“Estratégia dos evangélicos é ter poder político para poder alterar leis ao encontro da linha conservadora” -Expresso
É igual à estratégia da Irmandade Muçulmana e dos islamitas radicais, com a diferença destes esconderem os objectivos e fazerem tudo à socapa enquanto fingem que são organizações para a paz e bem-estar de todos. Lembram-se da manifestação de islamitas em frente à AR a exigir serem integrados na função pública e polícias? Os evangélicos não escondem os seus objectivos de fazer a sociedade andar para trás como estão a fazer nos EUA em muitos Estados. Apesar de tudo, sendo uma ameaça à democracia e à liberdade das mulheres, não são uma ameaça à existência do próprio país. Já os islamitas radicais defensores da sharia e da teocracia, extremamente violentos, como se vê em todos os países que colonizaram, destroem completamente os povos, a cultura e as civilizações onde aterram e impedem as mulheres de viver. Há municípios no Michigan de maioria árabe-islâmica que elegeram mayor e conselho municipal inteiramente muçulmanos. Já aprovaram leis a normalizar a «modéstia» das mulheres e a escusar de prisão pedófilos com penas inferiores a um ano. Podem ir à sua vida casar com crianças.
Se um dia fosse obrigada a escolher entre a extrema-direita dos alucinados evangélicos e seus amigos e a extrema-esquerda dos terroristas islâmicos e seus amigos da nova-esquerda, escolheria o mal menor.
Esta polarização não ajuda nenhum país e assim como a direita radical se devia afastar destes alucinados evangélicos, também a esquerda radical devia afastar-se do islamofascismo.
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