Um Tribunal da Austrália decidiu ontem que os direitos dos homens biológicos que se identificam com mulheres têm precedência sobre os direitos das mulheres. As narrativas de subjectivismo radical estão a ganhar terreno -cada um tem 'a liberdade de ser' o que quiser se o fizer feliz- e a substituir-se às explicações e narrativas que se apoiam nos factos. E o resultado é o prejuízo dos direitos das raparigas e mulheres com o consequente crescimento do machismo.
'When you start denying factual reality, especially something as important as biological sex, people suffer.'
— GB News (@GBNEWS) May 16, 2026
President of the Cambridge University Society of Women, Maeve Halligan on her viral speech at the Cambridge Union challenging LGBTQ+ activism. pic.twitter.com/Zxeoh81PY2
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