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September 30, 2026

Tantos casos... tantos, tantos...




Outra universidade: mais de 30 estudantes do sexo masculino da equipa de futebol americano da Baylor University violaram uma mulher 52 vezes e partilharam fotografias num grupo de conversa. A universidade ajudou a encobrir o caso. O treinador da equipa disse: Se aqueles rapazes são maus, porque é que a mulher foi ter com eles?

Outro estudante drogou e violou uma mulher numa festa, mas não foi preso — recebeu apenas liberdade condicional, uma multa de 13 000 baht (cerca de 400 dólares) e não ficou registado como agressor sexual. A vida de uma mulher vale menos do que um iPhone.

A Baylor University fica no Texas e é uma universidade muito religiosa.

Na realidade, existem muitos casos, mas vou destacar os principais.

- Tevin Elliott: jogador da equipa de futebol americano da universidade. Chegou a ser suspenso das aulas, mas o presidente da universidade interveio e levantou a suspensão. Em 2012, Tevin violou duas mulheres, empurrou-as para a lama, bateu-lhes com o rosto contra uma vedação de ferro e violou-as repetidamente. Havia outras mulheres que ele tinha agredido no passado, mas que não tiveram coragem de o denunciar. Quando o caso veio a público e ele foi detido, o tribunal condenou-o a 20 anos de prisão.

- Sam Ukwuachu: violou uma atleta da universidade. Foi condenado a 180 dias de prisão. A mulher sofreu lacerações genitais e teve de ser hospitalizada.

- Shawn Oakman: tinha sido expulso de uma universidade anterior antes de se transferir para a Baylor. Maltratava a namorada e atirava-a de um lado para o outro da divisão. A universidade sabia disso, mas não o puniu. Em 2016, violou uma mulher que conhecera num bar, mas o tribunal arquivou o processo.

- Jacob Anderson: presidente de uma fraternidade da universidade, oriundo de uma família rica. Em 2016, durante uma festa da fraternidade, Jacob drogou a bebida de uma estudante, arrastou-a para o quintal da casa onde decorria a festa e violou-a. Estrangulou-a até ela perder os sentidos. A vítima apresentou queixa à polícia. A universidade sofreu pressão pública e expulsou-o, mas, no final, Jacob nunca passou um único dia na prisão. Pagou uma multa de 400 dólares (cerca de 13 000 baht), recebeu três anos de liberdade condicional e não foi inscrito no registo de agressores sexuais. Se cumprir a liberdade condicional, o seu registo criminal será limpo, como se nunca tivesse feito nada de errado.
Segundo relatos, o procurador-adjunto disse à vítima no caso de Jacob: Não acho que o júri vá punir um homem branco por uma “primeira violação”. Absolutamente repugnante.
A população local ficou furiosa com o caso de Jacob e reuniu 85 000 assinaturas num protesto. A vítima processou todas as pessoas envolvidas, tendo o processo chegado a um acordo em 2021.

Uma ação judicial civil apresentada em 2017 por uma antiga estudante contra a universidade alegava que, entre 2011 e 2014, tinham ocorrido 52 violações cometidas por pelo menos 31 jogadores de futebol americano, incluindo cinco violações coletivas envolvendo mais de dez homens de cada vez. Dá vontade de vomitar.

A universidade foi alvo de intenso escrutínio devido à gravidade dos acontecimentos, que se tornaram notícia a nível nacional. O treinador de futebol americano, que sabia do que se passava e permitia que acontecesse, foi despedido. O presidente da universidade, que protegera os estudantes do sexo masculino alegando desconhecer os acontecimentos, acabou por se demitir.

Segundo os relatos, uma das formas utilizadas pela equipa de futebol americano para recrutar jogadores consistia em organizar violações colectivas — álcool, drogas e mulheres eram utilizados para atrair os atletas do sexo masculino. As festas de violação eram encaradas como uma forma de criar espírito de equipa. Em 2013, o treinador Art Briles recebeu de uma vítima uma lista dos alegados autores, mas respondeu: Se estes tipos são maus, porque é que foste ter com eles? 
Culpabilização da vítima.

Actualmente, a universidade afirma ter-se reformado na sequência do enorme escândalo, tendo nomeado a sua primeira mulher como presidente da instituição para tentar recuperar a sua reputação.

Para quem não sabe, a Baylor tem regras rigorosas: não é permitido beber álcool, consumir drogas ou ter relações sexuais antes do casamento, de acordo com os seus princípios religiosos (esta é uma universidade muito devota). Assim, quando uma vítima do sexo feminino bebe e é violada por homens e denuncia o crime às autoridades, em vez de receber ajuda, é punida por ter bebido. As mulheres são culpabilizadas por «terem provocado» aquilo que lhes aconteceu, criando um ciclo infernal em que as vítimas acabam por nunca procurar ajuda.

Uma declaração da vítima violada por Jacob, depois de ele ter sido condenado a não cumprir qualquer pena de prisão:
Sinto-me destruída pela sua decisão de deixar o homem que me violou sair em liberdade sem qualquer punição. A violação é um crime. Ele roubou-me tanto naquela noite em que me violou. Nunca mais voltarei a ser a mesma. Agora ele tem liberdade para andar pela sociedade, perseguir mulheres, e ninguém saberá que é um criminoso sexual, um violador.
Nenhum violador que escape à responsabilização mudará o seu comportamento. Pior ainda, tornar-se-ão mais ousados devido ao poder que têm sobre as mulheres e à capacidade de escapar à justiça e à punição. Pensarão que são intocáveis.

Quero viver a minha vida — não passar a vida em terapia, não ter pesadelos, não ficar paranoica sempre que um homem olha para mim. Quero ser feliz, despreocupada e aproveitar cada dia. Mas já não sou essa pessoa. Porque me violaste. Quase me mataste. Roubaste-me tudo isso.

 

Tantos casos... tantos...

 

O presidente da Columbia na altura (Lee Bollinger) recusou-se a apertar-lhe a mão na cerimónia de formatura. O seu nome é mencionado duas vezes nos arquivos de Epstein. Esta é a realidade das instituições da Ivy League.

Picture this

 

Amy Diehl, Ph.D.
@amydiehl

Entre 2018 e 2024, foram registados 1 200 casos de agressão sexual na Universidade de Cornell. A maioria dos que foram considerados responsáveis recebeu sanções leves que lhes permitiram permanecer no campus, tais como liberdade condicional ou formação. Apenas 7 casos resultaram em expulsão ou demissão.

https://usatoday.com/story/news/nation/2026/09/29/cornell-sexual-assault-rape-expelled-data-exclusive/92007157007/

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Só em Cornell, 30% das estudantes fazem queixa de agressão sexual e violação todos os anos. (calculo que as outras universidades de elite devam ser iguais, os papás pagam para os porcos dos filhos não serem incomodados) Estamos a falar de raparigas que fazem queixa, que como sabemos, são uma minoria. Imagine-se se 30% dos estudantes rapazes fossem violados, sodomizados todos os anos e, ainda por cima, as suas queixas fossem desprezadas e eles fossem obrigados a continuar a estudar como se nada fosse, ao lado dos porcos violadores. Qual era a notícia que todos os dias ocupava os jornais e os debates do Congresso, etc.?

Cornell nem sequer se deu ao trabalho de comunicar o crime à polícia:



September 29, 2026

Cornell, 'rape uni'

 


Cxspxxr✘🧸
@_6signxxx

Viram a entrevista da CNN com o advogado dela [a rapariga violada durante sete horas pelos porcos violadores de Cornell]?

Ela queria sair a meio do semestre e Cornell não devolveu o dinheiro à sua família. Obrigaram-na a escolher entre perder o dinheiro ou terminar o semestre. Por isso, ela ficou, terminou o semestre e teve de os ver no campus. Cada novo pormenor é ainda mais repugnante.

September 27, 2026

EUA, Universidade Cornell - oferece licenciatura em 'violação em grupo sem consequências'

 

i. Sciarra
@ICONOCLASTIAE

Na qualidade de antigo aluno, vou retirar 100% do meu apoio financeiro [à universidade Cornell], tanto agora como no futuro. Exorto os outros antigos alunos a fazerem o mesmo.

 

 Os violadores:


Quem são:




@shane_holmberg
Violaram uma mulher inconsciente durante horas. O acto foi transmitido por toda a Universidade de Cornell para que outras pessoas se juntassem a eles. HORAS.
A Universidade de Cornell não fez nada para a proteger e depois abandonou-a. E os responsáveis receberam apenas uma redacção como punição? A vossa universidade devia ser imediatamente encerrada, em sinal de vergonha.


Violência sexual contra raparigas parece ser uma tradição em Cornell:


Nem sequer expulsaram os violadores que ainda tiveram a lata de publicar um post de gabarolice da violação numa rede social. Mandaram-nos escrever um ensaio de arrependimento. Deviam expulsá-los juntamente com as bestas das pessoas que decidiram não expulsá-los. 

As universidades de elite tornaram-se antros de violadores e apologistas de terroristas com papás ricos.


Isto foi em 2024. A rapariga fez queixa à direcção da universidade. Dois rapazes saíram de lá, os outros 5 continuam a frequentar a universidade alegremente e, talvez, a violar outras raparigas , mas sem anúncios nas redes sociais. Os homens que decidiram que a situação não era grave continuam lá.

Cornell AKA «Rape Uni» - bom, bom era que as raparigas saíssem todas de lá. Este modo de lidar com violadores (1 em cada três estudantes de lá raparigas é vítima de violência sexual) mostra que as raparigas só são bem-vindas como presas de caça.