May 28, 2026

Não somos islamofóbicos por não querermos isto na nossa terra

 

Crianças pequenas a ser ensinadas a decapitar animais e a sujar as mãos de sangue ao som de alauakebares. O islão é uma ideologia que ensina a violência, a depravação sexual e o culto da morte. Os moderados são os que já se afastaram da religião.


Quem foi que disse que uma sociedade com um sistema de segurança social não é compatível com migração em massa?

 

Falsos pressupostos

 


Idade da reforma vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027

Esperança de vida aos 65 anos, no período 2023-2025, foi estimada em 20,19 anos para o total da população, indica o INE.
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Nem toda a gente tem essa esperança de vida aos 65 anos. Eu não tenho. só por milagre. E não é só isso. Assim que a esperança de vida sobe dois meses o governo vem logo cativá-los para o trabalho?

Está tudo doido?

 

PPC chamou prostituto a Montenegro? Entrou em modo Trump? Vai chamar piggys às mulheres de quem não gosta?

E diz que os portugueses não gostam de políticos sem carácter. Talvez seja verdade mas também não gostamos de políticos de mau carácter que se rodeiam de incompetentes que cortam a vida aos outros e depois chamam-lhes mariquinhas e mandam-nos emigrar.


Macron responde aos dois palhaços do Kremlin que passam a vida a ameaçar todos com armas nucleares

 

Toma lá um submarino nuclear. A França dispõe de armas nucleares táticas aéreas, que podem ser lançadas a partir dos seus caças Rafale.
Macron assinou acordos com países como a Grã-Bretanha, a Alemanha e a Polónia, tornando possível que os jactos aterrem nas suas bases, num plano a que chama «dissuasão avançada». Os aviões deslocam-se em segredo pela Europa, criando uma ambiguidade estratégica que obrigará Putin a pensar duas vezes antes de atacar. Os aliados realizarão exercícios nucleares conjuntos.


O que se passa esta semana na Ucrânia? Sanções de longo alcance

 


O que se passa hoje em relação à Ucrânia?

 

Merkele deseja que a Ucrânia tenha mais outros 5 anos de guerra. A sério...?


O que se passa hoje na Ucrânia?

 

A Ucrânia está em vantagem na guerra. Esta é a altura de atirar com tudo para cima dos russos.


O líder, de facto, do mundo livre

 

Porque é que russos abertamente pró-Putin continuam a ser convidados para eventos europeus?

 

Como provocar uma polémica inexistente só para ter mais likes?

 

28 de maio de 1926. A data que a direita radical pode tentar resgatar
Alexandra Tavares-Teles

Cem anos depois, a data que abriu caminho à ditadura continua colada ao Estado Novo, mas pode hoje servir à direita radical como linguagem de combate à “partidocracia”, ao parlamentarismo e aos políticos ... DN
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Não há nenhuma polémica à volta desta data nem consta que alguém, alguma vez, tenha sugerido comemorá-la, mas esta 'jornalista' acha que há aqui espaço para abrir uma polémica e ganhar likes. E isto vem na página da frente da edição online como se fosse uma grande notícia.

Denúncia da situação de milhares de professores do profissional



A Fenprof vai denunciar junto da Comissão Europeia a situação de milhares de professores do ensino profissional de escolas particulares, que acusa de “práticas abusivas” e de impor horários de trabalho "excessivos e desregulados".
"A realidade vivida nas escolas continua marcada pela manutenção de práticas abusivas e pela ausência de soluções estruturais", acusa a Fenprof que revelou esta terça-feira que vai reunir-se, na próxima semana, com a representação em Portugal da Comissão Europeia.
O encontro tem como objetivo denunciar uma situação “inaceitável, que perpetua a precariedade, fragiliza a Escola Pública e desrespeita milhares de profissionais”, escreve a Federação Nacional dos Professores, que lembra que tem vindo a denunciar o agravamento da situação laboral dos professores das escolas profissionais no ensino privado.

Entre os problemas apontados pela maior estrutura sindical docente, estão os “horários de trabalho excessivos e desregulados”mas também "abusos nos calendários escolares, com prolongamento indevido de atividades letivas e avaliações para além do que é exigido e seria aceitável no restante ensino secundário".

A Fenprof acusa ainda as escolas de obrigar os professores a repor aulas não dadas por motivos de doença ou por greve e de manter um modelo “assente na precariedade de milhares de técnicos especializados” que exercem funções docentes permanentes "sem estabilidade, carreira ou direitos equiparados aos restantes professores".

A federação considera que as condições de trabalho destes professores se degradaram "acentuadamente na última década, com a aplicação de uma sobrecarga horária letiva aos professores, chegando esta a um total anual de 880 horas".

A Fenprof exige melhores salários e que estes profissionais sejam integrados na carreira do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) do Ensino Particular e Cooperativo e que lhes seja contabilizado o tempo de serviço em falta, relativo ao período de caducidade do CCT que ocorreu entre 2015 e 2022.
"O financiamento público canalizado pelo Estado para as escolas privadas deve reverter, obrigatoriamente, na melhoria das condições de quem nelas trabalha", defende a Fenprof em comunicado divulgado hoje.
Os Sindicatos da federação denunciam ainda o "recurso sistemático e abusivo a técnicos especializados", pedindo o combate à precariedade, investimento público “estável e sustentado” e a modernização de equipamentos e infraestruturas.

A negociação de um Contrato Coletivo de Trabalho para o EPC que respeite as especificidades do ensino profissional é outra das lutas da Fenprof, que pede que seja atualizado o financiamento das turmas do ensino profissional privado, equiparando-o aos custos das turmas das escolas públicas.


May 27, 2026

Well, well, well

 

Olha o que está em 1º lugar.

🎯

 

"Os americanos medem o custo da guerra em vidas humanas, os russos medem-no nos gastos totais da nação"




Trechos interessantes das memórias do Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight D. Eisenhower (posteriormente Presidente dos Estados Unidos entre 1953 e 1961), sobre o Marechal Georgy Zhukov:

«Durante as várias horas que passámos juntos no avião, o Marechal Zhukov e eu discutimos frequentemente operações militares... Uma grande revelação para mim foi a sua descrição do método russo de atacar através de campos minados. Os campos minados alemães, cobertos pelo fogo defensivo inimigo, eram obstáculos tácticos que nos causavam pesadas baixas e muitos atrasos. Romper através deles era sempre difícil, apesar de os nossos engenheiros terem inventado todos os dispositivos mecânicos imagináveis para a remoção segura de minas.

O marechal Zhukov comentou casualmente comigo: ‘Existem dois tipos de minas: antipessoal e antitanque. Quando nos deparamos com um campo minado, a nossa infantaria prossegue o ataque como se ele não existisse. Consideramos as baixas causadas pelas minas anti-pessoal equivalentes às baixas que teríamos sofrido se os alemães tivessem defendido aquele sector com forças concentradas em vez de campos minados. A infantaria em avanço não detona as minas anti-tanque, por isso, assim que atravessam o campo minado e asseguram o lado oposto, os engenheiros avançam e abrem faixas por onde os veículos podem passar...»

Conseguia imaginar vividamente o que teria acontecido a qualquer comandante americano ou britânico que tentasse utilizar tais tácticas, e tinha uma ideia ainda mais clara do que os homens de qualquer uma das nossas divisões teriam dito se tivéssemos tentado integrar tais práticas na nossa doutrina táctica...

Os americanos medem o custo da guerra em vidas humanas, enquanto os russos o medem nos gastos totais da nação.

Tanto quanto pude perceber, Zhukov pouco se importava com os métodos que considerávamos essenciais para manter o moral das tropas americanas: rotação sistemática de unidades, oportunidades de descanso e lazer, licenças curtas e, acima de tudo, o desenvolvimento de métodos destinados a evitar expor os homens a riscos de combate que não fossem absolutamente necessários. Tudo isto, prática comum no nosso exército, era praticamente desconhecido no exército dele.

...A diferença fundamental entre as atitudes americanas e russas em relação ao tratamento das pessoas ficou ilustrada noutro incidente. Numa conversa com um general russo, mencionei o difícil problema de cuidar de um grande número de prisioneiros de guerra alemães — um problema que enfrentámos em várias fases da guerra. Observei que dávamos aos prisioneiros alemães a mesma ração alimentar que aos nossos próprios soldados.

«Por que fariam isso?», exclamou Zhukov, espantado.

Respondi que, em primeiro lugar, o meu país estava obrigado a fazê-lo nos termos das Convenções de Genebra. Em segundo lugar, milhares de militares americanos e britânicos estavam prisioneiros em campos alemães, e eu não queria dar a Hitler qualquer pretexto para os tratar ainda pior do que já os tratava.

Zhukov ficou ainda mais surpreendido com esta resposta e exclamou: «Mas por que razão se preocuparia com soldados capturados pelos alemães?! Já eram prisioneiros e já não podiam lutar!»

Os excertos são citados de Dwight D. Eisenhower, Crusade in Europe, The Johns Hopkins University Press, 1997 (publicado pela primeira vez em 1948), pp. 468–470.


Curiosamente, na tradução russa das memórias de Eisenhower (edição de 2000), estas passagens — aparentemente de particular interesse para os leitores russos — foram removidas.

Todos aqueles que gritam «podemos fazê-lo novamente» devem lembrar-se de que seriam enviados para combater utilizando os métodos e tradições de Zhukov.

@OlenaRohoza

Diz o roto ao nu: porque não te vestes tu?

 


Público: especialista em títulos enganadores

 

Novas regras de acesso ao superior restringem entrada de estudantes com deficiência

Regulamento passou a exigir um único critério para o contingente de estudantes com deficiência: atestado multiusos com incapacidade superior a 60%. Famílias temem exclusão de alunos com doença grave.

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O Público dá a entender que os alunos com deficiência não vão poder ter acesso ao ensino superior. É falso. 

O que acontece é que, até agora, para além dos atestados de incapacidade, que são passado por uma junta médica, os estudantes podiam apresentar como comprovativo, terem sido sujeitos a medidas adicionais de suporte à aprendizagem nas escolas. 

O que são medidas adicionais de suporte à aprendizagem? São medidas que foram criadas para dar apoio a casos específicos de alunos que têm certas características. Por exemplo, um aluno com dislexia, tem direito a que não lhe contabilizem os erros ortográficos (ou certos erros) na avaliação; ou um aluno bipolar tem direito a certas medidas de apoio; ou um aluno fortemente medicado para a depressão ou ansiedade, o que agora começa a ser mais ou menos comum. Há médicos que carregam tão fortemente esses miúdos de medicação anti-depressiva que eles andam meio zonzos e deixam de conseguir concentrar-se. Estes últimos casos costumam ser temporários mas precisam de um trabalho e avaliação algo diferenciados.

O que acontece é que essas medidas foram generalizando-se, ao ponto das escolas terem equipas enormes só para isso e foram 'inventado' razões para essas medidas. Há turmas de 30 alunos onde uns 20 têm medidas adicionais. Um professor com 6 ou 7 turmas pode ter uma centena e meia de alunos com medidas, para os quais têm de preencher, um a um, um documento com 200 parâmetros ou mais, por tudo e mais alguma coisa, o que lhe retira qualquer valor pedagógico que pudesse ter. Há reuniões onde só se preenchem cruzes em vez de se falar dos alunos e de como resolver problemas.

Mais, como os pais vêem uns a ter testes mais curtos ou mais fáceis por terem essas medidas, agora há um rodopio a clínicas que vivem de passar atestados para que os meninos possam ir sempre passando sem incómodos. Um aluno tem mau comportamento? Aplicam-se medidas de apoio à aprendizagem!! Até o mau comportamento que os alunos trazem de casa é um problema para o professor resolver na aula. Não ãbeneficia nada os alunos, em geral e apenas um controlo da escola sobre os professores. É absurdo. Há colegas que pensam que estes absurdos são obrigatórios por lei...

Gerou-se um enorme abuso. Há pais que dizem, 'o meu filho tem um piquinho (assim mesmo) de défice cognitivo e precisa de medidas; ou tem hiperactividade. Pedimos o documento médico comprovativo. Muitas vezes não têm, e dizem que sempre tiveram essas medidas sem nenhum documento. É aí que aparecem as clínicas de psicólogos que 'dão' atestados de qualquer coisa a precisar de medidas adicionais como pãezinhos quentes. Porque os alunos com dislexias e outros problemas desses, têm documentos, às vezes desde a escola primária, que é logo quando se detectam. Já fazem exames diferentes dos outros.

E há médicos sem juízo. Já me aconteceu, por várias vezes, médicos escreverem-me um papel a dizer, 'fulano de tal está doente e tem permissão para faltar períodos prolongados. Não devem ser-lhe marcadas faltas às ausências nem deve ser avaliado'!! E quando digo às mães que isso é ilegal, que não é possível um aluno faltar sem justificações, para além das determinadas na lei, e que não pode, não ser avaliado, mais do que um período escolar, ficam surpreendidas e respondem, 'mas foi o médico que mandou'. Pois, mas o médico não dita regras à escola e aos professores, quem o faz é a legislação em vigor e o ME.

Portanto, não é verdade que se queira prejudicar os deficientes e o Público mais uma vez manipula. Será verdade que à conta destes abusos, haverá alguém que cai pelas frestas da lei e é preciso pensar nesses, como o relatado neste artigo, do adolescente com uma doença rara, mas não acredito que seja verdade que não aceitar os milhares e milhares de alunos com medidas adicionais que agora são um exército nas escolas, seja pensado para prejudicar deficientes.


A China, que pode parar a raiva assassina de Putin, já, também é cúmplice destas matanças de civis

 

Os EUA são grande cúmplices do terrorismo russo. Uma mancha de que nunca se irão livrar.


Um deputado da Duma fala da situação na Rússia

 

Putin tem medo de todos e todos têm medo de Putin. Tem havido prisões de altos funcionários do regime. Purgas. Entraram em modo de sobrevivência. Cheira a fim de regime.

Não somos islamofóbicos por não querer isto aqui na nossa terra

 

Nem sequer numa escola particular.