Olhar para os outros países europeus que estão cheios de problemas de crime (sobretudo violações e crimes de faca) e de ruptura social a ameaçar a estabilidade social e política e chamar-lhe 'diversidade cultural' e afirmar que a entrada de 1,2 milhões de imigrantes, sendo 19% islamitas (ou mais, pois talvez os outros 14% vindos de Inglaterra também o sejam) vai promover a coesão social, apesar de constatar que a imigração não resolve o problema do envelhecimento da população, ou é cegueira ou desonestidade.
Vou mais pela desonestidade, pois o artigo afirma que cabe a todos integrar seja como for estes imigrantes quando ela sabe que apenas uma parte da população vai sofrer com esta imigração em massa e não são os que vivem na bolha - ela fala especificamente nos professores terem que fazer esse trabalho. Neste país os responsáveis, sendo incompetentes para resolver os problemas, põem para cima das escolas e dos professores a solução de todos os problemas sociais - e têm sempre um rebanho a segui-los.
Quem, em particular, vai sofrer com esta imigração desenfreada em massa (a quem chama 'inédita'), são as raparigas e mulheres que serão as sacrificadas, como vemos que aconteceu imediatamente em todos os países com imigração massiva de islamitas. TODOS.
São centenas de milhar de raparigas violadas nesses países e um nível de assédio diário e constante que impede que possam ter o direito de andar nas ruas do seu país em liberdade, pois é dada preferência aos direitos desses imigrantes islamitas.
Já aqui em Portugal o número de violações subiu drasticamente. Portanto, a esquerda acha aceitável sacrificar raparigas e mulheres no altar da sua ideologia de integração de pessoas não-integráveis. Talvez por isso, nas definições das prioridades de crime a resolver não se achou de valor incluir os crimes sexuais, apesar de haver 11 violações por semana - sabendo nós que neste crime, a maioria dos casos nunca é denunciada.
O desafio da integração
Cristina Casalinho
(...) entre 2001 e 2021, a população estrangeira a viver em Portugal passou de 2,2% para 5,2% (informação dos Censos). Recorrendo aos registos na Segurança Social, de acordo com o Boletim Económico de março de 2026 do Banco de Portugal, no final de 2025, o número de estrangeiros em Portugal atingiu 1,13 milhões, que compara com 152 mil em 2010. Desde 2018, estima-se entrada total de 1,2 milhões, tendo-se registado o pico em 2024. Este movimento constitui o maior influxo de população desde 1974-1975.
(...) entre 2001 e 2021, a população estrangeira a viver em Portugal passou de 2,2% para 5,2% (informação dos Censos). Recorrendo aos registos na Segurança Social, de acordo com o Boletim Económico de março de 2026 do Banco de Portugal, no final de 2025, o número de estrangeiros em Portugal atingiu 1,13 milhões, que compara com 152 mil em 2010. Desde 2018, estima-se entrada total de 1,2 milhões, tendo-se registado o pico em 2024. Este movimento constitui o maior influxo de população desde 1974-1975.
(...)
A maioria dos trabalhadores estrangeiros registados na Segurança Social como empregados por conta de outrem tem proveniência do Brasil (38%), sul da Ásia (19%), PALOP (14%), e Europa, incluindo Reino Unido (14%)Pela rapidez e magnitude do acréscimo de população estrangeira, tornando a sociedade portuguesa mais heterogénea, designadamente devido à percentagem significativa de não-falantes de português, impõe-se um esforço importante no sentido de assegurar condições de equidade e integração, através de acesso à educação, trabalho condigno, saúde, habitação, ou seja, à defesa de direitos, liberdades e garantias.
(...)
Esta é uma prova exigente, mas plenamente superável, com benefícios claros para a coesão e o futuro coletivo.Público
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