Se isto é verdade, é gravíssimo. Acirrar as pessoas contra o governo?
Se isto é verdade, é gravíssimo. Acirrar as pessoas contra o governo?
Estou a ver no noticiário da RTP África um pedacinho de um discurso de Seguro em que diz que nem todos sentem a pertença à UE como positiva porque há pobres e desemprego jovem. Isso não tem que ver com a nossa pertença à UE, mas sim com a incompetência dos nossos governantes, governo após governo. Mesmo quando têm enormes quantidades de dinheiro caído de Bruxelas não sabem usá-lo para resolver problemas e em muitas áreas agravam-nos. Nem o facto de tudo chegar aqui com atraso contribui para evitarmos os problemas que vemos os outros terem antes de nós: a pressão na habitação que vem com o excesso de turismo já era vista há mais de 20 anos em outros países. Podíamos ter tomado precauções - não fizemos nada; a falta de professores por políticas de destruição da carreira para poupar dinheiro, há mais de 15 anos que acontecia em Inglaterra e nos EUA. Podíamos ter tomado precauções - não fizemos nada ou pior, copiámos tudo o que de errado eles fizeram e acabámos, sem surpresa, com os mesmos problemas. Isso não tem que ver com a UE e se estivéssemos fora da UE a situação seria ainda pior.
Sem marcas ideológicas e consensual: o que pediu Seguro sobre a Lei da Nacionalidade
PúblicoSeguro terá de se pronunciar sobre a Lei da Nacionalidade. No passado, defendeu que leis estruturais destas devem ter um “largo espectro de apoio”, ao contrário do que aconteceu no Parlamento.
“Leis com esta sensibilidade, que expressam o sentir nacional, que são a expressão dos nossos valores constitucionais devem ter o maior apoio possível e não foi o caso. Não podem ter marcas ideológicas conjunturais”, vincou, numa acção de campanha em Novembro, já depois de ter expressado “preocupação” por não ter havido consenso com o PS.