Polícia australiana diz que não há provas de que os atacantes da praia de Bondi integravam “célula terrorista”
António Saraiva Lima
Conclusões preliminares da investigação ao ataque contra comunidade judaica de Sydney, que fez 15 mortos, sugerem que atiradores terão “actuado sozinhos” e não receberam treino nas Filipinas.
Dois dias depois do ataque que teve como alvo uma celebração judaica e que foi rotulado pelas autoridades australianas como “anti-semita”, a AFP revelou que os suspeitos, um pai e um filho, aparentavam ter sido inspirados pelo Daesh, tendo realizado uma viagem em Novembro, que durou cerca de um mês, a Mindanau, nas Filipinas, onde actuam células terroristas ligadas ao grupo islamista.
A cooperação com as autoridades filipinas e a análise de imagens captadas por sistemas de videovigilância daquele país ajudaram a AFP a afastar o cenário de pertença ou de treino com grupos organizados. Segundo Barrett, a polícia nacional das Filipinas diz que Naveed e Sajid Akram raramente saíram do hotel onde ficaram alojados, na região de Davao.
Ainda assim, a comissária da AFP fez questão de sublinhar: “Não estou a sugerir que eles estavam lá para fazer turismo”.
O acusado já tinha sido investigado em 2019 pelos serviços secretos da Austrália por alegadas ligações ao Daesh, mas deixou de ser monitorizado por falta de provas.
Conclusões preliminares da investigação ao ataque contra comunidade judaica de Sydney, que fez 15 mortos, sugerem que atiradores terão “actuado sozinhos” e não receberam treino nas Filipinas.
Dois dias depois do ataque que teve como alvo uma celebração judaica e que foi rotulado pelas autoridades australianas como “anti-semita”, a AFP revelou que os suspeitos, um pai e um filho, aparentavam ter sido inspirados pelo Daesh, tendo realizado uma viagem em Novembro, que durou cerca de um mês, a Mindanau, nas Filipinas, onde actuam células terroristas ligadas ao grupo islamista.
A cooperação com as autoridades filipinas e a análise de imagens captadas por sistemas de videovigilância daquele país ajudaram a AFP a afastar o cenário de pertença ou de treino com grupos organizados. Segundo Barrett, a polícia nacional das Filipinas diz que Naveed e Sajid Akram raramente saíram do hotel onde ficaram alojados, na região de Davao.
Ainda assim, a comissária da AFP fez questão de sublinhar: “Não estou a sugerir que eles estavam lá para fazer turismo”.
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