Uma das consequências do surto do novo coronavírus está a ser sentidas nas autoestradas nacionais. Nos últimos dias tem havido uma quebra acentuada no tráfego e, para as concessionárias, isso significa perda de receita. Contudo, diz o Jornal de Negócios, há uma cláusula nos contratos que prevê uma compensação por parte do Estado, garantindo a reposição do equilíbrio financeiro.
... dá-me ideia que esta lareira precisa de uma intervenção nas amígdalas...
via noel tanti
This room was created by the Italian interior designer Lorenzo Mongiardino for Tiffany designer Elsa Peretti in a medieval tower in Porto Ercole (Tuscany) in 1985. The most famous feature is this open fireplace. Montgiardino began his career as a stage-set painter.Thomas Richers
Não é que eu seja supersticiosa mas é melhor não desafiar o morcego e o pangolim - um ditado (inventado agora mesmo) que vou tornar popular de tanto o dizer.
Logo, um filme para todos aqueles que se deleitam na solitude do infinito, que é uma coisa muito diferente da infinita solidão. Um filme cheio de telas enormes de Natureza intocada, indómita, insubmissa, agreste e dura, mas bela, com aquela beleza dos cumes inacessíveis dos glaciares e dos seus vales cheios de gelo e neve sempiterna. Aquelas paisagens, à maneira de Ansel Adams ou de Bierstadt mas muito duras e afiadas, às vezes medonhas de belas, por vezes a parecerem cenários de um planeta desconhecido, que não este nosso. Calculo que tenham muito de arte digital à mistura mas isso não lhes retira nenhuma realidade, porque a vida imita a arte e não o oposto.
O filme é passado no Alasca e conta a história de Togo, um cão líder de trenó, de raça Husky siberiano e do seu dono, Leonhard Seppala. Ambos existiram no início do século XX e são famosos: o cão, tendo sido um exemplar excepcional como nenhum outro em coragem, inteligência, reisistência, considerado o melhor de sempre, com feitos extraordinários na sua vida e o dono, um grande treinador desses cães e condutor de trenós. À época estes trenós eram muito usados nestas regiões como transporte e correio.
O filme conta isso tudo: o carácter excepcional do cão e o do seu dono e o laço inquebrável de afecto que os unia. É um filme da Disney. É um daqueles filmes que não é para qualquer criança ou adolescente porque grande parte do filme passa-se com o homem e o cão nessa natureza selvagem. No entanto, é o tipo de filme que terá um impacto muito forte e duradouro em algumas, o que nos revela logo muita coisa acerca dessas :)
O filme também é, ou pelo menos foi assim que o vi, uma metáfora da vida e de certo tipo de pessoas. Deixa-me ver se me explico. Não é qualquer pessoa que vive naquele ambiente isolado e duro, onde todos os dias se é consciente das situações-limite da vida. Sobretudo a fazer aquele trabalho de ir sozinho por trilho inóspitos no meio de montanhas geladas cheias de perigos. É preciso desenvolver muita tenacidade e dureza de vontade mas, ao mesmo tempo, não é possível viver-se naquele sítio sem se desenvolver uma sensibilidade à grandiosidade e beleza do Universo. As contradições que nos formam são todas exacerbadas nesses sítios de extremos irredutíveis aos constrangimentos da razão.
Às vezes tenho alunos deslocados. Estão no sítio errado. Pertencem a sítios inóspitos que requerem muita tenacidade, auto-afirmação, resistência insubmissa. É claro que a maioria dos alunos que são teimosos e resistentes são apenas clichés da adolescência, mas um ou outro não e é preciso dar-lhe alguma corda para ver como eles a puxam, porque por vezes são apenas seres indómitos, inadaptados a tempos amenos. São pessoas talhadas para outras realidades, só que estão encalhados no quotidiano normal e não se enquadram.
Aquele tipo de pessoas que gostaríamos de ter connosco em tempos a necessitar de heróis, de gente firme com iniciativa que dá o corpo ao manifesto sem desistir, são os mesmos que em tempos normais desacatam e por vezes chocam.
Não se pode, ao mesmo tempo, querer na mesma pessoa, o excepcional e o normal.
É verdade que não sabemos se esses miúdos/as que muito de vez em quando nos passam pelas mãos vêm a desenvolver-se desse modo, mas que vemos bem esse potencial neles, ahh isso vemos. Doravante vou passar a chamar-lhes, para mim mesma, claro, Togos.
Espero que um dia tragam este filme a uma sala de cinema cá em Portugal porque quero muito ir respirá-lo, suspirá-lo, mastigá-lo, deleitar-me na solitude infinita dele, num grande ecrã.
Como o nosso trabalho não está pensado para ser, sobretudo, online, tenho trabalhado muito mais horas nestes dias do que é normal, mesmo tendo em conta que estamos em fim de período. Assuntos que tratamos rapidamente dentro das salas de aula, como dúvidas e esclarecimentos, agora obrigam a escrever respostas individuais e assuntos que tratamos com os colegas em 5 minutos na sala de professores, agora, obrigam a emails para lá e para cá... são horas.
Outra coisa era o ministro dizer claramente o que pensa fazer no 3º período e sem inventar coisas estúpidas que nos empecilhem o trabalho. É que preparar aulas à distância obriga a reconverter todo o trabalho já planeado e preparar aulas de modo completamente diferente. Se não tivermos a pausa lectiva da Páscoa para planear e produzir material para as aulas do 3º período, depois não há tempo para o fazer e, não vamos começar a fazer seja o que for, arriscando que depois sua excelência venha impor coisas completamente diferentes e ter de deitar o trabalho para o lixo.
Por conseguinte, senhor ministro, deixe-se de ideias de fotografias para nos controlar e ponha-se a trabalhar no que interessa, sff.
Mis compañeros acaban de inventar lo que llaman “staying alive 4 en 1” es decir 4 personas en un único respirador. Acaban de multiplicar por 4 la capacidad “asistencial” en estado de guerra !!! Se que tengo seguidores médicos en latinoamérica y USA. Ahí os dejo la idea. Retuitear pic.twitter.com/lRF2Jf2hDb
... que põem de um lado a necessidade de isolamento para impedir a progressão do vírus e de outro a crise económica desencadeada por esse isolamento: a escolha não é entre termos isolamento agora e crise económica daqui a três meses ou quatro, porque se não temos isolamento agora, teremos isolamento ainda mais drástico daqui a três meses ou quatro e uma crise económica ainda maior. Parece-me que a Itália mostrou isto. Portanto, quanto mais depressa se entrar na curva descendente da epidemia e se puder atenuar o isolamento, mais depressa se pode atenuar a crise económica.
Baalbek, Tempio di Bacco, veduta del portale di ingresso. Litografia a colori di David Roberts, Louis Haghe, 1843.
Osserviamo come la porta classica abbia una composizione analoga a quella della trabeazione di un Ordine: la parte superiore è assimilabile a un cornicione, al centro vi è il fregio e sotto una parte assimilabile un architrave che anziché procedere semplicemente in orizzontale, scende verticalmente alle estremità, formando gli stipiti della porta. Ai lati vediamo le volute proprie della porta ionica.
Agora todos os dias recebo mensagens no Messenger, no telemóvel e em todo o lado com pedidos de não interromper correntes para rezar avé-marias e terços...
" Existe uma pretensão ciência económica? Não tenho a certeza. Existe uma montanha de livros de economistas, que reduziram o homem a automa, um autóma que se supostamente capaz de prever o futuro, maximizar a sua utilidade ou o seu lucro. Existe uma concepção mecânica da sociedade, em que todos os agentes económicos operam sem erros e sem arrependimentos. Existe a abstração de um mercado de concorrência perfeita, que conduz inevitavelmente a um "equilíbrio" excelente (talvez de pleno emprego). Existem ou existiram economistas pseudo-liberais que acreditaram nesses contos de fadas. O que é isso?