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December 01, 2025

Parrish blue

 

As telas de Maxfield Parrish estão cheias de céus mágicos de um azul etéreo e luminoso. São tão distintos, luminosos e oníricos que deram o seu nome a um tom de azul.


 Parrish usava a técnica de esmalte dos antigos mestres aplicando finas camadas de translúcidas de esmalte, óleo e verniz sobre uma pintura de fundo azul e branca. 


Esse método criou um tom de azul único e luminoso, sinónimo da sua arte idílica e fantástica. 

As camadas de verniz eram fundamentais, pois as resinas específicas que utilizou desenvolviam uma tonalidade verde-amarelada quando expostas à luz ultravioleta, que interagia com o esmalte azul para criar o efeito turquesa característico. 

Os azuis nocturnos são particularmente alquímicos.
Parrish começou a sua carreira como ilustrador de revistas, publicidade, posters de representações teatrais, etc. Tanto ilustrava anúncios da Colgate como "As Mil e Uma Noites".
Foi influenciado pela 'Art Nouveau', pelo Movimento Arts and Crafts e outros.

Um azul misterioso, infusor até da imaginação mais pobre.

Parrish pintava na confluência entre a mitologia e a magia. 
Esta pintura, Esctasy, por exemplo, evoca uma deusa antiga ou uma ninfa, em pose extasiada a olhar os céus numa paisagem clássica, mitológica de rochas lagos e cascatas.
The Lantern Bearers, 1908

Aqui, Parrish põe os Pierrots em contraste com o azul maravilhoso da noite, no meio de lanternas de cor âmbar (um tom que usa com um efeito extraordinário de luz) criando um efeito de magia infantil.
A partir de certa altura deixou de pintar figuras e passou a pintar apenas paisagens, como esta aqui, com o seu típico azul Parrish.

December 28, 2020

A azulidade do azul do céu

 


Um cianómetro


O cianómetro (a palavra vem de cian) servia para medir a 'azulidade' do céu. a intensidade de azul do céu.

É atribuído a Horace-Bénédict de Saussure e Alexander von Humboldt. Consiste em quadrados de papel tingidos em tons graduados de azul e dispostos num círculo ou quadrado de cor que pode ser comparado com a cor do céu. 

O cianómetro de De Saussure tinha 53 secções, que variavam do branco a vários tons de azul (tingido com azul da Prússia) e depois a preto, dispostas em círculo; ele usou o dispositivo para medir a cor do céu em Genebra, Chamonix, e Mont Blanc. De Saussure concluiu, correctamente, que a cor do céu dependia da quantidade de partículas suspensas na atmosfera. Humboldt era também um ávido utilizador do cianómetro nas suas viagens e explorações pela América do Sul.

O azul do ar claro na atmosfera terrestre deve-se à dispersão de ondas Rayleigh por moléculas de azoto e oxigénio. O ar seco é 78% de azoto e 21% de oxigénio. O teor de água atmosférica varia entre 0% e 5%.

wiki

September 03, 2020