O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, revelou esta segunda-feira que o Presidente russo Vladimir Putin foi convidado pelo seu homólogo norte-americano para se juntar ao Conselho da Paz para Gaza.
[entretanto, Trump já confirmou o convite a Putin]
A criação do conselho faz parte de um plano dos Estados Unidos que recebeu o apoio das Nações Unidas. Além de Putin, já houve uma série de chefes de governo e estado que também foram convidados por Trump para se juntar à conselho, incluindo Javier Milei (Argentina), Lula (Brasil), Erdogan (Turquia), Narendra Modi (Índia), Orban (Hungia), Meloni (Itália) Sissi (Egipto) e até líderes de pequenos países como o Chipre e a Albânia. O conselho inclui ainda o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio, o antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair, oenviado especial norte-americano Steve Witkoff, o genro do Presidente, Jared Kushner, e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga. (https://expresso.pt/)
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A maioria dos convidados citados na notícia são ditadores, aspirantes a ditadores, bilonários que semeiam pobreza e caos e gente do dinheiro, porque a intenção de Trump é usar o Clube para fazer negócio à conta da opressão e miséria alheia.
É difícil não estabelecer paralelos com a ascensão do nazismo nos anos 30 do século passado, na Alemanha. Também Hitler, quando começou a subir e a fazer declarações de violência e megalomania louca (a cena de Trump ameaçar invadir a Gronelândia por não lhe darem o prémio Nobel podia ser um sketch do Monty Python) teve a oposição dos outros partidos que integravam o Reichstag. Os partidos que fizeram o acordo para que ele fosse nomeado chanceler da Alemanha diziam entre si que ele era louco, violento, que não era de confiança, que os nazis eram assustadores mas, mesmo assim, revolveram apostar todas as suas fichas neles, como dizem os anglo-saxónicas.
É o que está a passar-se no Congresso americano. Todos vêem que Trump é um homem destrambelhado da cabeça e violento que está a dinamitar todas as alianças de 250 anos de democracia e a própria democracia para satisfazer a sua ganância de dinheiro e poder. Pois, mesmo assim, apostam todas as suas fichas nele. Uns por cobardia, mas a maioria, provavelmente, por ganância. Devem estar a fazer muito dinheiro.
A esquerda americana, no entanto, está mais preocupada em legitimar islamitas e obrigar as mulheres a aceitarem que não existem enquanto sexo e que os homens podem agora ser mulheres do que a lutar contra a louca megalomania totalitária de Trump. Não se unem, não têm estratégia, não impedem o caos.
Estamos às portas de um novo capítulo da história mundial que parece saído da Guerra das Estrelas.
Sa a Europa se determinar a acabar com a Rússia, toda a oposição e bullying de Trump à Europa, baixa imediatamente ao nível do quase zero. É nisso que têm de concentrar-se os europeus. Os EUA mudaram de amigos e parceiros. Querem muito ser iguais ao imperialismo russo, que tem uma história de terror e miséria, e os países com quem escolhem agora aliar-se são uma red flag monumental. E toda a gente vê e percebe. Mas dentro dos EUA ninguém se mexe a sério.
Nós temos que fixar fixados no nosso objectivo: destruir a ameaça russa, trazer a Ucrânia para dentro da UE e da nossa defesa. Travar o imperialismo islamofascista.
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