January 15, 2026

Pôr os olhos nos outros


A Suécia, a braços com falta de trabalhadores, como acontece com outros países europeus, deixou entrar sem nenhum controlo ou requisitos mínimos imigrantes, sobretudo de países islamitas. Quase todos homens sozinhos. Depois contrata-os para serem cuidadores de lares de idosos ou cuidadores domiciliários, sabendo que são homens que vêm de culturas onde são ensinados que as mulheres, sobretudo as europeias, são lixo e que violar mulheres é um direito dado por Alá. Há lares de idosos onde nem um único funcionário fala sueco. O governo cala-se porque o pior medo da esquerda é o medo cobarde de serem chamados racistas e não aparecerem como virtuosos. 

O medo é tão grande que em Inglaterra sacrificam milhares de crianças e adolescentes a islamitas violadores e raptores de crianças e adolescentes para violações colectivas e, na Suécia, sacrificam as mulheres idosas condenando-as a um inferno nos últimos anos de vida. Na Austrália, depois do ataque dos islmitas a judeus com imensas mortes, o governo aprovou (ontem) uma lei de islamofobia, em que se pode ir preso até 5 anos se se ofender um islmita. Em Londres, ontem, 200 indianos sikhs foram até ao apartamento de um paquistanês conhecido por manter raparigas de 10 e 12 anos raptadas e drogadas, presas, para serem violadas colectivamente por gangs de outros paquistaneses - geralmente familiares e amigos. Foi só com essa pressão de não saírem da porta do apartamento que a polícia apareceu para prender os criminosos.

Era bom que puséssemos os olhos no exemplo dos outros. Sobretudo aquelas pessoas que dizem publicamente que temos de deixar entrar qualquer um porque temos falta de trabalhadores e que quem não é a favor de deixar entrar qualquer um é racista. É isto o que queremos? Queremos o que se passa em Inglaterra? Queremos o que se passa na Suécia? Na Austrália?


Suécia. Como o Estado sacrificou mulheres idosas no altar do multiculturalismo e do medo de ser chamado de racista

Nos últimos anos, mulheres idosas têm sido violadas em números inaceitáveis dentro dos cuidados a idosos financiados pelo Estado sueco. Isso acontece repetidamente, de forma previsível e com total conhecimento das instituições, enquanto as autoridades fragmentam a responsabilidade e se recusam a intervir a nível nacional. 
Os municípios escondem-se atrás de procedimentos. Os prestadores de cuidados citam a falta de pessoal. O Estado invoca a autonomia local. 
O resultado é sempre o mesmo: mulheres idosas e indefesas são violadas, roubadas e humilhadas, enquanto o sistema permanece intacto, mesmo absorvendo um influxo maciço de homens estrangeiros totalmente inadequados para o trabalho de cuidados íntimos.

O que torna esse abuso verdadeiramente chocante é que ele não ocorre nas margens da sociedade. Ele acontece no coração do Estado de bem-estar social: nas próprias casas das mulheres, em instituições de cuidados residenciais, em casas de banho, chuveiros e sanitários. 
Acontece quando as mulheres estão frágeis, com deficiências cognitivas, confinadas a cadeiras de rodas, gravemente doentes ou em fase terminal, muitas vezes inteiramente  dependentes dos funcionários para sobreviver. É impossível escapar. As suas vozes são fracas ou inexistentes. 
E quando a pessoa designada para prestar cuidados é a mesma que as viola, a sociedade perde a sua dignidade.

Imagine os últimos meses da sua vida a ser violada e abusada, sem poder fugir, sem poder ser ouvida, sem ninguém para vir em seu socorro. Se o inferno existe, não é um lugar abstracto. É uma instituição de cuidados da terceira idade sueca onde os violadores se disfarçam de cuidadores, operando por trás de uniformes e procedimentos, enquanto você está incapacitada, indefesa e esquecida.

Desde 2021, quase 400 casos de violação de mulheres com mais de 60 anos foram denunciados à polícia sueca. Nos casos documentados e nas decisões judiciais, há uma notável representação excessiva de agressores imigrantes, um padrão que as autoridades têm relutado em abordar abertamente.

Este número por si só deveria ter desencadeado medidas de emergência a nível nacional. Em vez disso, foi normalizado como ruído de fundo num sistema que já falhou. Os profissionais que prestam cuidados a idosos reconhecem abertamente que o número oculto é muito maior, devido à sub-notificação, ao défice cognitivo, ao medo de denunciar e ao silêncio institucional.

O padrão torna-se claro quando os casos são examinados. Dois casos:

Em Uppsala, em 2023, uma idosa conhecida como Elsa, de 84 anos, alertou repetidamente as autoridades municipais que um cuidador domiciliar se expunha sexualmente e tinha um comportamento sexual impróprio na sua casa. Nenhuma acção decisiva foi tomada. Ele não foi demitido. Meses depois, Elsa relatou que o mesmo homem a violou. Quando o caso finalmente chegou aos investigadores, foi arquivado por falta de provas. Uma situação directamente ligada à falta de acção das autoridades quando os avisos foram feitos.

Este caso envolveu um alegado agressor. O caso seguinte em Uppsala envolveu um indivíduo diferente, mas com a mesma estrutura institucional:

Durante 2023-2024, outro prestador de cuidados domiciliários em Uppsala, com cerca de 25 anos, violou e agrediu sexualmente pelo menos quatro mulheres idosas com idades entre 77 e 88 anos nas suas próprias casas. O hoemem abusou da sua posição de confiança e filmou partes das agressões. Acabou por ser condenado a oito anos de prisão, mas até ser preso continuou a trabalhar nos mesmos sítios e a criar várias vítimas. A supervisão falhou repetidamente e a todos os níveis.

A falha institucional foi tão grave que, em 2024, reportagens investigativas revelaram muitas vítimas dentro do mesmo sistema municipal, levando à demissão de toda a comissão de cuidados a idosos em Uppsala. Não se tratou de um colapso causado por um único indivíduo, mas por um sistema que concedia acesso, ignorava avisos e não se interessava em proteger mulheres vulneráveis.

Em Outubro de 2025, na região de Estocolmo/Södertörn, uma mulher de 100 anos foi violada na sua própria casa por um cuidador domiciliário, cidadão iraquiano de 30 anos, durante uma visita de cuidados. O tribunal condenou-o a quatro anos de prisão, mas recusou-se a classificar o crime como agravado e rejeitou a deportação, apesar dos pedidos do Ministério Público. O mesmo indivíduo foi absolvido numa acusação separada de violação envolvendo uma mulher de 94 anos, devido a dificuldade em provar. 

(...) [segue-se a descrições de outros casos ]

Quando os dados contextuais são analisados, surge outro padrão desconfortável: o mais chocante, que as autoridades relutam em reconhecer publicamente. Uma representação significativa de agressores imigrantes aparece nos casos documentados, homens provenientes de culturas com visões fundamentalmente diferentes sobre as mulheres, a sexualidade, a autonomia corporal e o consentimento. Isto não é especulação. Está documentado. Evitar a questão não protege as mulheres vulneráveis, expõe-nas.

Entretanto, os cuidados a idosos na Suécia têm sido cada vez mais moldados pela política de integração [de islamitas], pela escassez de mão de obra e pela negação ideológica. Não há requisitos na contratação, não há verificações de antecedentes, não há exigência de falarem o sueco e os padrões e riscos conhecidos têm sido aceites ano após ano. Os municípios contratam. Os empreiteiros fornecem. O Estado define o quadro e depois faz vista grossa ao que lá se passa.

Se crianças fossem vítimas de abuso nesta escala em instituições com recursos públicos, o país entraria em colapso. Seria aprovada legislação de emergência. Ministros renunciariam. Quando mulheres idosas são estupradas pelos seus cuidadores contratados pelo Estado, a resposta é o silêncio, a relativização e frases burocráticas, como se suas vidas já não importassem.

Este não é um problema local e não é uma questão de pessoal. É uma traição nacional. Os crimes estão documentados, o padrão está estabelecido e a responsabilidade é clara. Ainda assim, o sistema protege-se a si próprio, enquanto as mulheres idosas pagam o preço.

EXIGÊNCIAS FORMAIS — O QUE DEVE ACONTECER AGORA

Este escândalo requer acção imediata e nacional. Não revisões, directrizes ou gestos simbólicos.

1. Comissão Nacional de Crise
Uma comissão de crise independente, nomeada pelo Estado, com mandato total para investigar abusos sexuais em lares de idosos em todo o país, incluindo falhas municipais, avisos ignorados, não denúncia de crimes e responsabilidade administrativa. Esta é uma emergência nacional, não uma questão local.

2. Denúncia criminal obrigatória por lei
Reforma legislativa imediata tornando obrigatória a denúncia à polícia de qualquer suspeita de crime sexual ou abuso grave em instituições de cuidados a idosos. Sem discricionariedade. Sem tratamento interno. A não denúncia deve acarretar consequências legais.

3. Verificações obrigatórias e recorrentes de antecedentes
Verificações criminais recorrentes e legalmente exigidas para todos os funcionários de instituições de cuidados a idosos, incluindo aqueles já empregados. Suspensão imediata sem remuneração quando surgirem alegações credíveis, enquanto se aguarda a investigação.

4. Normas nacionais para linguagem e competência
Requisitos legais de linguagem e competência para qualquer pessoa que tenha acesso íntimo a residentes idosos. A comunicação inadequada é um risco à segurança e não uma questão de diversidade.

5. Responsabilidade e sanções do Estado
O Estado deve assumir a responsabilidade directa pela supervisão e fiscalização. A autonomia municipal não pode ser usada como um escudo contra a responsabilização. Falhas repetidas devem acionar sanções, destituição de líderes e perda de licenças de funcionamento.

Qualquer coisa menos do que isso é cumplicidade. Cada dia de inacção é uma escolha institucional e é feita às custas das mulheres idosas.

KATERINA JANOUCH in katjanouch.se/

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