Reconhecer o Estado da Palestina sem sequer fazer depender o reconhecimento da libertação dos reféns ou da saída dos terroristas do Hamas do governo da Palestina. Este é um reconhecimento do terrorismo como meio legítimo de alcançar ganhos no palco do mundo. Não há outra maneira de interpretar isto. A França, sabemos porque o faz: quer o voto dos islamitas e os negócios com os países islamitas da sua esfera de influência. Mas nós porque o fazemos? Porque temos políticos cobardes.
Dez países, entre os quais Portugal e França, vão reconhecer um Estado palestiniano na segunda-feira, numa conferência em Nova Iorque, à margem da Assembleia-Geral da ONU, anunciou esta sexta-feira, 19 de setembro, o Palácio do Eliseu.(...) a Declaração Oficial de Reconhecimento terá lugar ainda antes da Conferência de Alto Nível da próxima semana".
¿El mal ejemplo del socialcomunista pedro sanchez?
ReplyDeleteSim.
Delete¿Mas astuto y pragmatico el mandamás de marruecos, mohamed vi?
ReplyDeleteO ataque de 7 de Outubro veio de saberem que Marrocos e outros iam normalizar as relações com Israel.
DeleteEste Governo(?) desdiz-se. Em Julho, deu garantias que só aprovava a criação de um "Estado Palestiniano" (???), depois da libertação de todos os reféns; um "Estado Palestiniano democrático" (???); a erradicação de grupos como o Hamas, as Brigadas al-quassan, a Jihad islâmica... - consideradas como "terroristas" (mas esta catalogação depende do contexto e da situação) e a sua desmilitirazação e o reconhecimento do Estado de Israel, pelos países árabes.
ReplyDeleteOs países que aprovem a resolução irão lamentar o gesto!...
O Egipto construiu um muro que os isolou...assobiaram para o lado.
João Moreira
Deve ser influência daquela lástima que é o Guterres.
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