May 27, 2026

Os hospitais existem para dar emprego a administradores e burocratas



Hospital de Faro recusou atender grávida em trabalho de parto por não ter ligado antes para a linha SNS24

Mulher, grávida de 40 semanas, tinha contrações cada vez menos espaçadas, depois de lhe rebentarem as águas. Ainda assim, urgência do Hospital de Faro recusou admiti-la, porque não ligou para o SNS24.

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Uma mulher em trabalho de parto, provavelmente já cheia de dores, vai pôr-se ao telefone à espera que atendam para dizer que está em trabalho de parto, para depois a enviarem para o raio que o parta em vez de ir ao hospital mais próximo? Sim, é esta a ideia dos idiotas que mandam no circo da saúde.
A mulher está à porta do hospital em trabalho de parto e mandam-na andar 70km. E ainda dizem que não havia risco. Não havia risco para quem? Para os administradores dos hospitais e a equipa ministerial da saúde, porque a mulher deve ter entrado em estado de pânico ou, pelo menos, de ansiedade grave, com a perspectiva de ir ter o filho no meio da rua, que agora é o local de naturalidade mais comum em Portugal.
Estamos num país que se queixa de não ter nascimentos, mas trata-se mal as grávidas porque ninguém quer saber das mulheres e trazer imigrantes deseducados é mais barato do que investir na saúde. Às tantas tinham recebido um homem biológico que diz sentir-se mulher se aparecesse lá a dizer que estava grávido...

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