July 16, 2025

Porque insistem em classificar as preocupações das pessoas em discursos de ódio?



Imigrantes bangladeshianos estão cada vez mais preocupados com o ódio nas redes sociais. São alvo de mensagens xenófobas e comentários ofensivos que os retratam como uma ameaça à sociedade. Muitos muçulmanos falam numa islamofobia digital. O uso de roupas religiosas, ou a prática do Islão, geram ataques verbais online. Campanhas de desinformação associam injustamente imigrantes ao crime. Essa hostilidade virtual reforça o medo, o isolamento e dificulta a integração social.

Expresso
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Não vêem o que se passa em Inglaterrra, na Suécia, na França, etc.? Na Inglaterra, durante 15 anos as autoridades políticas e policiais fizeram sair falsos relatórios sobre a criminalidade em que escondiam o número de crimes contra crianças e adolescentes britânicas, com receio de serem chamados racistas e com a crença, alimentada pelos meios de comunicação social, de que todas as preocupações sobre a criminalidade de imigrantes islamitas eram islamofobia. Sacrificaram milhares de raparigas para aparecerem como campeões do discurso correcto. Para isso, falsearam dados e relatórios durante 15 anos.

Pois, aqui vamos pelo mesmo caminho. Chamar islamofóbicos aos que se preocupam com a segurança das raparigas e mulheres e acusar de ódio todos os que se preocupam.

A prática do Islão é hostil no que concerne ao respeito pelos valores democráticos e pelas sociedades laicas. Os imãs pregam a não-integração dos islamitas nesses valores. No que respeita ao seu discurso e praticas relativas às mulheres, é extremamente misógina e tem intenções perversas de matar socialmente as mulheres e mantê-las sob controlo e cativeiro dos homens. 

Ora, não é isto uma ameaça às sociedades laicas de valores democráticos?

Não há uma única sociedade islâmica que não tenha esta mentalidade e práticas e, a maioria delas tem-nas de modo brutal, com castigos de apedrejamento, violações de punição, amputações, venda de raparigas, concubinato forçado, mortes de honra - todas estas práticas são aconselhadas pelo Islão e comuns entre islamitas.

Ora, não é isto uma ameaça às sociedades laicas de valores democráticos?

O que vemos em países como a Inglatera, França e outros é: a falta de controlo dessas populações, a partir do momento em que cresceram ao ponto de terem poder para impôr mudanças sociais; o desprezo pela segurança das crianças do sexo feminino, das adolescentes e das mulheres; a divisão social. 

Porque é que estas preocupações com um problema sério e real de uma religião que se comporta como uma idologia totalitária e violenta, são tratadas nos jornais como discursos de ódio?

Quanto mais os jornais fogem a lidar com os problemas de maneira séria e recorrem à supressão das preocupações com termos como islamofobia e ódio, menos segurança as pessoas scomuns sentem, por verem que a autoridade não valoriza as suas preocupações.


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