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June 19, 2026

Houve ou não negócio para esta promoção mastodôntica dos livros para exame da Leya?

 

Ministério reconhece “falha” no exame de Português e pede inspeção ao processo A decisão hoje tornada pública em comunicado surge depois de ter sido divulgado o enunciado do exame nacional de Português, que tinha um item de desenvolvimento praticamente igual ao publicado num caderno de exercícios de apoio da editora Leya. https://jornaleconomico.sapo.pt/

Já nada é sagrado e tudo está à venda? Em outros tempos isto tinha direito a demissão de todos os responsáveis do (des)Eduqa.

June 14, 2026

A CGD perdeu 500 milhões num negócio apadrinhado por Sócrates e Pinho

 


(Quem vai pagá-lo somos nós... é assim com negócios manhosos de políticos manhosos que depois nunca sobra dinheiro para os serviços públicos)

No entanto, ao que apurou o Expresso, o banco estatal ainda não recebeu o montante do rateio final da insolvência. E poderá nem vir a recebê-lo, porque sobre a massa insolvente da Artlant PTA pendem vários processos judiciais nos quais a Autoridade Tributária (AT) reclama €13,8 milhões, relativos a Imposto do Selo e IVA dos anos 2016 e 2017. Se o Fisco ganhar esses processos, a Caixa fechará o dossiê Artlant com pouco mais de €20 milhões recuperados, ou seja, menos de 4% dos financiamentos de €529 milhões que o banco estatal concedeu àquela empresa entre 2007 e 2016.

A exposição da Caixa à Artlant foi objeto de uma imparidade total em 2016. Ou seja, nas contas desse ano o banco público deu como totalmente perdidas as verbas emprestadas para o desenvolvimento do projeto industrial em Sines. Em 2020 a CGD conseguiu ainda recuperar €20 milhões. E os €13,6 milhões a que agora o banco teria direito poderiam reforçar os resultados de 2026 da entidade liderada por Paulo Macedo. Mas o processo judicial da AT ameaça deixar o fecho de contas do dossiê Artlant com um custo final superior a €500 milhões.

MUITOS PROBLEMAS

O financiamento da CGD à Artlant, em 2007, ocorreu quando o banco estatal era presidido por Carlos Santos Ferreira, com o Governo liderado por José Sócrates a apadrinhar o projeto, concedendo-lhe o estatuto PIN (Potencial Interesse Nacional). Em março de 2008, no lançamento da primeira pedra da fábrica, que teria um perfil fortemente exportador, Sócrates, acompanhado pelo então ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmava que o projeto de €400 milhões era “um investimento para colocar Portugal na rota e no mapa da economia global do sector petroquímico e que se destina a vender para todo o mundo, e a fazê-lo com valor acrescentado”. https://expresso.pt/empresas-negocios

March 30, 2026

Trump não se interessa pelo "equipamento americano"

 

Interessa-se por negócios com Putin e é por isso que não quer saber dos ataques iranianos a americanos com informação dos russos.

May 29, 2023

Os fornecedores ganham 260 milhões mas quem faz tudo são professores nas escolas

 


"Escola Digital rende 260 milhões aos cinco maiores fornecedores.
Programa lançado há dois anos para digitalizar as escolas portuguesas tem na Inforlândia, MEO, Informantem, Claranet e CTT os fornecedores com contratos mais elevados.
Como é fácil ganhar dinheiro sem serviço pós venda... estou farto de fazer o trabalho deles...... A triagem, o detetar de avarias, o enviar um filme, a reposição.... é uma vergonha ... a custo zero. Dá vontade de não funcionar, ... [e dizer] 'temos pena' como o primeiro ministro fez connosco..."

 C.P, professor 

August 11, 2020

Qual a razão para os organismos públicos não serem obrigados a publicar as suas decisões ruinosas?



A questão é a do costume: quem são as pessoas que estão no Infarmed, quem as nomeou e porquê? E com autorização de quem é que não especialistas numa questão técnica e não política se substituem ao conhecimento de especialistas? São comissários políticos? É mais um negócio de primos?  

Peritos chumbaram o ventilador Atena, mas Infarmed “aprovou-o” na mesma

 
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Infelizmente, o Atena é, apenas, mais um exemplo de que algo está mal. Foi desenvolvido por uma equipa alargada de engenheiros e clínicos, acompanhados por docentes universitários. Foi testado em animais por médicos de várias especialidades, tendo obtido avaliações extremamente positivas. Os peritos que o Infarmed reuniu para a sua avaliação pronunciaram-se sobre este equipamento sem nunca o terem visto. Esses peritos foram selecionados com base nas áreas de especialidade relevantes para um projeto deste tipo, mas nenhum terá experiência no desenvolvimento de ventiladores invasivos. Aliás, um dos membros desse painel tem vindo a avaliar projetos numa grande diversidade de áreas e, reiteradamente, a fazer considerações descabidas e reveladoras de grande desconhecimento das situações em causa.

As agências têm de fazer avaliações fundamentadas com base em parecer de especialistas, mas importa garantir que não ficam reféns das suas próprias teias… e que não continuamos a dar tiros no pé.
António M. Cunha