A ONU contrata terroristas do Hamas para a organizações de ajuda humanitária e para educar crianças palestinianas. Faz zero para tirar a Rússia do Conselho das Nações Unidas e ainda tenta interferir nas leis dos países para que legalizem a destruição de crianças às mãos de predadores e de misóginos que sexualizam as crianças para validar ideologias predatórias ao serviço da ditadura dos trans sobre todos os outros.
E de onde vem isto? A intervenção surge depois de Fabian Figueiredo, deputado do Bloco de Esquerda, e Catarina Martins, eruodeputada do partido, terem levado o caso às Nações Unidas, alertando para uma eventual reversão da atual legislação portuguesa.
Dos extremistas da nossa esquerda, esses defensores de Putin e de terroristas.
O projecto de proibir a destruição de crianças e adolescentes com químicos perigosos, as castrações químicas e cirúrgicas antes dos 18 anos de idade é uma protecção das crianças e jovens e é uma norma de bom senso.
Temos no país partidos que não representam ninguém, têm um deputado ou têm dois deputados mas mandam nos jornais, nas TVs, fazem cancelamentos, e falam como se tivessem grande representação. Não têm. Decidem contra a vontade da maioria dos portugueses porque têm uma enorme falta de espírito democrático. A esquerda não aceita que a maioria do povo seja contra o abuso psicológico e físico de crianças e jovens e foi a correr fazer queixa ao Guterres.
Seguem Guterres que contra a vontade de todos os países democráticos, defende os regimes e grupos mais terroristas e violentos do mundo.
ONU pede retirada de projetos sobre identidade de género. Chega recusa e CDS ataca "inaceitável ingerência"
Alto-comissário para os Direitos Humanos alerta para riscos de violação de compromissos internacionais, mas André Ventura garante que não recua. PSD em silêncio, ao contrário do parceiro de coligação.
Nuno Tibiriçá, Leonardo Ralha
A proposta do Chega pretende revogar a atual legislação e alterar as regras para a mudança de nome e género no registo civil, além de impedir tratamentos médicos relacionados com disforia de género em menores de 18 anos. O partido enquadra essas alterações naquilo que define como proteção de crianças e jovens.