Os homens estão tão habituados a ver as mulheres em posições de submissão, de objectos sexuais e de menoridade cívica e política que pensam mesmo que as mulheres escolhem a submissão como um estilo de vestuário cultural ou religioso, que comparam às freiras, como se alguma vez o vestuário das freiras fosse uma obrigação para todas as mulheres cristãs (e não-cristãs, pois o islão não permite ser não-crente) e como se alguma vez alguma freira tivesse sido cegada, atacada com ácido, violada ou executada por não usar o hábito ou abandonar a Ordem.
Os homens ocidentais põem uma venda nos olhos e escolhem não ver a força brutal com que os machos islâmicos calcam o pescoço das mulheres que atiram ao chão, desde que nascem, a ponto de muitas crescerem a acreditar que o seu objectivo na vida é servir sexualmente os homens por vontade de um deus lascivo.
Anda por aí uma imagem de Starmer que esta semana foi a um centro islâmico dar milhões aos muçulmanos para espalharem a religião. Em primeiro plano está ele com uns cinco líderes religiosos e uma mulher(a ministra inglesa da Administração Interna), coberta e lá no fundo estão raparigas adolescentes, umas de hijab e outras de burka. A opressão religiosa das mulheres na Inglaterra está já tão normalizada que ele não achou chocante, nem sequer percebeu que está a legitimar a opressão religiosa.
Se um único homem fosse mantido em cativeiro e obrigado a cobrir-se sob o olhar e o chicote de uma mulher com uma lei da sharia anti-homens, ninguém punha em causa que se legislasse contra a escravatura religiosa, por uma só pessoa que fosse, porque seria claro que se legisla, não para uma pessoa, mas para defender princípios e valores que têm de aplicar-se a todos - e todas; se alguma mulher, alguma vez, cassasse com uma criança de 7, 10 ou 12 anos como fazem os líderes e fiéis islamitas (homens) e defendesse a normalidade do «casamento infantil» como preceito religioso instituído por um profeta, seria presa e a religião ostracizada, classificada como culto pedófilo, mas como são os homens que o fazem e os nossos homens ocidentais estão habituados a ver tipos de 60 e 70 anos andarem com miúdas de 16 anos, dizem que é uma questão cultural.
Dizem que cá no país não temos um número suficiente de mulheres islâmicas escravizadas - quantas seriam precisas...? Cá também não temos casamentos infantis em número minimamente relevante e no entanto, temos leis contra os casamentos infantis. Pois, a questão é mesmo essa: não temos, nem queremos vir a ter, como vemos outros países europeus terem, por conta dos cobardes que têm mais medo de ser chamados ismamofóbicos que interesse em defender os direitos humanos e pelos novos neorracistas e neocolonialistas.
Contra a burqa e contra a proibição da burqa
Toda a nossa direita parlamentar resolveu ir atrás de um debate criado pelo Chega, para fazer aquilo de que passou os últimos anos a acusar a esquerda: a importação das guerras culturais estrangeiras.
Contra a burqa e contra a proibição da burqa
Toda a nossa direita parlamentar resolveu ir atrás de um debate criado pelo Chega, para fazer aquilo de que passou os últimos anos a acusar a esquerda: a importação das guerras culturais estrangeiras.
Deduzo que não tenha ido à manifestação desses macho tóxico que dá pelo nome de Raquelo Varelo.
ReplyDeletepercebo que está a falar da Raquel Varela mas não percebo o que está a dizer porque não sei o que ela defende sobre o assunto...
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