Só para que fique claro. A situação dos professores que têm doenças que os põem em grupos de risco, com deficiência atestada, como é o meu caso, é a seguinte: estamos diante do edifício do local de trabalho numa cadeira de rodas e todas as entradas têm uma escadaria. E quando perguntamos como vamos entrar, aparece o responsável e diz: se não têm condições de entrar, quer dizer, se as vossas perninhas não andam e não podem subir as escadas, vão para casa de baixa (com cortes no salário) porque gastarmos dinheiro a construir rampas, nem pensar.
Isto chama-se descriminação, não tem outro nome.
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