Jaipur — a Cidade Rosa da Índia — é um lugar onde a história, a cultura e as cores vibrantes ganham vida da maneira mais mágica. Uma cidade envolvida no charme do velho mundo. Ao caminhar pelas ruas, testemunha-se artesãos a criar requintados tecidos requintados estampados e jóias artesanais.
Comer em Jaipur é uma experiência única, desde petiscos salgados fritos servidos bem quentes até lassi cremoso e chai perfeitamente temperado, passando por doces embebidos em calda de açúcar.
Palácio da Cidade
Como uma cidade tão enraizada na tradição continua a inovar sem perder a sua essência?
O palácio Hawa Mahal - Jaipur, India
O design do palácio reflete o da coroa do deus Krishna, pois o marajá que o construiu, Prateep Singh, era devoto do deus hindu. O palácio foi construído para permanecer fresco nos verões escaldantes. As suas inúmeras jharokhas — janelas de pedra que se projetam das paredes — permitem que os ventos frequentes de Jaipur soprem pelo palácio. Essas janelas tinham ainda outra função importante: as suas intrincadas treliças ajudavam as damas da realeza a permanecer invisíveis.
O Portão do Pavão no Palácio da Cidade em Jaipur representa o Outono e é dedicado ao deus hindu Vishnu.
A câmara central do Sheesh Mahal no Palácio da Cidade, com o seu intrincado trabalho em espelho, colunas douradas e motivos florais.
Baradari
Baradari, um restaurante no Palácio da Cidade, que data do século XVIII e que, além de abrigar a família real de Jaipur, tem galerias, escritórios, pátios, restaurantes e muito mais.
Imaginamos os portugueses a chegaram a estas praias paradisíacas, tão diferentes das nossas, em caravelas minúsculas depois de terem passado todos os bojadores.
Meyerbeer, o compositor alemão do século XVIII, compôs uma ópera em francês a que chamou «Vasco de Gama» mas que foi e é conhecida por, 'L'Africaine', baseada nas viagens de Vasco da Gama contadas nos Lusíadas. Meyerbeer põe Vasco da Gama a cantar a sensação de maravilha quando primeiro chega à Índia, na aria, «Ó, Paraíso»
Ô paradis sorti de l'onde Aria de Vasco da Gama Texto de Eugène Scribe e François-Joseph Fétis Música de Giacomo Meyerbeer (1791–1864)
Recitative: Pays merveilleux, jardin fortuné, temple radieux, salut!
Aria: Ô paradis sorti de l'onde,
Ciel si bleu, ciel si pur, dont mes yeux sont ravis, Tu m'appartiens, ô nouveau monde, Dont j'aurai doté mon pays! À nous ces campagnes vermeilles, À nous cet éden retrouvé! Ô trésors charmants, ô merveilles! Salut, monde nouveau, Tu m'appartiens, sois donc à moi! Ô beau pays!
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Recitativo: País maravilhoso, jardim afortunado, templo radiante, saudações!
Ária: Ó paraíso surgido das ondas, Céu tão azul, céu tão puro, que encanta os meus olhos, Tu me pertences, ó novo mundo, Que eu darei ao meu país! Nossas são estas campinas vermelhas, Nosso é este Éden reencontrado! Ó tesouros encantadores, ó maravilhas! Saudações, mundo novo, Tu me pertences, sê meu! Ó belo país!
Controlo, controlo, controlo. Se nasceste pobre numa cidade de 4ª categoria tens 95% probabilidades de morrer pobre na mesma cidade de 4ª categoria. Dito isto, algumas estratégias são interessantes para controlar a imigração que chega a Portugal vinda de fora.
O que saltou à vista foi o tamanho da Rússia comparado com os outros todos: 570 Bélgicas; o maior a seguir, a Dinamarca tem um tamanhinho de 73 Bélgicas. Olhando para aqui tem-se uma ideia imediata de porque é que Napoleão tropeçou na Rússia e depois Hitler. E ainda que almejar que a Rússia seja relativamente insignificante no plano internacional é como esperar que um enorme elefante no meio de uma jaula de pequenos mamíferos, não maiores que cães, por exemplo, passe despercebido e perca poder de intimidação. Not gonna happen.
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Quando se trata de comparar áreas, a Bélgica está no meio: não demasiado grande, não demasiado pequena. É por isso que o país (aprox. 30.700 km2, 11.850 sq. mi) é frequentemente utilizado como unidade de medida. Ainda este fim-de-semana, The Spectator mencionou que a NEOM, uma cidade planeada na Arábia Saudita, teria "o tamanho da Bélgica" quando estivesse concluída em 2030.
Este mapa mostra como os outros países da Europa se acumulam:
- Em termos de área, a Rússia é o equivalente a 570 Bélgicas.
- A Dinamarca ocupa o segundo lugar (73 Bélgicas) - a comparação tem em conta a Gronelândia (não representada no mapa).
- Seguem-se a Turquia (26), França (22), Ucrânia (19), Espanha (16), Suécia (15), Noruega (12), Finlândia, Alemanha (ambos 11), Polónia e Itália (ambos 10).
- Alguns países podem caber dois países belgas dentro das suas fronteiras: Letónia, Lituânia, República Checa, Áustria, Sérvia e Irlanda.
- E depois há aqueles infelizes demasiado pequenos para acomodar sequer uma Bélgica. Não só os microestados habituais (Mónaco, Vaticano, etc.) mas também Chipre, Eslovénia, Kosovo, Montenegro, Albânia e Macedónia do Norte.
- Muitos países estão na zona de tamanho próxima da Bélgica, capazes de embalar mais de zero belgas, mas menos de dois: Estónia, Eslováquia, Moldávia, Bósnia, Croácia, Países Baixos.
Porque não utilizar esses países da próxima vez que um iceberg gigante à deriva ao largo da Antárctida ou a área anual de desflorestação da floresta tropical precisar de ser quantificada?
A ONG Save the Children destaca que na crise humana e de segurança as crianças são alvo dos insurgentes e enfrentam, como o resto da população e dos deslocados, fome severa. Presidente Nyusi quer eliminar o terrorismo.
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A razão disto tudo é a exploração do gás natural na província de Cabo Delgado, "numa infraestrutura que deverá estar pronta em 2024 e será explorada por um consórcio de empresas de vários países, liderado pela francesa Total. A insurreição representa uma ameaça direta aos projetos de gás."
Neste mundo, assim que um país pobre e desprovido de poder militar descobre um tesouro nas suas terras, os outros países lançam-no num caos de destruição e morte para lhes roubar o tesouro. Os moçambicanos são aqueles que não vão aproveitar nada, nadinha, do gás natural que têm no seu território. Pelo contrário: até agora, fome, guerra e horror. E quem está a liderar esta guerra? Muçulmanos radicais. E donde vieram eles?
1983 O presidente Samora Machel autoriza o Conselho Islâmico a enviar jovens para estudar na Arábia Saudita, numa iniciativa financiada pelo reino saudita. Parte deles regressam radicalizados e vão para Cabo Delgado e Niassa pregar um islão salafista.
Mas a Arábia Saudita continua a ser acolhida em todo o lado como um parceiro válido, ao ponto de até liderar comissões de direitos humanos na ONU. Assim não vamos lá. O islão salafista com os seus projectos de jihad global devia estar ao mesmo nível que a ideologia nazi. Aquilo não tem que ver com religião mas com guerra total.
Podemos dizer dos partidos o que Montesquieu dizia dos países: quando surgem são sustentados, em primeiro lugar, por uma sucessão de líderes excepcionais; depois pela fortaleza e justiça das suas instituições.
Isto explica porque é que há países que desaparecem -a corrupção corrói-lhes as instituições que os haviam de sustentar-, porque é que alguns partidos nunca passam de uma promessa e morrem antes de crescer -falta-lhes os líderes excepcionais- e porque é que outros que cresceram não se sustêm e desaparecem à primeira grande crise -não se enraizaram em instituições fortes e justas.