Seja que o façam por dinheiro, sejam que o façam por quererem fazer experiências em crianças ou por serem completamente loucos, devem todos perder a licença para praticar medicina. Sujeitam crianças e adolescentes com 11, 12, 13 anos, etc (menores de idade), quando não têm noção dos efeitos dos procedimentos no seu futuro, a castrações, remoção das mamas, enchem-nos de hormonas e estragam-lhes a saúde física e mental e o resto da vida. Primeiro convencem os miúdos, desde a escola primária que talvez estejam no corpo errado e depois incentivam-nos a estropiarem-se. Dados da Holanda e da Austrália mostram que são menos de 2% as crianças e adolescentes que têm disforia de género; cerca de 70% a 90% das crianças e adolescentes que têm disforia de género tornam-se adultos normais sem incongruência de género. No entanto, medicam-se os miúdos, às vezes sem sequer terem ido a uma consulta falar com um médico, como no caso que aqui se descreve. Isto é criminoso. Os adultos, homens biológicos que dizem identificar-se com mulheres que são quem luta agressivamente por impor estas práticas médicas mengelianas, fazem-no a pensar em si, na validação da sua ideologia. Não nas crianças.
Puberty blockers or cross-sex hormones were prescribed to 22 children where they didn’t even have a face-to-face appointment with anyone at WellBN.
— Biology in Medicine (@biologyinmed) June 11, 2026
This is not ‘care’, it is activism. pic.twitter.com/eLdlvxcwUw
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