March 22, 2026

Uma pergunta

 

Esta proposta inclui o abate halal ou a Inês e o PAN continuam com essa excepção para não beliscar as ideologias teocráticas que servem ideologicamente?

É neste contexto que a proposta do PAN tem um impacto real: criminalizar os maus-tratos de todos os animais, bem como aumentar a pena já prevista. O que está em causa é um passo que outros países europeus já deram, um passo civilizacional à frente.

Inês de Sousa Real in https://www.publico.pt/

March 21, 2026

Do Not Be So Open-Minded That Your Brains Fall Out

 

A Inglaterra nas mãos de islamitas


Neste excerto de uma entrevista da Sky News a Masih Alinejad em que ela questiona o jornalista acerca de ministros representantes do governo inglês, deputados e jornalistas, inclusive da Sky News, terem ido à embaixada do Irão celebrar o aniversário da implementação do Regime Islâmico, o jornalista, cobardemente, a única coisa que diz é que a estação de TV não toma partes. Em que planeta se pode ir celebrar um regime terrorista no próprio covil dos bandidos sem que isso signifique estarem a escolher um lado?


O islão é isto e a esquerda quer obrigar-nos a aceitá-lo


A Inglaterra está perdida

 

Nas mesquitas inglesas fazem-se 'casamentos' pedófilos à vista de todos.


Philip Obaji Jr.

 

'Especialistas' da esquerda da organização gerida pelo defensor do islamofascismo

 

Que para nossa vergonha é português, culpam Israel pela violência doméstica dos islamitas sobre as suas mulheres. Estas mulheres da nova esquerda ovelhada, amante de ideologias islamofascistas que dizem e praticam o apagamento e violação dos direitos das mulheres, mais depressa apoiam a violação de mulheres do que se arriscam criticar os islamitas. Eram logo castigadas pelos seus pastores. Têm um comportamento próprio de seguidoras de um culto. Parecem drogadas de inanidade. Neste vídeo, tem que ser um homem a defender os direitos das mulheres contra a violência dos islamitas, aliás exigida publicamente pelos imans nas mesquitas e nunca contrariada pelos tais 'islamitas moderados' que são uma espécie de unicórnio que nunca ninguém viu. Isto são as especialistas do amante de islamofascismo que transformou a ONU num circo. Esse tachista profissional em versão sonsa. 


🎯

 

Como é possível deixarem a Hungria assistir a reuniões e tomar decisões?!

 


Sabendo que tudo o que se pensa e diz nas reuniões vai logo parar a Moscovo? Têm que pôr a Hungria sob investigação por violação de confidencialidade e suspensão de todas as reuniões onde se tomam decisões que importam à segurança da UE. E cortar-lhes o acesso a fundos.
Não estamos em tempos normais mas de guerra de maneira que a UE tem de tomar medidas extraordinárias.
Não percebo a UE não fazer a ponta de um corno e deixar andar a situação.

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Jürgen Nauditt 🇩🇪🇺🇦
@jurgen_nauditt

A Hungria divulga imediatamente todas as negociações da UE a Moscovo.
Sijjarto «informou» directamente Lavrov sobre as reuniões da UE 
- The Washington Post.
Segundo o jornal, o ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro ligou directamente para Moscovo durante as reuniões da UE e transmitiu detalhes das discussões ao ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov.

Fontes afirmam que esta comunicação permitiu à Rússia manter-se informada sobre as discussões internas da União Europeia.

O próprio Sijjarto não comentou a situação. No entanto, visitou Moscovo várias vezes desde 2022 e reuniu-se com os líderes russos.

Poesia de Shakespeare sob escrutínio

 


Post para fanáticos de ópera

 


Plácido Domingo ainda bastante novo a cantar, constipado e com a voz afectada, a ária Rachel, quand du Seigneur da ópera"A Judia" de Jacques Halévy, com a Filarmónica de Viena em 1979. Vestiu uma camisola de gola alta para proteger a garganta. Formidável.


Ver no Threads

Não percebo porque não resolvem a situação com Orban havendo um acordo prévio



Líderes da UE “condenam” duramente comportamento de Orbán, mas húngaro vence no braço-de-ferro

António Costa fala em chantagem, diz que “um acordo é um acordo”, que os líderes devem manter a palavra e que “ninguém pode chantagear o Conselho Europeu”. Lá dentro, o português foi o primeiro a usar da palavra, para dizer ao húngaro que este tinha pisado todas as linhas vermelhas ao bloquear o financiamento a Kiev, depois de, em dezembro, ter concordado com o empréstimo daquele montante.

Expresso
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Se há um acordo prévio com Orban em que este aceita o empréstimo desde que não contribua para ele, porque sujeitam o acordo à sua votação? Porventura se eu fizer um acordo com um banco, por exemplo, depois posso exigir votar o acordo que já assinei e escusar-me a pagar o que devo votando contra o meu próprio acordo?

Ou dizem-nos que há um acordo mas não há e o que há é apenas um 31 de boca? Com um indivíduo que não tem palavra nem moral?

E se é o caso, porque não mudam simplesmente a frase que vai a votação: 1. Quem pensa que o empréstimo não precisa de ir à votação por haver um acordo verbal formal prévio ponha a mão no ar - a maioria vence; 2. Quem não quer pagar o empréstimo ponha a mão no ar - anota-se os que não querem pagar o empréstimo. E está o assunto resolvido.

Gostava que explicassem porque isto não faz sentido e já lá vão 4 anos de não fazer sentido.

Boa sorte com isso

 

Falta de professores: diretores escolares ligam a docentes para aceitarem ir dar aulas 

Escolas entram em contacto com antigos profissionais para tentarem atribuir horas. Alguns também fazem apelos nas redes sociais, promovendo horários a concurso nas suas escolas. DN

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Há falta de professores de um modo dramático, mas o governo faz alguma coisa para promover a carreira dos professores? Não. Faz o oposto.

Hoje-em-dia é muito difícil ser professor. Os alunos chegam às aulas sem respeito pelo conhecimento, impreparados para uma educação escolar em resultado do uso excessivo de telemóveis e redes sociais, carregados de falsos conhecimentos que foram buscar às redes sociais e pensam ser a verdade e sabendo que não é necessário estudar para irem passando de ano e obter certificados. 

Porém, o pior de tudo são os pais. Porque dantes, se os alunos tivessem comportamentos inapropriados, violentos, de constante perturbação ou desrespeito, dizíamos aos pais e os pais colaboravam connosco mas agora os pais suportam esses comportamentos contra os professores e tornam o trabalho um inferno.

Aqui vai um exemplo para se ter um ideia do que é hoje-em-dia normal no comportamento nesse campo. Aqui há uns anos uma directora de turma chamou uma EE porque o filho ia para as aulas masturbar-se. A mãe apareceu na escola e perguntou à DT, 'o que queria saber é para onde a professora estava a olhar para perceber o que ele estava a fazer? Malandra!" Isto hoje-em-dia é típico.

Há pais cujos filhos são ordinários para os professores e colegas e em vez de os educarem aparecem com advogados para fazer bullying aos professores. Não por acaso, quando os candidatos aparecem nas escolas e vêem que o horário tem direcção de turma vão-se embora e não o aceitam.

A mim, quando me perguntam se ser professor vale a pena hoje-em-dia, digo que não - porque é a verdade. E explico: maus salários, más condições, nenhuma carreira séria, burocracias inúteis infernais, total falta de respeito do ME, políticas de sabotagem do nosso trabalho e um grande número de pais extremamente hostis.

O último factor mencionado é um dos que mais pesa. Todos os dias que entro na sala de directores de turma encontro colegas DT num enorme stress, por conta do comportamento de pais a propósito de maus comportamento de filhos. Situações aberrantes e extremamente desgastantes.

Dar aulas é muito desgastante. Entramos numa turma e temos ali 30 adolescentes, sendo que a maioria não quer estar ali e está à espera, ou de ser entretido com 'coisas giras' tipo imagens de vídeo ou de ser alimentado com resumos de resumos que não impliquem nenhum esforço da sua parte, muito menos estudo. E ali estamos nós a gerir o ambiente da sala de aula -para se poder desenvolver experiências de aprendizagem- e todos os comportamentos individuais desses 30 adolescentes. Ao mesmo tempo que desenvolvemos o trabalho, que asseguramos que os alunos estão a assimilar conteúdos e a desenvolver processos correctos de raciocínio, estamos continuamente a absorver toda a energia (positiva e negativa) que exsudam, carregada de problemas, medos, ansiedades, expectativas, jogos de poder, violência, frustrações, necessidades de confronto de autoridade, depressões, picos emocionais, etc. Tudo isto enquanto tomamos dezenas de micro-decisões relativamente a alunos particulares, em que pesamos instantaneamente os prós e os contras das decisões no progresso dos alunos e no impacto na turma. Sai-se de cada aula esgotado deste exercício de fazer de pára-choques dos problemas e da energia dos alunos e ao fim de uma manhã ou de uma tarde de aulas uma pessoa está completamente esgotada e só quer silêncio. E eis que aparece um EE a queixar-se da nota do filho (que não estuda nada), ou a fazer queixa do professor porque o filho é uma criança muito sensível e o EE quer vir assistir às aulas para fazer os trabalhos com o filho e o professor não deixa.

Há falta de professores e andam a ligar a professores para virem assumir turmas? Boa sorte com isso.

March 20, 2026

Aqui está uma razão para não deixar entrar russos no espaço Schengen

 

A embaixada do Irão em Copenhaga pediu asilo político. Toda a gente

 

Propor alternativas sérias à situação actual é um primeiro passo

 

Que venham os outros a seguir. Tem que haver defesa da UE contra países que agem contra a própria união aliando-se a inimigos confessos da União e que tenham práticas notória e comprovadamente anti-democráticas.


Ao fim de 4 anos nada muda... isto já só é patético

 

Orban raciocina como Putin. Ele sabe que a UE não faz nada a não ser protestar...


Lei sobre 'mudança de género'

 

Dando voz ao PSD, a deputada Andreia Neto garantiu que o projeto-lei do partido não pretendia criar "obstáculos". “Trata-se, sim, de garantir que decisões com impacto permanente são tomadas com o devido enquadramento, protegendo as próprias pessoas e assegurando a credibilidade do sistema jurídico”, explicou. Já o CDS afirmou que “o atual sistema que permite terapias hormonais para o bloqueio hormonal da puberdade é uma das maiores violências contra as crianças praticadas atualmente em Portugal”. 

Durante a sessão plenária, a deputada Isabel Moreira, do PS, apelou ao voto contra os projetos, especialmente dos deputados do PSD, ainda que o partido tenha imposto disciplina de voto nesta matéria. “A culpa dos problemas complexos da maioria passa a ter rostos inventados, mas identificáveis. São negros, são imigrantes, são mulheres, são transexuais. Camada por camada, a democracia vai sendo corroída”, apontou. 

A Iniciativa Liberal também se juntou aos partidos de esquerda. "Não deixa de ser irónico, e até revelador, que os partidos que usam o conceito da família como núcleo da sua filosofia política chamem agora o Estado para estar nas casas, nos hospitais, na vida dos jovens menores, apoiados pelas suas famílias e com o acompanhamento por um dos profissionais mais qualificados nesta área", defendeu a deputada Marta Patrícia Silva.


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Penso que o governo agiu bem. As mudanças de características do fenótipo sexual através de cirurgias e terapias hormonais que impactam a totalidade da vida da pessoa antes da maioridade é uma violência quase sempre extrema.

Ninguém explica a esses adolescentes influenciáveis (e muito menos a crianças) que vão ter uma vida de velhos desde logo: problemas médicos crónicos, incapacitantes, desde incontinência urinária, dores permanentes, infertilidade, impossibilidade de satisfação sexual, doenças resultantes da supressão de hormonas ou da castração, ou da ablação das mamas, etc. Para não falar dos casos em que os pais induzem os filhos, juntamente com médicos sem ética profissional, a modificar permanentemente o corpo de crianças, com 10 ou 11 anos. 

Os pais são guardiões dos filhos, mas não podem ter poder de vida e de morte sobre eles como se eles fossem sua propriedade e, assim como para votar é necessário atingir uma certa idade em que as pessoas já têm consciência das consequências das suas decisões, por maioria de razão, tomar decisões que impactam o resto da vida tão drasticamente deve ser um decisão tomada na maioridade.

Isabel Moreira não tem nenhum argumento contra a lei e limita-se à demagogia de dizer que o governo está contra todos e a pôr este caso no mesmo saco que o racismo. É uma enorme pobreza intelectual e falta ética intelectual. Dá ideia de que nem percebe  a questão e está apenas a mostrar lealdade à ideologia de que é crente dogmática.

Quanto à IL invocar os pais como decisores dos filhos, pois uma coisa é decidirem que vai para esta ou aquela escola outra diferente é decidirem que o filho fica sem um braço ou sem uma perna para o resto da vida. É um abuso. E o argumento que usa da questão ser complexa joga contra si, pois é justamente por a questão ser complexa que não se deve abusar da menoridade das crianças e adolescentes para lhes impor uma vida cujas consequências ainda não entendem.

Ademais, só mesmo quem nunca deu aulas e lidou diariamente com encarregados de educação é que pode pensar que os pais têm sempre o interesse dos filhos em mente, ou que são pessoas de bom senso, para não falar daqueles pais que são mais influenciáveis que os filhos por qualquer coisa que um influenciador qualquer diga.

Portanto, quando as pessoas chegarem à maioridade, então se querem tomar essa decisão façam-no livremente mas sabendo que a sociedade não foi cúmplice do seu eventual prejuízo por decisões vicariantes. É uma traição que se faz às crianças e adolescentes não cuidar de que tenham condições para decidir em liberdade e não há acção livre sem consciência.

E também estou de acordo que um adulto tenha que apresentar um documento que ateste que de facto tem uma incompatibilidade psicológica com o seu sexo biológico, justamente para evitar que qualquer homem biológico vá ao registo mudar de nome e de sexo para poder entrar nos espaços das mulheres ou nos desportos, ou nas cadeias. Estes casos são às dezenas de milhar, de tal modo que já afectam as estatísticas do crime, por exemplo. 

Uma pessoa qualquer para ter direito  a qualquer benefício tem de apresentar carradas de documentos a provar o que afirma, seja uma doença, seja uma condição qualquer. A que propósito alguém vai ao registo e diz, 'agora sou uma mulher e quero ter direito a condicionar os direitos das mulheres'. 

Vejamos uma coisa simples: quando alguém quer 'mudar de sexo', como dizem, só tem duas opções possíveis: ou mulher ou homem. Não tem três opções de sexo, são só duas.

E se é um homem biológico e diz que quer ser uma mulher o que lhe fazem é implantar artificialmente caracteres fenótipos sexuais das mulheres e se é mulher e diz que quer ser homem implantam-lhe caracteres fenótipos sexuais de homens. E isso diz muito do que pensam sobre o outro sexo: para os homens biológicos uma mulher reduz-se a uma vagina e mamas e roupas de mulher. E para as mulheres biológicas um homem reduz-se um pénis com roupas de homem.

Here comes the sun 🎼 biribiri

 



Jim Farrant

March 19, 2026

Respostas de cooperação global contra Estados terroristas para a segurança de todos




Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський

@ZelenskyyUa

Os olhos do mundo estão voltados para a situação no Médio Oriente e na região do Golfo. Os constantes ataques do regime iraniano contra os seus vizinhos estão a desestabilizar significativamente os mercados e a perturbar rotas de abastecimento energético de importância crítica.

Muitos em todo o mundo estão agora a falar sobre a proteção das instalações energéticas, a inadmissibilidade do terrorismo energético contra nações inteiras e a navegação livre e segura. Tudo isto é, de facto, do interesse global. Muitas destas declarações repetem o que a Ucrânia dizia em 2022 e 2023 sobre o bloqueio naval da Rússia aos nossos portos e as suas tentativas de nos privar do acesso ao comércio global.

Há anos que a Rússia tem feito ao nosso sistema energético o mesmo que o regime iraniano está agora a fazer às infraestruturas na sua própria região. Não pode haver outro motivo para tal agressão deliberada contra a energia — quer se trate de ataques russos às nossas centrais elétricas e produção de gás, quer dos atuais ataques do regime iraniano contra todos à sua volta — a não ser infligir sofrimento a nações inteiras. É por isso que é tão importante que a cooperação global, pelo menos agora, seja capaz de proporcionar respostas de segurança reais para todos, incluindo a Europa.

Os ataques perpetrados pelos remanescentes do regime iraniano contra o Qatar, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e outros países constituem, na essência, ataques contra a estabilidade global e a segurança energética da Europa. 

A Ucrânia está disposta a aderir a iniciativas comuns de segurança para estabilizar a situação o mais rapidamente possível. A Ucrânia propõe há muito a criação de instrumentos realistas e eficazes para responsabilizar aqueles que bloqueiam as rotas comerciais marítimas, perturbam a navegação normal e atacam as infraestruturas energéticas. A Ucrânia passou este inverno sob os ataques russos. O Médio Oriente e a região do Golfo enfrentam agora o mesmo mal.

A Rússia e o regime iraniano não estão a ajudar-se mutuamente por acaso. É preciso detê-los, e é responsabilidade de todos os líderes mundiais assegurar uma estabilidade real e garantir a segurança. Juntos, somos, sem dúvida, mais fortes.