Sem marcas ideológicas e consensual: o que pediu Seguro sobre a Lei da Nacionalidade
PúblicoSeguro terá de se pronunciar sobre a Lei da Nacionalidade. No passado, defendeu que leis estruturais destas devem ter um “largo espectro de apoio”, ao contrário do que aconteceu no Parlamento.
“Leis com esta sensibilidade, que expressam o sentir nacional, que são a expressão dos nossos valores constitucionais devem ter o maior apoio possível e não foi o caso. Não podem ter marcas ideológicas conjunturais”, vincou, numa acção de campanha em Novembro, já depois de ter expressado “preocupação” por não ter havido consenso com o PS.
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Agora é que vamos ver se Seguro está ao serviço da democracia e do país ou se está ao serviço da esquerda ideológica. A esquerda quer acabar com as fronteiras porque as fronteiras identificam pertenças, da mesma maneira que quer acabar com a História porque a História implica pertença e identidade e estes dois factores promovem pessoas confiantes e difíceis de manipular com narrativas ideológicas de esvaziamento da cultura ocidental.
Quanto à revisão constitucional, considero um sinal de imaturidade não se retirar do texto que somos um país a almejar ser uma sociedade socialista. É uma expressão do PREC que não tem lugar numa sociedade esclarecida. É um abuso de poder, obrigar o povo a querer o socialismo como modelo de sociedade.