Más notícias para a Irmandade Muçulmana.
Um muçulmano farto de ser associado a bandidos e de ser defendido por Aya Nakamuma e Consor. Diz que não tem nada a ver com essas pessoas e que foi criado no amor pela França...
Écoutez ce musulman en avoir marre d'être assimilé a ces racailles et d'être défendu par des aya nakamuma et consor il dit qu'il a rien a voir avec ces gens et a été élevé dans l'amour de la france ....
— gay patriote🇮🇹🇫🇷 (@platinium230) November 2, 2025
Je vous laisse écouter la suite ⤵️ pic.twitter.com/0MATv2d0Du
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— Yossi BenYakar (@YossiBenYakar) October 27, 2025
European leaders opened the door, and now Europe is paying the price.
Arab states refused for a reason: they understand the security threat.
"There will come a day that we will see far more radical extremists & terrorists coming out of Europe because of…
The Druze in Paris protested the visit of Syria's president due to his militants' attacks against the druze minority. The media won't report it, so I do. pic.twitter.com/vs0ykb0qEz
— Uri Kurlianchik (@VerminusM) May 7, 2025
"J’aime tuer les juifs qui ont crucifié le Christ. C’est une passion pour moi, ça me détend. Honnêtement, j’adore les tuer. Bombarder les écoles israéliennes, les petits enfants, les personnes âgées… les rabbins." [Chef de milice pro-Hezbollah au Liban]pic.twitter.com/i3aslc9R0a
— Le Fascisme Islamiste Dévoilé 📟 (@IslamismeFrance) November 21, 2024
Embora a maioria que cresceu nos países islamitas o seja. Esta rapariga teve a sorte de não crescer no meio do Hamas, pois não teria tido oportunidade de ser mais que um objecto sexual. Temos que ter cuidado com os muçulmanos islamitas que deixamos entrar no país, sobretudo homens. Não são pessoas com quem se possa chegar a compromisso e não respeitam as leis dos países em que estão. São violentos e subversivos e só enquanto são em números muitos pequenos não causam problemas. Isto não é islamofobia, isto são factos que todos os dias vemos nos países europeus, nos EUA e no Canadá. Era importante reconhecer isso antes de termos que fechar as fronteiras tarde demais como já o fizeram, a Alemanha, a Holanda e a França ou expulsar milhares deles como a Suécia e a Dinamarca. Historicamente temos uma dívida para com os judeus, mas não devemos nada a islamitas. De todos os que não compreendo, os piores são as mulheres que defendem islamitas, sendo que vêem que nos países onde eles são poder -e até nos outros- têm como principal objectivo oprimir, degradar e quebrar mulheres.
The story of Sophia Khalifa, a Muslim Arab living in Israel as an Israeli is one of the most powerful and beautiful stories that absolutely everybody should watch and hear.
— Cheryl E 🇮🇱🇮🇱🇮🇱🎗️ (@CherylWroteIt) November 15, 2024
The leftists and Islamists would never want anyone watching it pic.twitter.com/VCnazsnyYJ
Damn girl… you are on 🔥🔥🔥
— Cheryl E 🇮🇱🇮🇱🇮🇱🎗️ (@CherylWroteIt) November 15, 2024
PLEASE SHARE WIDELY!!!
Watch the most incredible piece of moral clarity and brilliance by the ever sensational @Erin_Molan.
I absolutely LOVE this lady. A powerhouse of integrity and brutal honesty.
“The silent majority MUST stop being silent” pic.twitter.com/FT7XTjY8rd
E tem muitas pontas de lança na Europa. É um problema a crescer. Hoje ouvi uma entrevista do chefe da UNRWA em Gaza, Scott Anderson. Quem o ouve falar, parece uma pessoa muito razoável e diplomata, mas os factos contam outra coisa: ele esteve no Afeganistão e desde 2008 que está em Gaza. Nestes anos todos, nunca se apercebeu que as instalações da UNRWA eram usadas por terroristas, que as escolas geridas pela UNRWA serviam para espalhar ideologia terrorista e que tinham, as escolas e os hospitais, túneis por debaixo onde se desenvolviam atividades terroristas e, pior que tudo, nunca se apercebeu que a própria UNRWA estava infiltrada com terroristas do Hamas. Nem mesmo depois do ataque de 7 de Outubro e das denúncias de Israel. Ele nunca viu nada... Ouvi-o dizer que a ONU tem de ser neutra e não escolher um dos lados. Pois, escolher um dos lados é que têm feito, pelos vistos desde 2008. Mas não, a ONU não tem de ser neutra. Não é um árbitro. É uma organização que tem como missão defender a sua Carta Fundadora. Nesse sentido deve lutar contra os que a violam: mover toda a sua força institucional e diplomática -tem acesso directo aos chefes dos países do planeta- para exercer pressão juntos dos grupos e países terroristas, ditadores e violadores da Carta, dos DH e da ordem internacional, para que mudem os seus caminhos. Tem feito o oposto e os resultados estão à vista. Se os homens dos países islâmicos se estão a juntar para defender a escravatura das mulheres, a ONU tem de lutar contra eles e não ser neutra. A neutralidade contra terroristas é cumplicidade com eles. Senão, chegaremos a uma situação em que as mulheres desses países, vendo-se encurraladas, pegam em armas contra os homens.
Taliban ideology is spreading #Afghanistan, Yemen, and now #Libya. Compulsory veiling, morality police & male guardianship laws are not isolated incidents.
— Jahanzeb Wesa (@JahanzebWesa) November 15, 2024
They are a blueprint for oppression. If we don’t act now, this wave will erode freedoms everywhere. Stop #GenderApartheid https://t.co/OuDtbAUeWM pic.twitter.com/9YTvuWxONa
A Palestinian Islamic preacher in Jerusalem sends a message to the ‘Queers for Palestine’ in the West:
— Dr. Maalouf (@realMaalouf) August 15, 2024
“Once Palestine is free, not a single homosexual will be allowed to live in our pure land.
Such perverted abominations will not be accepted among us.”
🇵🇸🏳️🌈 pic.twitter.com/UhyxtCbRkV