John Cleese
@JohnCleese
Como antigo responsável pela angariação de fundos da Amnistia Internacional — fui o organizador dos primeiros cinco «Secret Policeman’s Balls» —, renuncio ao grupo que tomou conta da Amnistia. A Amnistia costumava dedicar-se a tentar fazer algo contra a TORTURA x.com/_RebeccaMcCurd…
2/ O centro de apoio de JK Rowling para mulheres vítimas de agressão sexual foi rotulado como um grupo «anti-direitos» pela Amnistia Internacional do Reino Unido. A autora de Harry Potter fundou o centro para prestar apoio, tendo em conta o trauma, a mulheres sobreviventes de abuso sexual. From heraldscotland.com
3/ Fundada em 1961, a Amnistia Internacional ganhou inicialmente reputação pelo apoio que prestava aos prisioneiros de consciência. Hoje em dia, alguns membros continuam a fazer um bom trabalho. Infelizmente, a liderança apoia principalmente anti-semitas, misóginos, homofóbicos e terroristas. Vejamos:
4/ Em 2010, Gita Sahgal, então responsável pela unidade de género da organização, foi despedida por ter revelado as ligações vergonhosas da Amnistia Internacional e o seu apoio ao mais famoso defensor dos talibãs na Grã-Bretanha, o ex-detido de Guantánamo Moazzam Begg. http://theguardian.com/world/2010/apr/25/gita-sahgal-amnesty-international
5/ O apoio a terroristas é um tema recorrente na Amnistia. Em 2015, descobriu-se que um funcionário sénior da Amnistia Internacional mantinha ligações privadas não declaradas a homens alegadamente figuras-chave numa rede secreta de islamistas globais, revelou o The Times.com
Amnesty director’s links to global network of Islamists
A senior employee of Amnesty International has undeclared private links to men alleged to be key players in a secretive network of global Islamists
6/ Christopher Hitchens escreveu que as acções da Amnistia Internacional em apoio aos talibãs — e que visavam a denunciante e responsável pelos direitos das mulheres, Gita Sahgal — exemplificavam a «degeneração e politização» da organização, refletindo «uma crise moral com implicações globais».”
8/ A Amnistia Internacional apoiou o grupo pró-Talibã «Cage», que promove uma ideologia que ridiculariza os valores da tolerância, especialmente em relação às mulheres. A Amnistia utilizou a propaganda do Cage, partilhou logótipos com eles, coproduziu documentos informativos e co-assinou cartas dirigidas ao governo.
9/ A activista dos direitos humanos Sigrid Rausing criticou duramente a Amnistia por «diluir» a sua missão original. The Economist: «Um grupo que dedica mais atenção às violações de direitos na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos do que às da Bielorrússia e da Arábia Saudita não pode esperar escapar ao escrutínio dos cépticos."economist.com
Many rights, some wrong
The world's biggest human-rights organisation stretches its brand
10/ A Amnistia Internacional justificou ter acolhido um negacionista do Holocausto e homofóbico para protestar contra a islamofobia — devido à «importância desta questão» e uma vez que «não se tratava de um apoio a qualquer uma das opiniões do orador em questão». No entanto, em 2018, consideraram adequado banir os judeus de Londres.
11/ A diretora da Amnistia Internacional, Agnes Callamard, afirma a equivalência moral entre a Alemanha nazi e a cidade norte-americana de Minneapolis.
12/ O relatório sobre a Ucrânia distorce os factos para culpar a vítima: a Ucrânia «colocou civis em perigo» enquanto a Rússia invadia. A Amnistia Internacional alimentou a propaganda de Putin, justificou os ataques a cidades e provocou demissões em massa. A Amnistia Internacional não consegue distinguir o agressor do defensor.@AgnesCallamard
May 9, 2021
São a Sophie Scholl, o Kyal Sin, o Joshua Wong; são um e são milhões; na Alemanha nazi, em Mianmar, em Hong Kong, no Iraque, na Bielorrússia, em Minneapolis; opõem-se à repressão, e alguns pagam um preço muito elevado pela sua coragem. Eles lideram-nos e inspiram-nos
Citação
Amnesty International
@amnesty
Aug 4, 2022
⚡️ As forças ucranianas colocaram civis em perigo ao estabelecerem bases e operarem sistemas de armamento em zonas residenciais povoadas.
14/ “«Parece mesmo que a liderança da Amnistia Internacional está a sofrer de uma espécie de falência moral e perdeu a capacidade de distinguir o certo do errado.» thetimes.com
Salman Rushdie: Amnesty International is morally bankrupt
15/ Os líderes da Amnistia são incapazes de distinguir moralmente entre democracias que apresentam falhas no sistema e regimes totalitários em que a falha É o próprio sistema; nem entre democracias que podem cometer erros ao defenderem-se e atacantes terroristas que visam deliberadamente civis.
16/ A ideologia dos líderes da Amnistia é clara. Não só se recusam a dar prioridade aos abusos mais horríveis e sistemáticos do mundo, como, pelo contrário, a sua prioridade é atacar o Ocidente — por «sexismo, racismo, colonialismo e islamofobia».
@AgnesCallamard Mar 14, 2021
A França está a minar a liberdade académica através dos seus ataques contra um imaginário «inimigo interno», ou seja: aqueles de nós que se atrevem a estudar o sexismo, o racismo, o colonialismo, a islamofobia, etc. x.com/OpenSociety/st…
18/ A ex-diretora da Amnistia Internacional do Reino Unido, Kate Allen, «partilhava uma ideologia política profundamente enraizada» com o seu companheiro Ken Livingstone, também conhecido como «Red Ken». https://web.archive.org/web/www.telegraph.co.uk/news/main.
19/ When thousands of Iranians were about to be massacred, Amnesty International and its leader @AgnesCallamard were silent.https://t.co/jUSVFEOWN2
— Hillel Neuer (@HillelNeuer) July 11, 2026