Yuval Noah Harari em conversa com Irene Tracey, neuro-cientista e vice-reitora da Universidade de Oxford.
Yuval Noah Harari compara a IA aos mercenários anglos, saxões e jutos que os bretões trouxeram para lutar contra os escoceses que os invadiam do Norte. E eles vieram e ganharam essa luta e depois, vendo que os bretãos eram fracos resolveram tomar posse de Inglaterra. A IA não é uma mera ferramenta que se possa usar e pôr de lado à discrição, porque se a IA pensa, toma conta dos processos linguisticos e mentais humanos. É um agente e é um agente de mudança que pode ser à margem dos interesses humanos.
Qual é o lugar, então, que sobra para o humano?
Yuval Noah Harari compara a IA aos mercenários anglos, saxões e jutos que os bretões trouxeram para lutar contra os escoceses que os invadiam do Norte. E eles vieram e ganharam essa luta e depois, vendo que os bretãos eram fracos resolveram tomar posse de Inglaterra. A IA não é uma mera ferramenta que se possa usar e pôr de lado à discrição, porque se a IA pensa, toma conta dos processos linguisticos e mentais humanos. É um agente e é um agente de mudança que pode ser à margem dos interesses humanos.
Qual é o lugar, então, que sobra para o humano?
Parecemos crianças que encontram uma esfera e começam a jogar à bola com ela, não percebendo que é uma bomba.
Para ouvir toda a conversa: bit.ly/YNH-WEF
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