October 31, 2026

A líder da extrema-esquerda do 'Die Linke' tem medo de ser morta pelos islamitas que trouxe para o seu partido



Em Berlim, a candid
ata Elif Eralp, do Die Linke, o partido alemão de extrema-esquerda, à presidência da câmara municipal, em notas internas enviadas por engano ao Der Spiegel, escreve que ela e o marido têm medo dos militantes pró-Hamas do seu próprio partido: Há um problema.O meu marido não quer, e eu também não, mencionar nomes concretos. Ele tem medo destas pessoas, e eu também. Compara a ameaça dos militantes pró-Hamas à do crime organizado. Suplica que a entrevista seja cancelada: Não posso pôr em risco a minha vida e a da minha família por causa do Der Spiegel.
Eis a extrema-esquerda no poder local. Serviu-se de alianças com o islamismo radical para conquistar votos e hoje, está refém dele. Promete «a segurança de todos os berlinenses» no mesmo dia em que reconhece que já nem sequer se atreve a nomear aqueles que celebram Yahya Sinwar como mártir.

Agora, em França, o LFI (La France Insoumise) utiliza exatamente a mesma táctica. É exactamente o mesmo ADN.

Logo a 7 de Outubro, o primeiro comunicado do partido referia uma «ofensiva armada de forças palestinianas» que era necessário «contextualizar». Nada de chamar terrorismo. Durante meses, o LFI recusou classificar claramente o Hamas como organização terrorista, preferindo falar de «resistência palestiniana» e da necessidade de «contextualizar». Esta linha foi mantida, inclusivamente quando a natureza terrorista dos massacres foi explicitamente questionada.

Já contam com islamistas nas próprias manifestações que coorganizam ou nas quais participam em massa. Os dois principais são: Omar Alsoumi, porta-voz da Urgence Palestine — organização que, segundo a DGSI (Direcção-Geral da Segurança Interna francesa), está ligada à FPLP, classificada como organização terrorista —, que apela à «propagação da inundação de Al-Aqsa» e desfila regularmente ao lado de deputados do LFI; e Elias d’Imzalène, pregador salafista sinalizado pelas autoridades francesas (fiché S), que apelou à intifada em Paris, no decurso de uma manifestação, e que também está próximo das mesmas redes e conta com o apoio dos participantes nestes cortejos.

É o mesmo cálculo do Die Linke: conquistar os bairros populares tornando-se o partido mais radicalmente anti-israelita e mais indulgente para com o islamismo político.

Fecham os olhos aos salafistas e às redes pró-Hamas enquanto votarem como lhes convém. Instrumentalizam a causa palestiniana. Acusam de islamofobia quem quer que denuncie o problema. As alianças são puramente tácticas e eleitorais.

Mas há uma regra que o LFI se recusa a ver. As forças com que se alia nunca se enganam quanto ao seu objectivo. Sabem exactamente para onde vão. A aliança é circunstancial. E estas forças acabam sempre por engolir o seu aliado circunstancial.

Em Berlim, já temos o resultado: a candidata tem medo de nomear aqueles que a levaram até onde está. Em França, ainda vamos a tempo de não eleger a versão local.

Os políticos em França fingem que não sabem. Mas fixem bem uma coisa: serão vocês os principais responsáveis pelo que acontecer.

(Guillaume Herblot)

(em Portugal a nova-esquerda já tentou este esquema e apelarem ao uso 'da liberdade da burka', exigiram pôr islamitas na administração pública e nas polícias e um canal de denúncia de islamofobia para poderem perseguir e mandar prender adversários, calculo. Os manifestantes do Rossio estão cheios de bandeiras da Palestina. No Irão foi a mesma coisa. Os unineuronais da esquerda aliaram-se aos islamitas para expulsar o Xá e agora estão há 40 anos a ser enforcados, as mulheres violadas, impedidas de ter vida própria, governados por pedófilos e terroristas.)

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