«Numa sociedade livre, as pessoas podem acreditar no que quiserem. Se quiseres acreditar que os homens podem ser mulheres ou se fores um homem que quer chamar-se mulher, isso é contigo. O que não podes fazer numa sociedade livre é obrigar os outros a aceitar isso. O que está em causa aqui é a capacidade de reconhecer legalmente a realidade.
Se se preocupa tanto com os «direitos trans», pode encontrar uma forma de os garantir sem destruir a categoria, «mulheres» na lei, os espaços femininos, o desporto, os serviços, toda a realidade do lesbianismo e sem punir os cidadãos por reconhecerem a realidade. O facto de nem sequer o ter tentado faz parecer que o objetivo é mesmo destruir os direitos das mulheres.
Qualquer político que olhe nos olhos de um cidadão australiano e lhe diga que um homem pode ser uma mulher está a admitir que mentirá sobre tudo e mais alguma coisa, porque a mentira mais óbvia já foi dita.
Se ninguém nesta sala consegue reconhecer a realidade e resolver um problema óbvio, ou são maliciosos ou são incompetentes. Os dias de ignorar esta questão acabaram. Isto não é uma guerra cultural. É a realidade.»
- as minhas palavras, lidas pela deputada Alison Penfold, hoje no parlamento.
“In a free society, people can believe whatever they want. If you want to believe men can be women or you’re a man who wants to call himself a woman, that is your business. What you cannot do in a free society is force anyone else to accept it. What is at stake here is the… pic.twitter.com/2CoSiMtCoG
— Sall Grover (@salltweets) May 25, 2026
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