Dado que os EUA terem deixado de ajudar a Ucrânia, tanto financeira como militarmente e até se põem do lado dos russos contra a paz na Ucrânia, logo, contra a paz na Europa, os europeus deviam ter reagido conjuntamente de modo negativo no que se refere à conclusão de Trump segundo a qual a Ucrânia deve ceder território à Rússia. E ainda, reagir ao anúncio de um encontro na Hungria dizendo que: 1. É indiferente o que se diga nesse suposto encontro porque a Ucrânia faz parte da Europa, a Europa apoia a Ucrânia contra Putin e nenhuma decisão sobre a Europa será tomada à revelia da Europa; 2. A Europa reserva-se o direito de mandar prender Putin com o mandato de captura - fazer um aviso a Orban sobre as consequências de meter Putin na Hungria (Zelensky estaria verdadeiramente em perigo na Hungria, que é agora um território mais russo que europeu); 3. Se o avião de Putin for abatido, seja por quem for, considera-se um passo normal no processo da guerra. Em tempos de guerra é preciso ser claro, forte e preciso e não hesitante. Um encontro na Hungria ou noutro sítio qualquer só servirá no dia em que Putin perceber que a guerra está perdida e até esse dia é só mais um pretexto para Trump minar Zelenky e os europeus. Portanto, deve ser desencorajado por todos, excepto por Zelensky, obviamente. É preciso tornar a opinião de Trump irrelevante neste assunto. E se opinião de Trump for irrelevante, a de Witkoff, Esgar e companhia ainda são mais irrelevantes.
As far as I’m aware the US is no longer providing military or financial aid to Ukraine so I’m not sure what the president’s press secretary is referring to when she says “The patience of the American people is growing very thin” https://t.co/srMS14f3z5
— Sir William Browder KCMG (@Billbrowder) October 19, 2025
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