Quando morei em Bruxelas, há cerca de 25 anos, já lá existiam muçulmanos, mas eram poucos e não causavam problemas de violência. Os turcos tinham pequenos supermercados, os marroquinos vendiam peixe. Os filhos andavam a estudar nas escolas. Agora, a Bélgica tem cerca de um milhão de islamitas, a maioria jovens com menos de 30 anos. Ao contrário dos jovens belgas que na sua maioria não tem religião, os jovens muçulmanos são crentes. Em Bruxelas, o número de muçulmanos jovens é superior ao dos belgas de origem belga. Já são a religião/cultura dominante em muitas comunas e escolas. E aqui está o resultado. Na França é igual, a mesma situação. Depois temos a nova-esquerda e a esquerda extremista aliadas aos islamitas e à IM, um dos grupos que fomenta a violência, a deitar mais lenha para a fogueira.
Je suis triste de voir ce que Bruxelles devient. Un tel sentiment d’impuissance. Quelles options nous reste-il à part partir ? (vraie question)
— Robin de Molenbeek (@robin_molenbeek) October 10, 2026
No comments:
Post a Comment