Para atrair mais islamitas? Em todas as democracias onde se implantaram os islamitas causaram graves problemas sociais e crimes violentos, não apenas, mas sobretudo, contra mulheres.
O islão é uma religião violenta que defende a conversão pela violência, extremamente racista contra os europeus e violentamente misógina - a semana passada um islamita em julgamento em Inglaterra alegou que o tribunal tinha de levar em conta que a sua cultura é diferente e que na sua cultura usar mulheres para alívio sexual é perfeitamente normal.
Defendem os casamentos ao modo de Maomé, isto é, com crianças: nós chamamos-lhe pedofilia. Como raio vamos conviver com uma cultura que exalta a pedofilia, a violação e a escravização sexual das mulheres e o seu desaparecimento da vida civil, a morte dos homossexuais e prega a não integração nos valores democráticos e a implementação da sharia?
Se o argumento da liberdade religiosa se aplica ao islamismo que mostra por todo o lado ser uma ideologia fanática, racista e extremista, então teremos que permitir que nazis construam os seus templos para pregar o nazismo, em nome da liberdade de associação política.
Os islamitas e os evangélicos não são migrantes pacíficos e integráveis. Com certeza que haverá muitas excepções individuais, mas como comunidade são como azeite em água.
Construa-se nova mesquita na Mouraria, pedem os deputados municipais a Moedas
Relatório, que ainda terá de ser discutido e votado em plenário, quer novo templo entre Martim Moniz e Alameda. Documento pede ainda “iniciativas que promovam a integração das comunidades muçulmanas”.
Samuel Alemão
“Esta intervenção representa uma mais-valia urbanística fundamental para a revitalização da Mouraria, ao criar acessibilidades, qualificar o espaço público e combater a estigmatização de zonas marginalizadas da cidade”
José António Faria, do MPT, foi o mais enfático nas reservas à construção do templo, mostrando-se “totalmente contra a utilização de dinheiros públicos” para este fim.
Durante as audições realizadas, recorda o relatório agora aprovado, “foram suscitadas, por diversos intervenientes, dúvidas quanto à validade jurídica do protocolo celebrado em 2012 entre o Município de Lisboa e o Centro Islâmico do Bangladesh”.
Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), havia dito aos deputados municipais da 3.ª e da 6.ª comissões que “não faz sentido” a autarquia apoiar a construção da mesquita na Mouraria. “Desde que tomámos posse [em Outubro de 2021], não tivemos nenhum pedido formal relativamente a uma comunidade sobre qualquer envolvimento da câmara na construção de uma mesquita”, disse o autarca,
Construa-se nova mesquita na Mouraria, pedem os deputados municipais a Moedas
Relatório, que ainda terá de ser discutido e votado em plenário, quer novo templo entre Martim Moniz e Alameda. Documento pede ainda “iniciativas que promovam a integração das comunidades muçulmanas”.
Samuel Alemão
Uma vontade que resulta do desejo de promover “a inclusão, o respeito pela diversidade cultural e religiosa e a coesão social no concelho de Lisboa”. E de ter em consideração “os princípios constitucionais e legais da liberdade religiosa e da igualdade de tratamento entre confissões religiosas”, salienta o relatório, (...) e o respeito pela diversidade cultural e religiosa, contribuindo activamente para o reforço da coesão social na cidade de Lisboa”.
José António Faria, do MPT, foi o mais enfático nas reservas à construção do templo, mostrando-se “totalmente contra a utilização de dinheiros públicos” para este fim.
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