Está a decorrer uma batalha ideológica sobre o significado do género e do ser feminino e isso tem consequências no mundo real. Alguns dos activistas mais veementes que exigem que as mulheres aceitem novas definições de si mesmas são homens, apoiados por aliados que, com demasiada frequência, tratam a dissidência como intolerância e os limites como ódio. Quando a intimidação, as ameaças ou a apologia da violência entram nessa discussão, os homens de consciência não devem ficar de braços cruzados e deixar as mulheres sozinhas na defesa dos seus direitos baseados no género.
Uma mulher não precisa de um prefixo ideológico. «Cis» é um rótulo político imposto às mulheres para abrir espaço aos homens dentro da categoria feminina. Tenham muito cuidado quando as pessoas começarem a alterar a linguagem, porque assim que controlarem a definição de «mulher», começarão também a controlar quais os direitos que pertencem às mulheres.
«Não se pode proteger o que não se consegue definir»...There is an ideological battle taking place over the meaning of sex and womanhood, and it has real-world consequences. Some of the loudest activists demanding that women accept new definitions of themselves are male, backed by allies who too often treat dissent as bigotry and… pic.twitter.com/fDgEGxVro3
— The Heartlands Tribune (@HeartlandsTrib) August 18, 2026
A novalíngua já está em andamento há muito tempo. O facto de haver já vários homens a competir em desportos femininos, incluindo Olimpíadas é sinal de que o wokismo já a vencer.
ReplyDeleteUm outro exemplo de outro calibre, mas que se enquadra no mesmo panorama global: na creche da minha neta, já não se celebram o Dia do Pai e da Mãe, mas o Dia da Família, seja o que isso for.