July 17, 2025

Pôr o ónus na doente...

 


A doente não interrompeu o seu tratamento, o hospital é que lhe interrompeu o tratamento. Apesar de, segundo o Infarmed, não ter nenhuma notícia "de constrangimentos da parte dos hospitais”.

Portanto, será um caso de negligência? Alguém que deve repor os stocks não viu que estavam no fim e não pediu mais?

Ontem li que, no caso de legionela que matou 10 pessoas e deixou outras mal, o hospital em questão disse que fez tudo by the book. Porém, a torre de arrefecimento que tem de ser limpa de 4 em 4 anos, em 12 anos nunca tinha sido limpa, havia lamas, aberturas por onde entravam animais que deixavam dejectos e sei lá mais o quê.

Há muita gente nos trabalhos que não sabe o que anda lá a fazer.


Doente oncológica interrompe tratamento por “rutura de stock” de medicamento

Sol

A ULSSJ garante que o medicamento em causa continua a ser disponibilizado aos doentes oncológicos, “eventualmente em quantitativo inferior ao habitual”, tendo em conta a limitação de `stock´ existente.

“A ULS São José já reforçou junto do laboratório fornecedor a necessidade de entrega do fármaco, aguardando que a mesma se concretize nos próximos dias”, referiu ainda a mesma fonte.

Contactada pela agência Lusa, a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) adiantou que “não existe rutura” do fármaco e que não tem “reporte de constrangimentos da parte dos hospitais”.

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