ganho de votos.

Islamofobia: nome que os islamofílicos dão aos que criticam o Islão e as suas práticas: submissão das mulheres, teocracias, sharia, casamentos infantis, violações, decapitações, glorificação da morte, crianças soldado, tácticas de terror urbanas, apelo à violência, apelo ao fim das democracias, apelo à normalização da violência sobre as mulheres, apelo à prisão e/ou condenação à morte por blasfémia, por apostasia, defesa do fim das liberdades civis. 

É o que vemos nos 50 e tal países islâmicos. É normal não querer esta ideologia/religião aqui na nossa terra e ter receito duma religião/ideologia totalitária tão violenta. Não é uma fobia, é prudência, receio racional e fundado nas evidências. O que não é normal é apoiar, defender e aliar-se a esta ideologia/religião e tentar impô-la aqui.

Parece-me que o grande perigo está na islamofilia e não na islamofobia. 




O que faz isto lembrar? A Alemanha nazi dos anos 30

 


Os pogroms dos nazis em caça de judeus, a despi-los, a roubá-los, a humilhá-los, a destruir-lhes as lojas e a criar-lhes o terror. França: 'protestantes franceses em busca de melhores escolas'... deixam um casal de idosos assim. O islamismo é um movimento de energia nazi: violência, milícias, terror, anti-semitismo. A bandeira da Palestina é a nova cruz suástica. O islamismo político tem de ser proibido no espaço público na Europa da mesma maneira que o são os partidos neo-nazis e os seus discursos de violência. São iguais, um e outro no seu fascismo e terror. Os muçulmanos que são democratas, que se querem integrar e têm uma religião, que a pratiquem nas mesquitas, mas não queremos as suas bandeiras fascistas, nem as suas sharias, nem a sua violência, nem a sua cultura de glorificação da morte.


É preciso reconhecer o movimento pelo que é, se queremos acabar com a violência

 

A destruição e vandalismo acontece porque os coitados são provocados pela exibição da abundância dos outros franceses. Isto é o guterrismo acéfalo à escola global: a culpa dos crimes estás nas vítimas. 

Na verdade, como diz Maaroufi Fadila, o que se passa é outra coisa: 

Estamos a assistir às ghazawat (sura 8, Al-Anfal), ou seja, às incursões. 

Na tradição islâmica, o espólio obtido durante as expedições militares do Profeta Maomé era considerado lícito. A partir do momento em que a intifada foi decretada na Europa, a incursão torna-se, nesta lógica, uma prática «normal». Estão perante uma visão do mundo diferente e um modelo de sociedade distinto, que vão contra os vossos valores republicanos.


Pontos comuns entre a extrema-direita e a extrema-esquerda



➡️ Populismo  
➡️ Fakenews 
➡️ Ódio aos outros 
➡️ Pro Putin e anti-Ucrânia 
➡️ Anti-NATO, anti-Europe 
➡️ Programas económicos irrealistas e perigosos
➡️ Censura e manipulação da comunicação social
➡️ Suporte à insurreição violenta 
➡️ Desvio de fundos
➡️ Desprezo pelo Estado de Direito
➡️ Admiração pelo autoritarismo 

Citação deste dia


Uma República que protege o direito de protesto tem também de proteger os seus cidadãos contra a violência. Isso não é autoritarismo. É o Estado de direito a funcionar.  - Simon Maecheling
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É preciso reconhecer estes movimento pelo que é: uma multinacional



Como se vê, o vandalismo passou da França para Itália, depois para a Bélgica, a Alemanha e agora estão a tentar pegá-lo aqui em Portugal. Se queremos ser governados pelos nossos representantes num quadro democrático e não por vândalos, temos que reconhecer este movimento pelo que é: uma multinacional. 
Uma empresa que gere células de militantes distribuídas pelas cidades da Europa com o plano firme e, já à vista de todos, de destruição das democracias europeias. Onde é a sede desta multinacional e quem é o seu proprietário? Não sei, mas dado que todas as células têm cabecilhas que acima de tudo promovem o Hamas, o anti-semitismo, a sharia, a destruição das igrejas e edifícios emblemáticos do Ocidente, etc., atrevo-me a dizer que será o Qatar ou a Arábia Saudita ou outro país teocrático e anti-democrático islâmico.
A esquerda, a nova-esquerda, e a esquerda extremista, como tem sido rejeitada nas urnas, tem sido o seu braço armado na Europa. Porém, como diz Meloni, a rejeição desta violência planeada por cabecilhas internacionais que se movem entre países e aparecem 'espontaneamente' onde há um protesto, deve ser unânime e qualquer reticência torna-se uma justificação. 
A Europa tem uma polícia internacional que coopera trans-fronteiras. Cooperem. Identifiquem a cabeça desta multinacional de terrorismo e fechem-lhe os canais de influência. Identifiquem os cabecilhas das células e prendam-nos. Fechem as mesquitas onde se difundem estas retóricas de violência e ódio ao Ocidente e às democracias.
Quanto aos outros, os idiotas úteis que aproveitam para destruir e pilhar, responsabilizem-nos: eles ou os pais que paguem os estragos e que sejam obrigados a trabalho comunitário consequente, ou pena de prisão em caso de crimes ou que fiquem impedidos de alguma vez ser eleitos para cargos públicos. 
É preciso responsabilizar, mesmo que sejam adolescentes das escolas. Não podem partir, destruir os bens de cidadãos comuns e roubar-lhes o sustento, incendiar edifícios, incendiar a cara das pessoas e depois ir para as aulas como se nada fosse. Qualquer reticência torna-se uma justificação. 
Os cabecilhas, sendo estrangeiros, que sejam imediatamente deportados e impedidos de entrar na Europa, como terroristas que são. 
As leis têm que mudar porque não se pode continuar a aceitar imigrantes aos milhares sem critério, gente violenta, inqualificada, culturalmente incivilizada, traficantes, violadores, criminosos cadastrados e toda a espécie de indivíduos, como se fossem todos vítimas a precisar de asilo e como se a Europa fosse um albergue espanhol.
Estamos a assistir ao colapso da França, se nada for feito. E a seguir vão os outros países. E quanto mais espaço se dá a este terroristas, mais espaço se dá à extrema-direita para crescer.

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Tenho um grande respeito pelas milhares de pessoas que hoje se manifestaram pacificamente, incluindo as que participaram na mobilização convocada pela CGIL, que contou também com a presença de líderes da esquerda. 
Quaisquer que sejam as ideias pelas quais se manifesta, a participação é a base de qualquer democracia saudável. Por outro lado, porém, não podemos ignorar o que aconteceu noutras praças italianas. 
Em Milão, como mostram estas imagens, houve lançamento de pedras contra as forças da ordem, agentes feridos, danos materiais e actos de violência que obrigaram a interromper a manifestação. Em Turim, foram detidas pessoas com pedras de calçada e martelos para partir vidros. Em Bolonha, os distúrbios levaram ao encerramento preventivo da estação ferroviária. 
Vândalos que aproveitam as manifestações para semear o caos, agredir quem garante a segurança e manter cidades inteiras como reféns. Manifestar-se é um direito. Incendiar e devastar as nossas cidades não é. Reitero o meu apelo à oposição: não sejam ambíguos quanto a isto. Condenem sem ambiguidades esta violência e lancem um apelo claro para que todas as mobilizações sejam pacíficas. Perante cenas como estas, a rejeição deve ser unânime. Qualquer reticência torna-se uma justificação. O silêncio não é aceitável.  -Giorgia Meloni 


França irreconciliável - testemunho

 

Sanções de longo alcance