Uma rapariga chama um Uber e apanha um islamita a fazer-lhe perguntas sobre a sua vida sexual. Isto é assustador. Estes tipos deviam ser presos e ficar sem a carta. Não podem ter certas profissões que possibilitam ficar sozinhos com raparigas ou mulheres em situações que as ponham em perigo nem ter algum tipo de autoridade sobre elas. Deviam ser obrigados, à chegada aos países europeus, a ter um curso de reeducação social. Deviam ser obrigados a assinar um documento em que afirmam não obedecer à lei da sharia, sem o que nem sequer teriam entrada no país. As raparigas e mulheres não são objectos de sacrifício e de troca no altar da imigração.
Cá em Portugal isto já acontece. Uma amiga que anda muito de Uber diz que agora vê muitos condutores do Industão que pouco falam português ou não falam mesmo. Uma vez um deles meteu-se por Monsanto desviando-se do caminho normal e por muito que ela o mandasse virar o carro, em português e em inglês, ele continuou. Só parou e virou quando ela ligou para a Polícia e lhe disse que estava ao telefone com a polícia a quem deu o número do carro, partilhou o GPS etc. Foi assustador. Agora, quando chama um Uber e vem uma dessas personagens de culturas de desrespeito sistémico e doentio pelas mulheres, ficamos todos à espera que o carro chegue para o homem ver que o vimos e que sabemos qual é o carro e ela vai ao telefone com um de nós até chegar ao destino.
This is horrific, a girl recorded the conversation on an Uber journey in Manchester, how scary must this have been 🤬. A young girl alone in the back of a taxi & the foreign driver starts asking if you like sex....
— 🤍𝕁𝕆🤍 (@jomickane) March 4, 2026
Imagine it was your daughter, sister, girlfriend... this is not… pic.twitter.com/QYKZbS0hqR
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