February 07, 2026

Eu, amanhã, a votar pelo 'seguro morreu de velho'

 

Ainda mais com este temporal...

Dizem tudo sobre as suas intenções mas ninguém leva a sério


Da mesma maneira que Putin disse inúmeras vezes, publicamente e no Ocidente, que a destruição da URSS tinha sido um erro e que queria revertê-la e ninguém ligou, também agora os islamitas dizem claramente nas mesquitas inglesas, francesas, suecas, etc., quais as suas intenções e métodos, mas os governos de esquerda são demasiado estúpidos ou comprometidos e não ligam.

 

Mayor de NY: já começou a propaganda da ideologia islâmica II

 

NY: cartazes espalhados pela cidade a celebrar o Dia do Hijab. Já começou a tentativa de normalização da escravidão das mulheres às mãos da ideologia islamita.


Mayor de NY: já começou a propaganda da ideologia islâmica

 


A destruição dos valores democráticos por forças e ideologias não-democráticas

 


Rui Paulo Sousa


O Hospital Amadora-Sintra identificou mais de 500 mulheres vítimas de mutilação genital feminina e acompanhou o nascimento de 240 meninas em risco real de perpetuação desta barbaridade. Não estamos a falar de casos isolados. É um fenómeno instalado.

MGF não é “tradição”, não é “diferença cultural”, não é relativizável.
É crime, é violência extrema contra crianças, é uma violação brutal dos direitos humanos.

Quem fecha os olhos em nome do multiculturalismo é cúmplice.
Quem relativiza por medo de parecer “politicamente incorreto” abandona meninas à mutilação.
Isto não é racismo.
Isto é defesa de crianças.
Quem não percebe isto já escolheu o lado errado.

A ameaça da ideologia islâmica na França




O artigo de síntese de Jean Chichizola (@Le_Figaro) descreve a situação tal como os serviços de inteligência a veem.

Não se trata mais apenas de um risco terrorista pontual, mas da instalação progressiva de um islamismo social e político no território francês, organizado em ecossistemas locais: mesquitas, escolas, associações culturais ou de caridade, actividades de ajuda mútua e acompanhamento de jovens, etc.

O movimento frérista [Irmandade Muçulmana] desempenha um papel central, não pela violência, mas por uma estratégia de influência e infiltração nas instituições comuns, a fim de fazer evoluir as normas sociais num sentido religioso.

Os serviços de informação observam que o salafismo está a desenvolver-se, muitas vezes mais visível nas práticas, mas menos estruturado politicamente, enquanto o jihadismo muda de forma: a nova geração, radicalizada online, age de forma mais difusa, rápida e local, sem passar necessariamente por redes externas, como na década de 2010. 

As contestações da laicidade (recusa de ensino, pressões sociais, exigências religiosas, etc.) são diárias.

Por fim, os serviços salientam que estas dinâmicas se inscrevem em redes ideológicas e organizacionais transnacionais que ligam os actores locais a centros situados fora do território. A situação descrita corresponde, assim, menos a uma radicalidade isolada do que a um fenómeno estruturado e ligado a recursos externos.

Fonte do artigo: Comissão de inquérito «sobre os movimentos que defendem representações de movimentos políticos e organizações e redes que apoiam a acção terrorista ou propagam a ideologia islâmica».

Por que é importante?

Porque o que o artigo descreve não é apenas uma questão de segurança, mas um modo de transformação social.

1-O fenómeno não é principalmente violento. Quando se trata de terrorismo, o Estado sabe agir: polícia, justiça, serviços secretos. Aqui, trata-se de uma acção legal, quotidiana, difusa e, portanto, muito mais difícil de tratar juridicamente sem pôr em causa as liberdades.

2-Além disso, a lógica é cumulativa. Cada caso isolado parece menor, mas a soma produz uma mudança nas regras implícitas: diversidade, neutralidade, autoridade da escola, igualdade entre homens e mulheres. O problema não é o evento pontual, mas a evolução do quadro comum.

3-A conexão com redes ideológicas externas significa que não se trata apenas de um fenómeno local de integração ou marginalidade social.

O desafio é democrático: uma sociedade liberal baseia-se em regras comuns mínimas que permitem a coexistência das diferenças. Se normas concorrentes se instalam de forma duradoura em certos espaços sociais, não se trata mais apenas de um conflito cultural, mas de uma fragmentação do direito e da autoridade pública.

Em outras palavras: a importância do assunto tem menos a ver com a violência imediata do que com a possibilidade de uma mudança lenta no funcionamento da sociedade.

Tudo isso é explicado em Le Frérisme et ses réseaux (Odile Jacob 2023).
https://bergeaud.blackler.eu

Ouvidos numa recente comissão de inquérito, os responsáveis dos serviços de informações salientaram a influência da ideologia islamista em todas as suas formas e o risco que ela representa para a democracia.
→https://l.lefigaro.fr/J8Tj

 

February 06, 2026

Poema visual

 


Porque não há defesa aérea na Ucrânia? Onde estão os aliados?

 

Sem Trump Putin já tinha desaparecido há muito tempo

 

A Rússia tem um exército incompetente que não consegue ganhar a guerra, apesar da vantagem inicial em armas, em dinheiro e em laços diplomáticos que tinha relativamente à Ucrânia. Nem sequer a consegue ganhar agora com todo o peso da máquina de Trump a dar-lhe apoio e a acossar a Ucrânia. O factor Zelensky embaralhou tudo e todos. Agora, Putin não tem dinheiro, não tem parceiros comerciais, é o pet de Xi e está desesperado. Só mesmo o Ceausescu da Casa Branca o pode salvar.


#StandWithUkraine


É fundamental que esta guerra termine de forma a que a Rússia não obtenha qualquer recompensa pela sua agressão. Este é um dos princípios fundamentais para restaurar e garantir uma segurança real.

- Zelensky


O casal Ceausescu na Casa Branca

 


WASHINGTON (The Borowitz Report) — O número cada vez menor de pessoas que ainda assinam o Washington Post caiu ainda mais na quinta-feira, depois do proprietário Jeff Bezos nomear Melania Trump como a nova editora-chefe do jornal.

Chamando a contratação da primeira-dama de «não um suborno», Bezos disse: «Queríamos encontrar alguém que não fosse contaminado por nenhuma experiência em jornalismo, e Bari Weiss já estava ocupada».

No seu primeiro acto oficial, Melania mudou o slogan do Post para «Democracia na escuridão é melhor».

Trump, wannabe Nero

 

February 05, 2026

Górecki's 'Symphony of Sorrowful Songs


 

Zelensky rejeita as parvoíces da Rússia

 

🎯

 

Não sei como se pode dormir descansado antes de resolver este problema da Rússia

 

Epstein - Um sistema de pedofilia e chantagem orquestrado pelos russos


ME - desnorte e desinteresse pela educação



Faz algum sentido extinguir organismos sem ter já preparado para entrar em acção a nova estrutura? Deixar um hiato de anos enquanto se pensa na nova orgânica? Gerir o dia-a-dia no vazio? É como ir fazer um transplante de coração e esquecer-se que é preciso um substituto porque o corpo não trabalha sem ele.  


A Reestruturação do MECI e o vazio nas escolas 
By Rui Cardoso

A coisa prometia, modernização, agilidade e o fim da “obesidade” ministerial que tanto atormenta o Terreiro do Paço. Mas o que temos, com a bênção dos Despachos n.º 919-A e 919-B/2026, é um autêntico número de ilusionismo administrativo. O MECI anunciou o fim da DGAE, do IGeFE e da Secretaria-Geral com a fanfarra de quem descobre a pólvora, atirando as competências para cima das CCDR e um chorrilho de Unidades. O pequeno detalhe, aquele pormenor insignificante que a malta dos gabinetes costuma esquecer, é que nas CCDR as cadeiras destinadas aos Vice-Presidentes responsáveis pela Educação continuam vazias, a ganhar pó e à espera de nomeação, nas tais Unidades ninguém sabe o que se passa. É a descentralização do “faz de conta”: mandam-se os processos para uma estrutura que ainda não tem cabeça para pensar, nem mãos para executar, deixando os Diretores a olhar para o mapa à espera que alguém lhes diga onde fica a nova capital da burocracia.

Enquanto a AGSE e a EduQA não saem da incubadora das intenções, as DGEstE regionais vivem num cenário digno de um filme de terror. Oficialmente estão condenadas, mas, como ainda não foram formalmente extintas nem integradas, vão sobrevivendo num “limbo” existencial. É o Estado no seu melhor, os funcionários das direções regionais tentam manter as escolas a boiar, mas sem saberem se no dia seguinte ainda têm carimbo ou se a porta já tem uma fechadura nova. Trabalha-se por inércia, gere-se por milagre e sobrevive-se por teimosia, enquanto o Ministério se entretém a desenhar organogramas coloridos. No meio deste caos, onde estaria o famoso “Gestor Dedicado”? Aquela figura celestial prometida pelo Ministro Fernando Alexandre, que seria o interlocutor único de cada Agrupamento, parece ter o mesmo estatuto do Monstro de Loch Ness, muita gente fala dele, mas ninguém o viu. Supostamente, este “anjo da guarda” deveria encaminhar as nossas dúvidas para as novas unidades, mas na prática, o Diretor que tenha um problema com um horário ou um contrato tem duas opções, ou liga para o número do costume e ninguém atende, ou acende uma vela ao Santo Expedito.

O vazio de poder é de tal ordem que os Diretores se sentem como capitães de um navio a quem roubaram as bússolas em plena tempestade. Não há a quem recorrer e o auxílio na gestão transformou-se num exercício de adivinhação. Dizem-nos que a EduQA vai avaliar a qualidade, talvez possam começar por avaliar a qualidade deste processo de transição que deixou as escolas num deserto de respostas. Entre o despacho que extingue e a agência que não nasce, o “chão da escola” continua a ser o único sítio onde a realidade teima em não caber nos PowerPoint do Ministério.
Se alguém vir um Gestor Dedicado a passar pela EN2, por favor, peça-lhe para ligar para o Viso. Temos umas Assistentes técnicas à espera de saber quem lhes tira duvidas.

Enterrar a educação para servir interesses privados

 

Paulo Miguel Viegas
do FB

Nas últimas décadas Portugal conquistou um feito muito raro: edificou uma Escola Pública de excelência que se tornou o principal promotor de equidade e promotor de escalada social. Hoje em dia, contudo, sobre este edifício paira a ameaça de derrocada. O atual caminho de divisão da tutela — fruto da municipalização e da perda do estatuto público dos professores — não é somente uma reforma administrativa; é um desvio profundo do modelo que define as políticas educativas europeias mais prósperas e eficazes.

Se olharmos para sistemas educativos de referência, como na Finlândia, Dinamarca ou Alemanha, podemos ver um denominador comum: o Estado não abdica da sua responsabilidade direta; nada sai da sua tutela. Nestes países, a carreira de professor é uma carreira de prestígio, sustentada por um vínculo sólido com o Estado central, que garante que um aluno, independentemente da sua geografia ou extrato social, tenha acesso a professores com o mesmo rigor de seleção e estabilidade. O sucesso europeu prova que a qualidade não nasce da concorrência entre municípios ou da flexibilidade laboral, mas da confiança mútua entre o Estado e os seus quadros.

Esta nova maré de privatização velada não surge do nada; vem, sim, resgatar uma visão que teve o seu expoente máximo no mandato do ex Ministro da Educação Nuno Crato. Sob a bandeira da "liberdade de escolha", o modelo de expansão desenfreada dos contratos de associação procurou (em muitos casos com sucesso para quem deles beneficiou) desviar a responsabilidade do Estado para o setor cooperativo e privado.
 
Foi dinheiro a ser distribuído a rodos! Na altura, o financiamento público seguia o aluno para fora da escola pública, criando uma rede paralela que, em muitos casos, serviu apenas para esvaziar e encerrar escolas públicas perfeitamente funcionais em nome de interesses privados. O que se pretendia, e que agora regressa com uma nova roupagem, era a substituição da gestão pública direta por um mercado de serviços educativos não necessariamente de excelência. De repente o ensino privado deixou de ser para quem podia pagar passando a ser quase universal. Em muitos casos alguns colégios até passaram a ser financiados para receber algum “restolho triste e (não muito) solitário”, parafraseando a canção de Mafalda Veiga.

Em sentido contrário ao sucesso europeu, o caminho que se desenha agora assemelha-se ao que já vivemos na saúde oral. Com a introdução do "cheque-dentista", o Estado desistiu de criar uma resposta pública estruturada. Hoje, no "top of mind" dos portugueses, uma dor de dentes é um problema para resolver no setor privado. O Estado tornou-se um mero pagador de faturas, perdendo a capacidade de planear e executar. A estratégia para a saúde oral passou a ser “pagar para desresponsabilizar” (e alimentar alguns grupos, emtenda-se).

O risco de replicar este modelo na educação é ainda mais traiçoeiro. Ao fragilizar o estatuto de funcionário público e transferir a gestão para as autarquias, abre-se a porta a um novo e lucrativo mercado: o das empresas de gestão de recursos humanos especializadas em serviços docentes (já devem estar para abrir algumas empresas destas; com quê? Com fundos comunitários, claro está). 

Se o Estado deixa de contratar diretamente, as escolas e municípios serão empurrados para o outsourcing. Em breve, poderemos ter professores contratados por municípios aplicando “critérios regionais” (uso o eufemismo) ou por empresas de trabalho temporário ou consultoras de RH, onde o docente passa a ser um "recurso" flexível, despojado de carreira, de memória pedagógica e de vínculo à comunidade escolar. O “Professor”, essa raça em vias de extinção no nosso país, tenderá a ser extinta sendo substituída por “técnicos superiores (ou nem isso) de ensino”.

Este cenário de "Uberização" (ou terceirização, se preferirem) do ensino é o oposto do que Portugal precisa para fixar os jovens talentos nas escolas. A excelência educativa exige continuidade e dedicação, algo que empresas focadas na margem de lucro e contratos de curta duração não podem oferecer. Se permitirmos que a tutela se dilua numa rede de subcontratações, perderemos o controlo estratégico sobre o futuro do país, ou será que a estratégia é mesmo essa?

A escola pública não pode ser reduzida a uma folha de Excel gerida por privados ou por autarquias sem escala. Se o Estado abdica de ser o garante da carreira de quem ensina, está, na verdade, a abdicar do seu papel de arquiteto da próxima geração.
E que grandes gerações produziu já Portugal...

A destruição da profissão de professor para benefício de interesses privados

 

Onde estão os sindicatos? O ME andar a pagar 60 mil euros a mentores que não têm de sujeitar-se às regras da profissão porque funcionan como consultores dos professores, coisa de que não precisamos, mas que o governo promove como solução para a destruição da carreira de professor. Um desperdício de dinheiro para satisfazer amigos, calculo, com empresas privadas de fogo-fátuo que vivem do dinheiro público. Entretanto, para os professores, cada vez há mais impedimentos ao ensino, induzidos pela burocracia. Neste país a iniciativa privada vive dos subsídios e contratos com dinheiros públicos, como diz um amigo meu.