A mulher apela à violência. O argumento dela diz o quê?
A violência é um sinal normal de uma revolução em curso;
A revolução é bem-vinda;
Logo, a violência é bem-vinda.
Então isto não é, segundo a nova-esquerda unineuronal, um discurso de ódio?
Esta professora universitária (já a vi em outras discussões) defende a violência e diz, com ar de superioridade de quem teve acesso a uma revelação divina, que a violência é normal, que todas as revoluções têm violência e ri-se e diz que na Primavera Árabe, também houve violência (não percebe a diferença entre as situações) e que os pequenos comerciantes com a vida destruída são danos colaterais - ontem dizia a uma mulher que foi ameaçada de ser violada na rua, mais a sua filha de 3 anos que isso seria um dano colateral da revolução.
Esta é a nova-esquerda que defende a violência e o caos, a partir da segurança das suas casas, dos seus empregos bens remunerados e vidinhas confortáveis, num país onde usufruem de todas as liberdades e direitos que as democracias ocidentais lhes dão. Mas lutam pela destruição da democracia. E há vários exemplares deste tipo de pessoas nos governos europeus: França, Inglaterra, Espanha, Suécia, Presidente do Conselho Europeu.
🔴 Cette femme professeur à l’université , Bettina Zourli, estime que le pillage dans les petits magasins fait parti des «révolutions». Ils auraient des assurances. J’invite tous les commerçants, non remboursés par les assurances, à lui envoyer la facture https://t.co/UnALr7JUdZ
— 🗽🕊🗽 Sandra Fellow (@sandrafellous_) October 19, 2026
No comments:
Post a Comment