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August 19, 2026

Temos falta de polícias e o crime está a subir



A função pública aumenta no número de políticos, assessores, conselheiros e adjuntos e diminui no número de polícias, professores, enfermeiros, médicos e funcionários dos serviços públicos.

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Noite do Porto marcada por violência contra turistas e seguranças

Reis Pinto, JN

A noite do Porto está a registar mais episódios de violência e agressões contra seguranças privados, segundo o presidente do Sindicato Unificado da Segurança Privada (SUSP), Cláudio Ferreira, que aponta um agravamento da situação na Baixa da cidade. 

O sindicalista, que trabalhou durante 24 anos como segurança-porteiro e durante 12 anos nas Galerias de Paris, afirmou que se tem assistido ao aumento não só do número de crimes, mas também da sua gravidade.

O alerta surge depois dos desacatos registados na madrugada de sábado na Baixa do Porto, noticiados pelo JN, os quais seis turistas terão sido roubados e agredidos por um grupo de homens que habitualmente circulam nas Galerias para vender droga. Mais tarde, no exterior de um bar, um cliente terá atacado um segurança no pescoço com um copo de vidro partido.

Cláudio Ferreira disse à Lusa ser insuficiente o número de agentes da PSP disponíveis para patrulhar a zona durante a madrugada. Segundo o sindicalista, houve noites em que não estava "um único agente da PSP disponível" para fazer rondas e que, depois das 4 horas, a presença policial deixava de ser visível.

Entre as situações que diz serem cada vez mais frequentes estão desacatos entre grupos, tentativas de violação e venda de droga falsa, que pode resultar em agressões quando os compradores descobrem que foram enganados.

O presidente do SUSP considera ainda que as estatísticas não refletem toda a realidade, uma vez que muitos turistas vítimas de agressões abandonam a cidade sem apresentar queixa. Defende também que os seguranças privados estão "completamente vulneráveis" e reclama que as agressões contra estes profissionais passem a ser consideradas crime público.
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Entretanto:
Uma mulher, de 49 anos, distribuidora de pão, terá sido sequestrada e violada por um homem, esta terça-feira. O ataque terá ocorrido de madrugada, quando a vítima se encontrava numa zona comercial, em Torres Novas. jn.pt/
Isto agora é todos os dias.



July 22, 2026

Prevenir ou remediar?



A ilusão da eficácia



Luís Fernandes

As democracias tornaram-se extraordinariamente competentes a medir aquilo que fazem. Continuam, porém, surpreendentemente frágeis a medir aquilo que realmente conseguem transformar.

A operação «Global Chain», coordenada pela Europol e que contou com a participação das autoridades portuguesas, ilustra bem esta contradição. As detenções efetuadas, as vítimas identificadas e a dimensão da cooperação internacional demonstram instituições preparadas, profissionais e capazes de responder a uma das formas mais lucrativas e desumanas de criminalidade organizada. Mas demonstram apenas isso.

Uma operação policial mede a capacidade de resposta do Estado. Uma política pública deve medir a capacidade do Estado para reduzir o problema que tornou essa resposta necessária.São planos diferentes. Confundi-los conduz a uma perigosa ilusão de eficácia.

Durante décadas habituámo-nos a avaliar a segurança através do que é facilmente quantificável. Contamos detenções, apreensões, buscas, condenações e operações realizadas. São indicadores indispensáveis para avaliar o desempenho das instituições e prestar contas aos cidadãos.O problema começa quando transformamos esses resultados operacionais na principal medida de sucesso das políticas públicas.

Porque uma investigação criminal bem-sucedida e uma política pública bem-sucedida não respondem à mesma pergunta.A primeira procura identificar vítimas, recolher prova, desmantelar redes criminosas e responsabilizar os seus membros.

A segunda deveria conseguir algo mais ambicioso: reduzir o número de vítimas, diminuir a capacidade de recrutamento das organizações criminosas, aumentar o risco e o custo económico da exploração e tornar progressivamente menos rentável este mercado ilícito. É precisamente aqui que o tráfico de seres humanos nos obriga a abandonar respostas simplistas.

A persistência deste fenómeno não resulta apenas da capacidade de adaptação das organizações criminosas. Resulta também da existência de vulnerabilidades económicas, sociais e institucionais que continuam disponíveis para serem exploradas. Sempre que essas vulnerabilidades permanecem inalteradas, novas redes podem ocupar o espaço deixado pelas anteriores.

Por essa razão, seria um erro interpretar esta operação apenas como uma história de sucesso policial. É, antes de mais, um lembrete de que a investigação criminal, por mais competente que seja, não substitui políticas públicas consistentes nas áreas da proteção das vítimas, da fiscalização laboral, da migração, da recuperação de ativos, da prevenção e da cooperação internacional.

Portugal participou nesta operação e tem boas razões para reconhecer o trabalho desenvolvido pelas suas autoridades. Mas o verdadeiro teste começa precisamente quando termina a conferência de imprensa.

Dentro de cinco ou dez anos, estaremos a celebrar operações cada vez maiores porque nos tornámos mais eficazes a responder? Ou estaremos a celebrar operações menos frequentes porque conseguimos reduzir as condições que alimentam este mercado criminoso?

A resposta a essas perguntas dir-nos-á muito mais sobre a qualidade das nossas políticas públicas do que qualquer balanço operacional. As operações demonstram a capacidade de resposta do Estado. As políticas públicas demonstram a sua capacidade de transformar a realidade.

Confundir uma com a outra é talvez a forma mais subtil de acreditar que responder bem significa, necessariamente, resolver o problema.

July 07, 2026

Aqui em Portugal considera-se errado, não o crime, mas a deportação de criminosos

 


A Suécia levou a ONU a atualizar as suas diretrizes, de modo que a violação é agora considerada um crime grave que justifica a deportação.
Isto surge na sequência do caso chocante ocorrido na Suécia, em que um homem da Eritreia foi condenado por violar uma rapariga de 16 anos.
No entanto, o tribunal determinou que ele não podia ser deportado, uma vez que o crime não era considerado suficientemente grave para justificar a deportação.
É claro que esta história foi abafada pelos meios de comunicação social.
Mas foi noticiada no X e causou uma indignação generalizada na Suécia.

PeterSweden

August 26, 2025

Em Inglaterra as raparigas agora andam assim

 

 

Entretanto, a rapariga foi presa por posse de arma. Estava a defender a irmã de 12 anos que estava a ser abordada por um islamita. Porém, o que está na origem das raparigas andarem com armas, com porcos e cães perigosos como pets, isso, a Inglaterra varre para debaixo do tapete.

Ontem saiu mais um relatório do inquérito aos gangs de violadores paquistaneses e o que se vê é um encobrimento das violações e culpabilização das miúdas por mais de 80 autoridades. Com autoridades que sacrificam consciente e propositadamente as raparigas para ganhar votos de islamitas ou por cobardia ou por serem nojentos de carácter, que hão-de as miúdas fazer? O que dizem estes porcos cúmplices de violadores às filhas e às mulheres? Como justificam mandarem prender miúdas vítimas de violações colectivas e deixarem os violadores à solta? E todos os dias trazerem mais violadores e meterem-nos em hotéis ao lado de escolas? Ainda nem uma única autoridade foi responsabilizada. Quando houver gangs de raparigas armadas a dar aos violadores o tratamento que as autoridades não dão, o que farão? E quem as pode recriminar? É o direito à auto-defesa quando a autoridade as abandona.



Faltam aqui a Suécia e a Áustria, países com taxas de violação altíssimas desde que a imigração em massa de Merkele foi posta em marcha.

Em Londresum crime de violação reportado (a maioria não é reportado mas silenciado) a cada hora e um quarto deles referem-se a menores de 18 anos. Só em Londres! bbc.com/news/articles/


Há uma «epidemia» de violência e agressões sexuais contra mulheres britânicas nos comboios, alerta a Autoridade Policial Britânica de Transportes.

Os crimes violentos contra mulheres e raparigas aumentaram 59% desde 2021, e os crimes sexuais aumentaram 10% num ano.

--- BTPA/The Times

April 18, 2025

Notícias que fazem sentido lidas em sequência

 


E que são uma resposta às pessoas desmioladas que defendem que devemos aceitar imigrantes de portas escancaradas e sem nenhum cuidado.


O extinto Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) atribuiu, em 2023 e 2024, mais de 120 mil autorizações de residência a imigrantes de países de língua portuguesa sem verificar o registo criminal do país de origem, como a lei prevê. "Foi uma falha grave".
JN



Traficantes usam Portugal para vender crianças a famílias na Europa

Expresso



Tráfico de seres humanos: sete detidos e quatro mil cidadãos identificados em Portugal na “maior operação jamais realizada”

Expresso



Judiciária está a averiguar se homicida de Braga pertenceu a gang violento nos EUA

Brasileiro de 27 anos detido quando se preparava para fugir para o estrangeiro pode ter feito parte do Primeiro Comando do Massachusetts, que se dedicava à extorsão e ao tráfico de armas e de drogas.
O grupo denominava-se Primeiro Comando do Massachusetts e teria ligações à maior organização criminosa do Brasil, o Primeiro Comando da Capital